5 sites para comprar arte NFT

Você deseja começar a investir no mundo das artes digitais, mas não sabe onde e como comprar artes NFT? Os famosos tokens não-fungíveis estão ganhando cada vez mais espaço no mercado digital e transformando muitos investidores em milionários. Por conta disso, separei 5 sites para que você fique por dentro de como funciona esse mercado e assim começar a comprar as suas artes NFT.

Deseja comprar arte NFT? Conheça 5 sites para começar
Deseja comprar arte NFT? Conheça 5 sites para começar

As artes digitais em NFT alcançam cada vez mais novos adeptos pelo mundo e atraem o interesse de diversos entusiastas da tecnologia e da arte. 

Além disso, com o grande avanço das inovações tecnológicas e a popularização das criptomoedas, os NFTs atingiram novos números no mercado no ano de 2021, ultrapassando recordes de faturamento.

Os NFTs, também conhecidos como tokens não-fungíveis, fazem parte do universo do blockchain, com suas características únicas e distintas dos demais tokens e criptomoedas. 

Com o grande leque de possibilidades que os NFTs oferecem, o faturamento neste mercado se tornou um atrativo para diversos públicos, principalmente investidores que buscam por novidades e colecionadores de artes digitais.  

Estar aberto para o mundo das artes digitais é estar disponível para novas experiências artísticas e às novas oportunidades do mercado, que está cada vez mais atrelado ao digital e suas inovações. 

Dessa forma, existem diversas plataformas na web para quem busca vender, investir e comprar NFTs, cada uma com suas indicações específicas.

Para quem está iniciando no mercado de NFTs, é importante saber diferenciar as plataformas confiáveis e distinguir quais sites são mais indicados e acessíveis para negociar tokens não-fungíveis. 

Pensando nisso, separamos 5 sites mais indicados para quem deseja comprar artes digitais em NFTs.

Opensea

Opensea
Opensea

A plataforma Opensea está no topo das negociações de NFT no mundo todo e é considerada uma das startups de blockchain mais relevantes do mercado atual. Criada em 2017 pelos norte-americanos Devin Finzer e Alex Atallah, a Opensea já é avaliada em 13,3 bilhões de dólares, segundo estimativas da Forbes

O site funciona como um marketplace de NFTs, onde os mesmos são vendidos por meio da criptomoeda Ethereum, com a carteira MetaMask, que deve ser cadastrada pelo usuário já nos primeiros passos para criação da conta na Opensea.

A plataforma possui uma interface amigável e é acessível para todos os públicos. E uma das principais vantagens do site é justamente a facilidade e a ampla oferta de artes digitais disponíveis. 

Além disso, a Opensea é uma das plataformas mais seguras e uma das principais formas de comprar e também vender artes digitais em NFTs

Rarible

Rarible
Rarible

Fundada pelos russos Alexander Salnikov e Alexei Falin, a plataforma Rarible ganhou destaque nos últimos meses no universo dos NFTs, principalmente pela nova funcionalidade que visa reduzir as taxas de gás Ethereum.

Dessa forma, garante com que os usuários criem tokens não- fungíveis com custo zero. Ao contrário do que muitos imaginam, a Rarible já esteve no topo do mercado de NFTs, liderando até mesmo a OpenSea por um breve período.

O Rarible funciona por meio da criptomoeda RARI, que é seu token nativo. Além disso, a plataforma está entre as ferramentas que melhor administram os NFTS, ocupando lugar relevante no ranking de favoritos no mercado de NFTs.

Um dos grandes diferenciais da plataforma é justamente o seu token de governança RARI e o incentivo à movimentação do mercado de NFTs, pois cada vez que um usuário compra ou vende NFTs eles ganham moedas RARI.

Para quem possui moedas RARI, a plataforma Rarible é a principal do mercado para negociação de tokens não-fungíveis. Assim como na Opensea, é necessário conectar sua carteira MetaMask e começar a criar, vender e comprar NFTs.

Apesar de ainda não ter tantas funcionalidades como a Opensea e ser indicado para usuários que já possuem conhecimento prévio no mercado de NFTs, o Rarible é uma plataforma emergente no mercado da arte digital em NFTs no mundo que promete se destacar ainda mais nos próximos anos.

Mintable

Mintable
Mintable

A plataforma Mintable foi fundada por Zach Burks, um grande entusiasta das criptomoedas. O grande diferencial da plataforma para as demais é a possibilidade de comprar e vender NFTs não só em Ethereum (ETH) como também em Zilliqa (ZIL), o que amplia as possibilidades na carteira.

Além disso, assim como a Rarible que gratifica seus usuários com a moeda RARI a cada venda ou compra realizada na plataforma, a Mintable também recompensa os usuários nas compras de NFT com um token MINT.

Outra vantagem desse marketplace é o rendimento de uma taxa de 2,5% até 10% para os usuários que vendem NFTs na Mintable.

SuperRare

O SuperRare representa um mercado de artes digitais mais exclusivo, pois os artistas passam por uma longa análise prévia para adentrar a plataforma. 

Apesar de possuir menos opções de obras e artistas que as demais, o site atrai os colecionadores que buscam pela máxima autenticidade das obras digitais em NFT. Para ingressar na rede como artista é necessário preencher um formulário inicial e aguardar validação.

A plataforma permite o pagamento apenas em Ethereum e os NFTs podem ser vendidos a preços fixos ou por meio de lances, como um leilão.

Além disso, é possível que os NFTs sejam um investimento a longo prazo para alguns artistas e investidores, pois permite o lucro de taxa sobre os preços de revenda da arte digital em NFT.

Foundation

Foundation
Foundation

Assim como o SuperRare, o Foundation é mais um dos marketplaces no mercado de NFTs que possuem um conjunto de artistas exclusivos, escolhidos por meio de uma série de critérios da plataforma.

Além disso, o site possui uma ideia democrática de acesso às artes digitais, possibilitando com que novos artistas adentrem o mercado dos NFTs e conecta colecionadores e entusiastas da arte do mundo inteiro com artistas desconhecidos.

Para os usuários que desejam comprar NFTs na plataforma basta cadastrar uma carteira MetaMask ou Wallet Connect.

Conclusão

O futuro das artes está cada vez mais imerso e atrelado ao digital, como pode ser visto não só com o crescimento dos NFTs, mas também com o desenvolvimento do metaverso e as demais inovações digitais.

Existem dezenas de marketplaces de NFTs onde é possível consumir, vender e até mesmo criar artes digitais, portanto, conhecer as principais delas e saber escolher a mais adequada é fundamental para quem está iniciando no mercado de NFTs. O ano de 2022 promete um cenário ainda mais promissor para as artes digitais em NFTs, pois os tokens não-fungíveis estão revolucionando o mercado e colocando em evidência novos artistas da arte contemporânea.

FAQ

Quais as melhores plantaformas para comprar artes em NFTs?

Opensea, Rarible , Mintable, SuperRare, Foundation.

Você sabe o que é NFT?

Tokens não-fungíveis .

O que o NFT proporciona às artes?

Uma nova forma de expressão e manifestação das artes no mundo.

O mercado da arte digital em NFT no mundo

Você está por dentro sobre o mercado de arte digital NFTs pelo mundo? Sabia que é um mercado em expansão? O mercado de arte digital em NFT se mostra extremamente promissor e vem mudando a forma como as pessoas produzem e consomem arte pelo mundo.

Sabia que até bandas de rocks já lucram com as artes digitais? Isso é o que afirmam as bandas King os Leon e Megadeth. Além das bandas, outras formas de artes em NFT também já foram destaques pelo mundo como peças digitais, jogos de basquetes e até mesmo primeiro tweet da história.

O mercado da arte digital em NFT no mundo
O mercado da arte digital em NFT no mundo

Quer saber mais sobre o assunto? Então acompanhe o meu novo artigo e fique por dentro dos mundo da arte digital em NFT. Assim, eu inicio dizedo que a tecnologia e o digital avançam de forma inimaginável a cada ano que passa, algo que surpreende até mesmo os entusiastas da tecnologia e pessoas que trabalham com o digital. 

Os NFTs representam mais uma dessas grandes inovações tecnológicas do mundo contemporâneo, assim como as criptomoedas, o metaverso e todo esse universo e ecossistema digital.

Hoje em dia, as pessoas já nascem imersas no digital, conectadas às redes sociais até mesmo antes de nascer com páginas já criadas pelos pais nas redes sociais. A interação digital e o consumo das redes tomaram proporções muito maiores e uma dimensão social expressiva.

O digital e a tecnologia influenciam hoje não só no dia a dia das pessoas e na praticidade de suas tarefas, mas também na forma como se comunicam com o outro, nas suas relações interpessoais, nos meios de trabalho, na economia, na sociedade e também na sua relação com a arte.

Sabendo disso, é possível observar que é justamente a junção dessas temáticas, em especial a tecnologia e a arte que deu origem às NFTs e às artes digitais. 

Afinal, assim como todos os aspectos da sociedade e do consumo, a arte está intimamente atrelada ao digital no mundo contemporâneo, pois ela reflete o comportamento, as ideias e os anseios da sociedade atual.

Quer entender mais sobre como funcionam os NFTs e como as artes digitais estão impactando o mundo? Separamos algumas ideias centrais sobre o tema, como ele funciona e quais seus impactos na economia.

O que é NFT?

NFT representa a sigla para “non fungible token”, ou seja, token não fungível. Ao contrário das outras criptomoedas como a bitcoin, os NFTs são intercambiáveis, itens que não podem ser substituídos, pois são completamente únicos.

Para entender melhor como funcionam os NFTs basta imaginar um selo de autenticidade digital que comprova e atesta itens como músicas, jogos, artes digitais, dentre uma infinidade de coisas. 

A relação dos NFTs com as artes é direta e íntima, pois são dois temas que carregam o valor e o significado máximo da exclusividade, que é subjetivo.

Os NFTs além de serem uma tendência mundial, são algo que atrai muitos artistas e entusiastas digitais que prezam pela autenticidade, assim como os colecionadores. 

As pessoas que colecionam itens específicos são exemplos de perfis que se interessam pelos NFTs, justamente por essa ideia de possuir algo que são mais do que raros no mundo, mas sim totalmente únicos.

Ter um NFT equivale a ter a escritura e a propriedade de um imóvel, sendo a pessoa a dona de um ativo intercambiável, singular e indivisível no mundo todo.

O sucesso dos NFTs no mundo

As obras digitais e os NFTS causam impacto para inúmeras áreas, desde a comunicação e o marketing até a cultura, o mercado de entretenimento e da arte.

A cada nova semana, há inúmeras novas artes digitais e NFTs valendo fortunas, artistas que estão se reinventando e se aventurando em novas formas de produzir arte e se relacionar com ela de uma forma diferente, mais digital e interativa.

Músicos e bandas como o Kings of Leon e Megadeth também experienciaram o mercado de NFTs com versões exclusivas de álbuns e peças digitais, arrecadando mais de 2 milhões, como foi o caso da banda Kings of Leon.

Além da música, jogos de basquete com lances do Lebron James também foram vendidos como NFT, assim como o primeiro tweet da história, feito pelo Jack Dorsey, CEO do Twitter.

O conceito por trás do sucesso dessas NFTs e o alcance das obras digitais no mundo é um reflexo das demandas sociais e de comportamento presentes no mundo contemporâneo. 

O digital revolucionou a forma como as pessoas vivem, consomem e apreciam a arte. E os NFTs trouxeram uma nova perspectiva de exclusividade que está em outro patamar.

Blockchain e os NFTs

O blockchain é traduzido para o português como “cadeia em blocos” e é por meio do blockchain que opera a tecnologia dos NFTs, assim como as outras criptomoedas. Esse sistema funciona basicamente como um livro-razão ou um livro contábil digital.

Por ser extremamente seguro e inviolável, o blockchain foi desenvolvido justamente para evitar violações e roubos, algo que acontece com frequência nos ativos fora do ambiente digital.

Por meio da tecnologia do blockchain, é possível fazer transações de valores digitalmente, além de ser o facilitador no registro de posse dos NFTs.

Dentre as principais vantagens do blockchain estão a segurança, a confiabilidade e a sua eficiência, algo que não é encontrado em nenhum outro sistema. Dessa forma, todas as transações são registradas permanentemente, ou seja, não podem ser alteradas ou excluídas.

NFT na mira dos investidores

No início, quando surgiram os NFTs, eles eram vistos pelos investidores como algo inválido e excêntrico. Hoje em dia, a ideia do excêntrico ainda permanece para alguns, porém, a sua validade e autenticidade foram itens mais do que comprovados ao longo dos anos.

Apesar de ter chegado “tímido” no mercado financeiro, o NFT já configura uma tendência e está na mira dos investidores mais atuais e antenados. 

Que o ecossistema das criptomoedas são grandes potenciais lucrativos todo mundo sabe, porém é preciso destacar os NFTs como uma das grandes oportunidades lucrativas do momento, mais do que qualquer outra criptomoeda.

O fato é que as moedas digitais estão causando uma revolução também no mercado financeiro, pois viabilizam coisas inimagináveis no mundo físico como, por exemplo, a durabilidade eterna de um ativo.

Dentre os principais tokens que estão na mira dos grandes investidores, o setor de games se destaca como um dos grandes responsáveis pelas negociações de NFTs nos últimos meses.

Alguns jogos em NFT como o “Axie Infinity” movimentaram a economia, pois os jogadores treinavam e vendiam seus personagens dentro do jogo. 

Conclusão

Apesar das grandes vantagens dos NFTs, o tema ainda segue em especulação por artistas, empresários, investidores e entusiastas digitais. Alguns artistas apontam para a restrição das artes digitais, colocando os idealizadores das obras como promotores de tokens mais do que artistas.

Em contrapartida, muitas pessoas visualizam grandes oportunidades com a tendência dos NFTs, principalmente os músicos que poderão lucrar muito mais ao evitar as gravadoras e oferecer materiais exclusivos fora dos streamings tradicionais.

Assim como toda nova invenção, os NFTs estão protagonizando uma nova onda no mundo das criptomoedas e são pauta de vários debates atuais, seja no mercado das artes, do marketing e até mesmo na sociedade como um todo. Por fim, é importante visualizar os NFTs para além da sua inovação e sua funcionalidade, mas sim como uma nova revolução digital que promete transformar o mercado em sua totalidade e gerar inúmeras oportunidades de lucro.

Metaverso – Tudo que você precisa saber sobre o tema

Ultimamente, muito se fala em metaverso e as mudanças que isso irá trazer. Mas afinal, você sabe o que é metaverso? Neste post eu explico com detalhes!

Metaverso - Tudo que você precisa saber sobre o tema
Metaverso – Tudo que você precisa saber sobre o tema

O mundo contemporâneo caminha para transformações revolucionárias que envolvem a digitalização e a tecnologia. Com uma geração cada vez mais imersa no meio digital, todas essas mudanças se tornam acontecimentos inevitáveis e naturais. Um novo mundo nos espera com o Metaverso.

Nosso comportamento online ajuda a moldar a sociedade, assim como a sociedade molda o comportamento online, pois são dois elementos que se complementam e que fazem parte de uma estrutura sociodigital.

A inteligência artificial é uma potente agente transformadora no mundo atual, pois além de ser uma inovação revolucionária, ela vem se desdobrando em inúmeros outros elementos e criando coisas muito diferentes do que tinhamos visto até então.

Dentre esse mundo de novas possibilidades, a inteligência artificial pode contribuir desde a interpretação da linguagem das baleias até a criação de um novo ecossistema e um novo universo digital.

O metaverso é um desses novos ecossistemas digitais que irá impactar todos os fatores da vida humana, principalmente as relações sociais e a comunicação.

Conhecido como a próxima etapa da rede mundial, o metaverso se tornou um dos temas mais populares e debatidos nos últimos dias, após um pronunciamento de Mark Zuckerberg sobre a mudança do nome do Facebook para Meta, dando a largada comercial para o metaverso.  

Mas afinal, o que é metaverso e o que ele impacta na sociedade? Pensando nisso, separamos algumas informações importantes sobre essa nova onda digital e o que ela promete para o futuro.

O que é Metaverso?

O metaverso é uma aposta capaz de proporcionar uma imersão completa das pessoas no espaço digital. 

Mais do que ter acesso ao digital e compartilhar das suas ferramentas, o metaverso busca estreitar ainda mais o mundo físico-digital e fazer com que as pessoas vivenciem de fato um mundo digital.

Ou seja, pessoas que trabalham de forma remota, poderão até mesmo caminhar pelo ambiente do escritório de forma totalmente digital, algo que poderá suprir a carência de relações interpessoais que é uma das principais queixas do trabalho remoto.

Nos filmes e obras de ficção científica o metaverso já era algo figurado, mesmo que de forma utópica, algo que pode se tornar possível agora com o avanço da tecnologia e da inteligência artificial.

O termo “metaverso” foi concebido pela primeira vez por Neal Stephenson, em sua obra denominada “Nevasca”, no ano de 1992. 

Na história, o metaverso era definido como um mundo 3D que habitava avatares semelhantes aos seres humanos, algo bem parecido com o conceito de hoje sobre o metaverso.

O metaverso nada mais é do que uma conjuntura de espaços virtuais, onde as pessoas podem vivenciar experiências digitais, consumir objetos, trabalhar, se relacionar, dentre várias outras vivências.

Entretanto, é preciso compreender o metaverso como um sintoma das big techs, que moldam nosso comportamento atual e determinam tendências não só de mercado, mas de vivências e formas de se comunicar no mundo como a moda digital e as criptoartes.

De forma mais ampla, é possível compreender o metaverso por meio de tendências que norteiam o futuro da sociedade. 

Essas tendências são vistas nos nativos digitais que já possuem parte de suas vidas completamente virtuais, as inúmeras atividades que podem ser monetizadas no ambiente digital sem necessariamente ter que estar presente, além da constante criação e inovação por todas as partes da web.

O metaverso é uma conjuntura de todos esses sintomas e tendências da sociedade, uma possibilidade completamente inovadora capaz de proporcionar a imersão de todos nossos sentidos no ambiente digital.

Como funciona o Metaverso?

O metaverso é capaz de recriar ambientes presenciais em ambientes completamente digitais, ou seja, por meio da tecnologia e da inteligência artificial será possível construir um ou mais avatares e presenciar espaços digitais com pessoas que não estão no mesmo espaço físico que você.

Com a realidade virtual e a realidade aumentada, os estímulos causados pelos espaços virtuais prometem uma vivência única e mais próxima do mundo físico possível. 

De acordo com Zuckerman, a previsão é entre 5 a 10 anos para que tudo isso se torne uma realidade viável em todo o mundo, porém as expectativas são altas na sociedade e na mídia.

Já imaginou poder trafegar por inúmeros lugares, conhecer pessoas de diversos cantos do mundo e se relacionar por meio de um universo completamente digital?

Ao contrário do que estamos acostumados no ambiente digital, onde já é possível se comunicar e se relacionar com outras pessoas de forma remota, o metaverso vem para interligar o mundo online e offline, proporcionando experiências únicas que não se limitam somente ao online ou offline.

A tecnologia e a construção de novos mundos

A ideia de novos mundos habitáveis para além do mundo físico pode causar receio e medo em algumas pessoas, além da insegurança. 

Porém, por mais desafiador que seja imaginar um mundo completamente digital, é preciso estar aberto a novas experiências e às inovações do mundo contemporâneo.

Até alguns anos atrás, a televisão era um dos elementos que sugavam pelo menos 25% do nosso tempo acordado, mas hoje em dia o grande responsável por sugar a atenção das pessoas são os smartphones, tomando pelo menos 50% do tempo acordado de cada um.

Mais do que entretenimento nas redes sociais, eles se tornaram ferramentas de trabalho de grande parcela da sociedade, visto que o ambiente digital também é um forte facilitador e agente econômico.

Tudo caminha para que a digitalização e a criação de novos mundos digitais aumentem e criem novas proporções, pois a tendência para o futuro dessa geração é que o ambiente digital valha mais do que a vida física em alguns anos.

Economia do metaverso

O metaverso pode trazer inúmeras oportunidades para profissionais do design, programação, sound design, ilustração e animação. Além disso, essa nova realidade promete ser um ambiente inclusivo, com espaço para aprimorar habilidades e trabalhar as potencialidades de cada um.

Além disso, essa tendência mundial ganhou um espaço expressivo na mira dos investidores após o pronunciamento de Mark Zuckerberg e a mudança do Facebook para o novo nome “Meta”.

As criptomoedas e os NFTs já fazem parte da agenda de inúmeros entusiastas tecnológicos e caracterizam um novo ecossistema digital, algo que será ampliado ainda mais com a economia do metaverso e que atrai cada vez investidores.

Sobretudo, é importante compreender o metaverso não só como um agente transformador da sociedade e uma nova programação social, mas também como um importante influenciador nas relações de consumo, que estabelecem a nova economia.

Conclusão

Ao contrário do que muitos imaginam, o metaverso não representa uma revolução necessária, assim como nenhuma revolução digital era considerada necessária alguns anos atrás.  Em contrapartida, quando as revoluções digitais acontecem, dificilmente é possível voltar e viver da mesma forma como antes. Falar sobre o metaverso é falar sobre uma nova realidade, inadiável e irreversível

O que é Metaverso?

O metaverso é uma aposta capaz de proporcionar uma imersão completa das pessoas no espaço digital. 

Quem concebeu o termo metaverso?

O termo “metaverso” foi concebido pela primeira vez por Neal Stephenson, em sua obra denominada “Nevasca”, no ano de 1992. 

Quais profissões podem ser beneficiadas?

O metaverso pode trazer inúmeras oportunidades para profissionais do design, programação, sound design, ilustração e animação.

Como o metaverso influencia a sociedade?

É importante compreender o metaverso não só como um agente transformador da sociedade e uma nova programação social, mas também como um importante influenciador nas relações de consumo, que estabelecem a nova economia.

Liderar é uma arte

Liderar é uma arte e exige muito mais do que conhecimentos técnicos. É preciso cada vez mais humanizar as empresas e estar em sinergia com um propósito em comum.

Em tempos de capitalismo consciente, saber liderar é uma arte e vai muito além do que seguir conceitos clássicos de gestão de empresas. A liderança atual exerce um papel mais centrado na humanização, deixando um pouco de lado os processos de negócios e direcionando os esforços para o ser humano. Sendo assim, neste artigo eu trago algumas reflexões e apontamentos sobre o assunto e a importância dos líderes no desenvolvimentos de equipes mais sinérgicas e com propósitos maiores do que meramente o lucro.



Liderar é uma arte
Liderar é uma arte

Muito mais do que um papel de destaque e um lugar de prestígio dentro das empresas, o líder exerce um papel de mediador, influenciador e principalmente um papel humano, que demanda alteridade e características que vão além da boa gestão.

Um dos grandes erros das gerações passadas é a idealização dos líderes como pessoas rígidas, que são isentas ao erro e inflexíveis. 

A liderança humanizada e consciente vem para ultrapassar todos esses antigos moldes e estabelecer uma nova perspectiva dentro das empresas de sucesso: o impacto de uma liderança integrada à equipe, com propósito e inspiração para os colaboradores.

O sucesso econômico é importante, porém deve ser pensado como um fator complementar e não como o grande objetivo da empresa, pois só assim é possível estabelecer uma liderança consciente e desenvolver o humano cada vez mais.

Com a pandemia da Covid-19, muitos anseios e muitos ideais mudaram na sociedade contemporânea, pois as pessoas reformularam suas prioridades e a demanda corporativa também se transformou. 

Pensar em uma liderança que aborda uma esperança de futuro, que contemple as necessidades da equipe e que as valorize é quase um pré-requisito para empresas que buscam seu lugar no mercado promissor atual.

Pensando nisso, neste post iremos falar sobre o conceito de liderança, quais suas implicações no capitalismo consciente e quais são os seus impactos positivos para o desenvolvimento e sucesso humano.

O que é Liderança?

A liderança pode ser definida como um conjunto de habilidades que incluem motivar, inspirar, conduzir e influenciar pessoas, com intuito de alcançar os objetivos da empresa e também da equipe. 

Porém, o que vemos na maioria das vezes são gestões autocráticas, onde as decisões são tomadas à luz de propósitos individuais e que não valorizam as expectativas da equipe como um todo.

Pensar no conceito de liderança como algo integrativo, que valoriza as habilidades de cada colaborador na equipe e que respeita a subjetividade de cada um é imprescindível para um mundo com lideranças mais humanizadas. 

Liderar deve ser visto como algo que ultrapassa a gestão, mas envolve uma conjuntura de fatores comportamentais e um propósito maior.

Uma liderança humanizada envolve motivação e inspiração para os funcionários, além de ocupar um papel de facilitadora no processo corporativo. 

Conhecer verdadeiramente a equipe, estimular as habilidades de cada um e integrar os propósitos da equipe e da organização como metas são algumas das características que se espera de uma liderança humanizada e consciente.

Liderar é algo que atravessa várias gerações e carrega junto a sua história vários modelos diferentes, como algo que vai se transformando ao longo dos tempos.  Você já deve ter se deparado com histórias de chefes rígidos, que governavam por meio da imposição do medo e que na maioria das vezes representava uma figura aversiva para os funcionários. Pois saiba que essa representação de liderança é algo que ficou no passado e apesar de ainda ser muito recorrente, não tem mais espaço para o mercado do futuro. 

A liderança humanizada é uma nova perspectiva que acompanha as novas gerações, que já estão inseridas no mercado de trabalho e buscam por um mundo mais consciente em todos os sentidos.

Liderança e o Capitalismo Consciente

O capitalismo consciente é um tema que ganha cada vez mais espaço na sociedade e está presente nos debates corporativos com frequência. O capitalismo consciente vai questionar e reformular a grande máxima do capitalismo: o lucro.

A ideia central do capitalismo consciente não é se contrapor ao capitalismo, mas sim reformular e transformar a forma como ele opera na sociedade, integrando o bem-estar das pessoas, do mundo e a sociedade como um todo, pensando nos impactos positivos que uma organização pode causar.

A liderança consciente faz parte dos 4 pilares centrais do capitalismo consciente, que além da liderança, inclui uma cultura consciente, um propósito maior e a integração de stakeholders.

Ou seja, para que o capitalismo consciente seja possível é necessário que exista lideranças conscientes, principalmente em um momento onde há uma quebra nos padrões da economia e uma crescente tendência ESG no mercado. Todas essas temáticas estão interligadas e compõem o mercado do futuro. 

As empresas são compostas por pessoas, logo, a engrenagem principal das organizações são humanos. Empresas conscientes são reflexos de pessoas e lideranças conscientes, pois um elemento sustenta o outro e se complemeta.

A importância da liderança consciente

John Mackey e Raj Sisodia, uns dos grandes autores sobre o capitalismo consciente, apontam que para ser um bom líder é preciso primeiramente se tornar um bom servidor, trazendo a ideia de integração dos líderes a todo o restante da equipe, em uma posição de igualdade.

Além disso, a liderança consciente reflete uma equipe muito mais inspirada, engajada com os propósitos da organização e até mesmo uma cultura organizacional muito mais forte, que a diferenciam de todas as outras empresas.

Desenvolver uma liderança consciente é investir no sucesso humano, pois o êxito das empresas não está somente no poder de mercado e na lucratividade, ao contrário do que muitos imaginam.

Sendo assim, é importante ressaltar o novo líder não como alguém disponível somente à demanda da empresa, mas sim disponível às demandas pessoais e profissionais de todos os colaboradores, pois o líder deve estar em sinergia com um propósito comum e não individual.

Todas essas ideias de unicidade, coletivo e bem comum fazem parte da filosofia do capitalismo consciente e que se estendem para a liderança consciente. 

Em épocas como essas, de estresse incessante e uma sobrecarga na sociedade, a liderança consciente ocupa um papel ainda mais vital no mundo contemporâneo.

Conclusão

Liderar é acima de tudo inspirar e estimular o melhor de cada um dentro das organizações.

Contudo, é preciso romper com antigos ideais de hierarquia e com a visão limitante de liderança, que por muito tempo permeia o mercado corporativo. 

Dessa forma, se faz necessário buscar por lideranças mais humanizadas, que valorizem todos os colaboradores e suas potencialidades e ofereça oportunidades para seu desenvolvimento pessoal.

A liderança baseada na confiança e no cuidado faz parte das novas demandas para uma sociedade livre em todos os seus aspectos. Transformar o “eu” por “nós” dentro das organizações é o pilar principal para toda e qualquer transformação no mundo.


O que é liderar?

A liderança de hoje tem o conceito de servir, de inspirar e estimular os colaboradores a serem suas melhores versões.

O que é Capitalismo Consciente?

É um novo jeito de fazer investimentos e negócios no mundo

O que é gestão humanizada?

Liderar inspirando os colaboradores a serem melhores e e garantir o seu bem estar e performance.

Que competências os novos líderes devem buscar?

Além dos conhecimentos técnicos, os líderes devem buscar a empatia, a gestão flexível e o amor nas relações corporativas.

Ecossistema de inovação

Os ecossistemas de inovação são essenciais para a transformação do mundo. E isso se deve por conta da sua importância em mudar processos e criar soluções que podem mudar a estrutura de várias sociedades.

Ecossistema de inovação
Ecossistema de inovação

Um ecossistema é composto por uma conjuntura de comunidades e seres vivos incluídos em um mesmo ambiente e que interagem entre si. Quando falamos de inovação, estamos nos referindo a novas ideias, novas soluções e novas possibilidades de realizar processos e melhorar resultados.

O ecossistema de inovação une esses dois conceitos e estabelece uma nova forma de visualizar o empreendedorismo, com muito mais conhecimento, oportunidades e como um elemento transformador.

Esse conceito, difundido por diversos autores ao longo dos anos, pode ser caracterizado como ambientes repletos de relações e trocas, onde há criação, cooperação e principalmente desenvolvimento.

Muitas empresas buscam por um propósito de inovação em comum, porém nem todas possuem a oportunidade de um ecossistema de inovação.

O ecossistema de inovação é um grande diferencial na trajetória de pequenas, médias e grandes empresas, pois são ambientes que possibilitam conhecimento e aprendizados expressivos, influenciando em organizações transformadoras e autênticas no mercado.

Quer entender melhor como tudo isso funciona? Neste post irei abordar de forma aprofundada o conceito de inovação, como esse ecossistema impacta o mundo como um todo e quais suas principais características.

O que é um Ecossistema?

Um ecossistema, de acordo com a definição da biologia, é um conjunto de seres vivos que vivem em comunidades, interagindo entre si e com o ambiente em que estão inseridos.  

Dentro de um ecossistema, cada ser vivo desempenha um papel diferente, porém todos trabalham em cooperação. Ou seja, cada ser vivo depende um do outro, pois todo o funcionamento de um ecossistema depende da participação de cada elemento.

Por meio desse conceito, é possível traçar analogias que atravessam a nossa sociedade, os diversos espaços públicos e privados, as cidades, dentre vários outros ambientes que serão analisados no conceito do ecossistema de inovação.

O que é Inovação?

De forma geral, o conceito de inovação é baseado na criação de algo novo, inédito, que foge dos padrões anteriores. No contexto do mercado atual, a inovação ocupa um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento das empresas, pois se tornou a ferramenta primordial para as organizações e profissionais que buscam uma continuidade no mercado vem que atuam.

Hoje em dia podemos visualizar inúmeras startups se consolidando como grandes empresas e ultrapassando grandes organizações no mercado, pois possuem como grande diferencial a inovação, nos produtos, serviços e seus processos.

Contudo, comento que para que exista inovação propriamente dita, a ideia, produto ou serviço deve ser validada pelo cliente.

Mas afinal, quais são os fatores que influenciam para essa inovação? E qual o papel do ecossistema de inovação nesse processo? É sobre tudo isso que iremos falar agora.

O que é ecossistema de inovação?

Um ecossistema de inovação é justamente a junção entre os dois conceitos citados anteriormente, ecossistema e inovação.

Imagine uma cidade onde universidades, empresas, centros de pesquisa, o governo, startups, investidores, empreendedores e hubs de inovação interajam entre si, por meio de uma rede de relações e cooperações. Qual seria o nível de potencial desta rede?

Pois saiba que os ecossistemas de inovações são justamente sobre esse potencial e sobre essas relações, um ecossistema repleto de elementos potencializadores do conhecimento, inovação e desenvolvimento e que se interligam de forma ativa.

Os ecossistemas de inovação são sistemas de extrema importância no desenvolvimento de inovações e transformações no mundo. Tudo isso irá refletir, de forma positiva, no crescimento do ambiente como um todo, seja a cidade, Estado ou país no qual eles estão inseridos.

Contudo, é preciso que os diversos atores sociais, como as empresas, universidades, governo, a sociedade civil e o meio ambiente estejam conectados para que um ecossistema de inovação se estabeleça.

Além disso, é preciso também a integração de diversos setores, como o sistema local, regional e nacional de inovação. O que a cidade oferece para essa inovação? Quais apoios para inovação existem nesse estado? Quais políticas que fomentam a inovação no país? Tudo isso é fundamental para que ecossistemas de inovação aconteçam. 

Muitas inovações ocorrem em função de ideias e soluções dentro da própria cidade, o ambiente onde o indivíduo vive e está inserido e as organizações que operam naquele lugar, pois é preciso enxergar as cidades como laboratório.

A hélice quíntupla de inovação

A hélice quíntupla é a associação de diversos elementos e atores que compõem os ecossistemas de inovação e exercem papel fundamental na transformação. Dentre os atores que a compõem, estão:

  • academia
  • governo
  • empresa
  • sociedade
  • e o ambiente.

A academia está relacionada ao conhecimento, à formação de pessoas por meio do aprendizado, realização de pesquisas e é o elemento que detém o saber.

O governo, por outro lado, atua promovendo o desenvolvimento por meio de políticas e fomentando os atores que geram conhecimento científico, criando oportunidades para que a formação aconteça.

A empresa ou a indústria atua na comercialização da inovação, ou seja, é onde podemos visualizar os processos de inovação e transformação na prática, transformando o conhecimento em riqueza.

Posteriormente, a sociedade civil se estabelece como outro ator importante neste eixo de inovação, por meio da mídia, a arte, cultura, os estilos de vida da sociedade, dentre vários outros elementos que atuam demandando problemas e soluções.

Por fim, o ambiente se integra e complementa a quíntupla hélice de inovação com uma perspectiva sustentável, pois irá demandar soluções para os problemas ecológicos e os impactos ambientais. 

Qual a importância do ecossistema de inovação?

Os ecossistemas de inovação são grandes elementos ativos na evolução e na transformação do mundo. É preciso compreender os atores que o compõem, alicerçar todos esses contratos, essas parcerias e efetivar essa conexão entre seus diversos elementos.

O potencial de um ecossistema de inovação é muito amplo e significativo, pois vai desde o impulsionamento de empresas, o desenvolvimento de habilidades até questões sociais e ambientais como a demanda sustentável.

Com novos sistemas econômicos, novas perspectivas de mercado e um mundo completamente imerso em uma transformação que engloba as demandas sustentáveis, os ecossistemas de inovação se tornam o grande motor essencial para mercados mais produtivos, sustentáveis e inclusivos.

Conclusão

Todos esses processos complexos, caracterizados como ecossistemas de inovação, são democráticos, abrangem a geração de ideias e os processos criativos inseridos em um eixo de inovação que deve estar conectado. Dessa forma, os ecossistemas de inovação são uma das principais ferramentas de transformação do mundo em sua totalidade. Bem vindo a uma nova economia!

O que é Nova Economia?

Neste novo post eu falou sobre o que é e quais são os atributos da Nova Economia que tem como um dos principais pilares a criação de negócios com propósito. Saiba mais no meu blog

O que é Nova Economia?
O que é Nova Economia?

No mundo contemporâneo ocorreram diversas transformações no meio digital, tecnológico, comportamental e principalmente econômico. A forma como as pessoas vivenciam a economia atual traz novos modelos, novas características e tipos de negócios cada vez mais inovadores.

Seria este movimento um reflexo das novas gerações, que prezam pela experiência do usuário, pela sustentabilidade, causas sociais e diversos outros fatores que fazem parte da demanda da atualidade?

A nova economia é baseada em modelos de negócios mais flexíveis, aliados à tecnologia e centrado em solucionar problemas dos indivíduos, muito mais do que vender produtos. Com isso, o consumidor passa, cada vez mais, a fazer parte da atenção central das empresas.

Diferente da “velha economia” onde os modelos de negócios eram rígidos, com foco centralizado no produto e perspectivas de venda tradicionais, a nova economia acompanha as mudanças da sociedade, as transformações digitais e tudo o que essas relações implicam.

Para entender melhor de que forma todos esses elementos funcionam é preciso se aprofundar na história da nova economia e como ela foi elaborada ao longo do tempo.

Neste post você irá compreender como tudo isso se deu e de que forma a nova economia influencia nas empresas, promovendo tipos de negócios inovadores e observando o novo perfil de consumidor.

História da Nova Economia

O termo “The New Economy” traduzido para o português como “Nova Economia” foi citado pela primeira vez em 1983, pelo jornalista Charles P. Alexander. Em 1996, Michael J. Mandel, importante economista americano, passou a debater sobre o conceito inserido no contexto do mercado.

Dessa forma, pode-se dizer que esse novo modelo está presente desde o final dos anos 90, em contextos e proporções diferentes. Na época, o termo era citado em referência a organizações que estavam inovando na forma de realizar negócios e ultrapassando as empresas tradicionais.

Desde então, a tecnologia e a globalização passaram a protagonizar o mercado de forma expressiva, fortalecendo o conceito da nova economia e contribuindo para a elaboração de uma nova era no mundo do empreendedorismo.

Os princípios da Nova Economia

A nova economia veio para romper com modelos antigos e valores ultrapassados da velha economia, onde era o consumidor que se moldava e adaptada ao mundo e ao mercado.

Com o crescimento da internet, empresas menores adentrando o mercado e concorrendo diretamente com grandes empresas por meio das inovações tecnológicas, mídias e uma nova perspectiva do cliente, empresas tradicionais tiveram que se adaptar à nova realidade.

Dessa forma, os princípios da nova economia passaram a ser elaborados à luz do próprio consumidor, que se torna o elemento principal nesse novo modelo econômico. 

Há pelo menos 7 princípios que norteiam a nova economia. Conheça quais são eles a seguir.

Propósito

Na velha economia, o capital era super valorizado, ou seja, o lucro era o grande propósito das grandes empresas. Quando adentramos à nova economia, esses ideais passam a ser limitantes e ultrapassados, pois o conceito de sucesso passa por uma transformação e é atrelado ao propósito da organização.

Sendo assim, é necessário um propósito maior do que a lucratividade, algo que motive a criação de negócios que causem impactos positivos na sociedade atual e esteja alinhado aos propósitos do novo consumidor, que é cada vez mais consciente.

Foco no consumidor

Conhecer o cliente e investir em sua experiência é também um dos fatores essenciais na nova economia, pois muito além de vender bons produtos e oferecer serviços satisfatórios, é preciso que tudo isso solucione os reais problemas dos clientes.

Ou seja, investir na experiência do cliente é essencial para fortalecer o relacionamento da empresa com seu público e se aprimorar no mercado, visto que a nova economia possui o cliente como foco central de todo o negócio.

Criação de novas demandas

A nova economia está aberta a novas possibilidades, sem se limitar a solucionar apenas um problema.

Ou seja, por meio do desenvolvimento de um produto ou serviço, podem surgir novos desejos e demandas dos consumidores, as quais podem ser analisadas e solucionadas na nova economia.

Erros e flexibilidade

Os erros são elementos que podem ocorrer com frequência na nova economia, a qual está imersa em ferramentas digitais, em processos de criação e inovação que podem falhar em algum momento.

A flexibilidade é um dos princípios mais presentes nesse novo cenário, pois é preciso estar em constante adaptação e aberto a novas possibilidades, elaborando até mesmo novas oportunidades diante dos imprevistos.

Incertezas

A nova economia é flexível também para as transformações constantes às quais a sociedade está sujeita, principalmente no mundo contemporâneo onde as mudanças acontecem com frequência e há sempre novas formas de se aprimorar.

As empresas atuais procuram lidar com essas incertezas buscando sempre um acompanhamento do seu consumidor e analisando seus valores e preferências, alinhando sempre esses fatores a melhorias na empresa.

Criação de novas oportunidades

É em meio a conflitos e crises que surgem as maiores oportunidades no mercado, pois induz as empresas a transformar possibilidades e criar novas alternativas que podem surpreender positivamente.

Inovação para continuar

No mundo atual, as transformações ocorrem em uma velocidade máxima, o que cobra das empresas uma constante inovação para permanecer no mercado.

Ou seja, é preciso estar sempre atento às tendências e inovações no mercado e movimentar os negócios em busca de adaptação.

Novo perfil de consumidor

A nova economia fortalece ambientes corporativos horizontais, que são dinâmicos e flexíveis. Tudo isso está alinhado ao novo perfil de consumidor, que busca por experiências e não coisas, possui propósitos mais amplos e preza pelo consumo consciente.

Negócios criativos e pautados nas demandas sociais se destacam nesse novo cenário, alcançando públicos cada vez mais atuais e ativos no mercado.

A tecnologia alinhada ao conhecimento fortaleceu não só o consumidor no seu processo de decisão, mas a nova economia como um todo.

Conclusão

Investir no bem-estar, na experiência do cliente e nas inovações tecnológicas são os primeiros passos de empresas de sucesso na nova economia.

Empresas como AirBnB e Nubank são exemplos práticos das transformações na nova economia, pois são empresas escaláveis e eficientes com potencial de crescimento expressivo.

Nesta nova realidade os negócios disruptivos, sejam eles escaláveis, sociais, inovadores ou criativos ocupam o lugar central no mercado atual.

Contudo, é preciso se aprofundar nas transformações da sociedade, nas novas demandas dos indivíduos e as questões que permeiam as tomadas de decisões e a jornada do cliente. A nova economia está alinhada a todos esses elementos e busca contemplar essa nova realidade de forma flexível e inovadora.


Qual o futuro das Artes?

Tudo está mudando e se transformando digitalmente. E a arte também acompanha essa mudança. Um exemplo disso os NFT’s que estão revolucionando o conceito de propriedade e de direito autoral pelo mundo todo.

Qual o futuro das Artes?
Qual o futuro das Artes?

Ao longo da história, as artes passaram por transformações significativas quanto às possibilidades e ferramentas de expressão. Ou seja, na medida com que novas ferramentas vão surgindo, novas formas de produzir e consumir a arte também são elaboradas.

Hoje em dia, a tecnologia ocupa um papel crucial na evolução e no futuro das artes, pois se tornou uma fonte importante facilitadora para seu desenvolvimento e sua projeção no futuro. 

Dentre as inúmeras formas de manifestação da arte, o digital e as tecnologias se destacam como grande tendência para o futuro. Além disso, as mudanças da sociedade e do mundo contemporâneo também levam a uma nova perspectiva das artes, com novas demandas e pautas que influenciam diretamente no futuro.

A contemporaneidade traz novos moldes e novos mundos artísticos, o que faz com que os artistas, a mídia, as indústrias e todo um mercado específico olhe para o futuro como um novo cenário para as artes digitais e os NFTs.

Quer se aprofundar no futuro das artes e compreender de que forma tudo isso está conectado? Neste post iremos abordar os diversos tipos de artes, as suas relações com a contemporaneidade e como a tecnologia é uma importante protagonista no cenário artístico do futuro.

Os diversos tipos de artes

A arte se manifesta de inúmeras formas, por meio de ferramentas distintas e processos singulares. Delimitá-la e defini-la de forma segregada é limitar as possibilidades de criatividade e manifestação artística no mundo.

A música, dança, teatro, pintura, fotografia, cinema e literatura são as manifestações artísticas clássicas e tradicionais que predominam no meio artístico por todo o mundo. Em contrapartida, novas vertentes são criadas sob a perspectiva de novos tempos, como é o caso das artes digitais e os NFTs.

Muitos intelectuais da área possuem teorias a respeito do que é arte e quais são os tipos de artes, porém, as ideias variam de acordo com cada teórico, o que não se pode ser analisado de forma rígida e implacável, visto que a arte é justamente expressões flexíveis, subjetivas e versáteis.

A linguagem com que é feita a comunicação na arte pode variar em diferentes níveis, formas e modelos, o que não interfere na mensagem e no sentimento que carrega cada manifestação artística. 

A arte e a contemporaneidade

O mundo contemporâneo trouxe para a arte um desejo de explorar novas possibilidades, de inovações, novas invenções e experimentações. De modo geral, a contemporaneidade oferece novas formas de interação com a arte e o artista, abrindo espaço para diferentes estímulos artísticos.

A pós-modernidade carrega novas narrativas, tanto na sociedade como nas expressões culturais e artísticas. A arte digital é um grande exemplo sobre a arte na contemporaneidade, pois desmistifica a ideia da arte como algo inflexível e mistura diversas ferramentas.

As diferentes linguagens são comumente utilizadas em conjunto no processo da arte contemporânea, causando no espectador uma conjuntura de sensações e interpretações subjetivas. 

A influência da tecnologia nas artes

Ao longo da história, a máquina ocupa um papel transformador nas sociedades e nas dinâmicas do ser humano, incluindo os processos artísticos. A tecnologia passa então, a ocupar o papel de ferramenta artística, possibilitando novas alternativas para a arte.

A interação entre a arte e a tecnologia é algo visível no mundo contemporâneo, com maior intensidade nos últimos anos. A cada nova invenção tecnológica e solução digital, a arte se potencializa e se adapta de acordo com novos mundos e novas realidades.

A tecnologia hoje faz parte do futuro das artes e desempenha um papel crucial no mundo contemporâneo. As artes digitais e NFTs são exemplos de artes do futuro que já adentraram as principais galerias pelo mundo, como a Art Basel na Suíça e a Hamptons Fine Art Fair em Nova Iorque.

Além das galerias, o museu Hermitage, conhecido como um dos maiores museus do mundo, também adentrou no mundo dos NFTs, mostrando como a tecnologia pode ser transformadora até mesmo em espaços conservadores.

O que são NFTS?

O NFT significa “non-fungible tokens” que traduzido para o português significa token-não-fungível, ou seja, são itens únicos e que não podem ser substituídos. Os NFTs funcionam basicamente como um selo de autenticidade de algum item, uma escritura de algo único e exclusivo.

Hoje ele é utilizado para músicas, jogos e principalmente artes digitais. Os NFTs permitem concretizar trabalhos artísticos no mundo virtual, por meio do universo blockchain. O blockchain é semelhante a uma cadeia de blocos, um banco de dados com fragmentos de informações e uma tecnologia que não pode ser violada.

Para entender melhor, imagine que exista uma grande biblioteca, a qual possui uma infinidade de livros e documentos exclusivos, o blockchain se assemelha à biblioteca e os livros e documentos são análogos aos NFTs.

Ao contrário do que muitos imaginam, os NFTs têm ganhado proporções expressivas no mundo todo, conquistando espaços em diversas feiras e eventos artísticos pelo mundo. No Brasil, o ArtRio, famosa feira de arte da América Latina, irá garantir espaços destinados exclusivamente às artes digitais em NFTs.

Na prática, os NFTs são importantes soluções tecnológicas para artistas do mundo inteiro, principalmente pela preservação da exclusividade de suas obras.

À medida que a arte se torna mais acessível, os números de plágios e cópias aumentam gradativamente, pois a tecnologia também possibilita com que artistas publicam suas obras com maior facilidade e logo, gerando maiores possibilidades de réplicas.

Além disso, os NFTs podem gerar retornos ainda mais significativos para as artes digitais, principalmente pela sensação de exclusividade que eles causam, fatores que influenciam os sujeitos a se sentirem especiais e importantes.

Conclusão

A tecnologia vem mudando as expressões artísticas em uma perspectiva global, com isso, as artes digitais e os NFTs representarão uma nova realidade artística, reflexo de novos tempos e de novas sociedades.

As artes do futuro irão movimentar uma nova realidade, a qual condiz com as novas demandas da sociedade, seus problemas e soluções. É preciso estar atento a essas transformações e compreender as artes digitais e artes criptografadas como protagonismo de uma nova

O que as artes querem dizer?

As artes são manifestações das pessoas na sociedade.

O que são NFTs?

São selos de autenticidade de um item. São “non-fungible tokens” .

Como a tecnologia influencia nas artes ?

A tecnologia é uma aliada das artes e ai temos um dos melhores exemplos que são as artes em NFTs.

A arte é o reflexo da nossa sociedade?

Sim! A arte é ifluenciada pela sociedade, mas também influencia a sociedade.


A arte digital: manifestação do ser humano no mundo

A arte sempre acompanhou a humanidade em toda a sua evolução. E na era digital não poderia ser diferente, por isso saiba mais sobre como as artes digitais estão sendo manifestandas pelo mundo.

A arte digital: manifestação do ser humano no mundo
A arte digital: manifestação do ser humano no mundo

As manifestações artísticas fazem parte da constituição do ser humano como indivíduo social e criativo, pois é uma importante forma de expressão dos seres humanos no mundo, seja por meio da música, pintura, cinema e as artes digitais.

A arte sempre ocupou um papel importante na evolução da sociedade como um todo, percorrendo as transformações sociais, políticas, ambientais e históricas dos povos.

Cada época carrega um mundo artístico específico, com suas características singulares que o sustentam e são construídas em conjunto, na relação entre o artista e o espectador.

Em alguns casos, as obras de arte são perpetuadas no inconsciente coletivo, atemporais, carregadas de história e significados. A arte é capaz de elaborar uma relação subjetiva com cada indivíduo e estimula interpretações únicas e especiais de cada pessoa.

Dessa forma, a arte digital representa uma continuidade desses elementos no mundo, traz novas perspectivas de manifestações criativas da sociedade e elabora novos mundos artísticos.

Além disso, a arte digital é muito significativa para a criatividade no mundo contemporâneo, além de acompanhar as transformações de sua época e democratizar as diversas formas de produzir e consumir arte nos dias atuais.

Neste post iremos transitar entre a história da arte digital, a sua relação com o mundo contemporâneo e como ela é importante para as expressões e manifestações do sujeito no mundo.

O que é arte digital?

Ao contrário do que muitos imaginam, a arte digital não se limita apenas a obras integralmente digitais, mas também a obras que possuem em algum elemento do seu processo criativo, um tipo de tecnologia digital.

A arte digital é talvez uma das formas mais democráticas e abrangentes de criação, principalmente por ter um caráter híbrido que permite essa interdisciplinaridade de ferramentas, abordagens e performances artísticas.

Apesar de representar o mundo contemporâneo e as transformações, a arte digital teve o seu início no ano de 1967, por meio de um grupo chamado Experimentos em Arte e Tecnologia (EAT).

O grupo EAT era composto por engenheiros e artistas que buscavam justamente estabelecer interações entre a arte e a tecnologia, resultando em instalações inovadoras.

A primeira grande obra de arte digital foi elaborada ainda nos anos 60 e representava uma fotografia integrada por pixels de computador. Hoje, as artes digitais possuem desdobramentos no mundo todo e são vistas com facilidade em países como Japão, França e até mesmo no Brasil.

A ideia de que a arte pode ser feita por meio de softwares, edições, vetores e diversas ferramentas digitais abre espaço para inúmeras outras possibilidades, as quais para a criatividade não há barreiras ou limites.

A arte digital e a contemporaneidade

A arte representa uma ponte entre símbolos e a compreensão dos mundos sociais, culturais e históricos. 

Ou seja, muito mais do que uma obra carregada de mensagens subjetivas, a arte sempre ocupou importante para o desenvolvimento humano , trazendo perspectivas do mundo em todos os seus aspectos.

De acordo com Howard Becker, importante autor da sociologia da arte, os mundos artísticos são pautados na relação entre os artistas que produzem as obras, o conjunto de interesses comuns e a partilha realizada entre eles para que as artes sejam manifestadas.

O espectador, em contato com as artes digitais, estabelece uma relação direta com o artista e o seu mundo, o que permite uma apreensão de conteúdos que são reflexos da percepção do mundo pelo artista.

Já imaginou o quanto os objetos presentes nas artes digitais carregam um conjunto de recortes sociais, história e elementos plurais? 

Compreender essas conexões é compreender a arte digital como manifestação do seu tempo, da sociedade contemporânea e as transformações que compõem nosso modo de viver na contemporaneidade.

A arte não é estática. Com isso, a arte digital é reflexo das mutações que acontecem no mundo de acordo com a temporalidade, as pessoas, os corpos, os problemas, as temáticas e as soluções contemporâneas que nos influenciam. 

Contudo, é preciso refletir a arte por uma perspectiva antropológica, com base nas interações do indivíduo no mundo, o qual é investido, cada vez mais, em estímulos diversos e efêmeros que interferem até mesmo na forma como as pessoas vivenciam a arte nos dias de hoje.

A arte digital como expressão criativa na sociedade

A arte digital possui um caráter transformador individual e coletivo, pois ao mesmo tempo em que elabora questões sociais e do ambiente, ela é capaz de causar revoluções íntimas e pessoais no artista e no sujeito que vivencia aquela obra como espectador. Uma verdadeira catarse.

Ela proporciona também criações interativas que permitem com que o público se envolva, de forma mais profunda e prática, com algumas obras, aguçando a criatividade interior e a busca da nossa essência como ser humano.

Instalações urbanas também são exemplos de artes digitais que causam um impacto nos indivíduos, proporcionando experiências que estimulam a expressão criativa da sociedade como um todo e não apenas do artista.

A arte digital é, para além da arte, uma solução criativa para as demandas da sociedade. A expressão criativa dos indivíduos é um elo importante também do ponto de vista psicológico, pois o lúdico permite às pessoas acessarem informações, pensamentos e sentimentos muito profundos, experimentos esses que apenas a arte pode causar em cada pessoa.

Dessa forma, é possível refletir as artes digitais por meio de uma análise da criatividade coletiva, tão importante para a evolução de uma sociedade que engloba diferentes culturas e instituições.

Conclusão

As artes digitais possuem a tecnologia como principal elo de expressão criativa, a qual é possível que qualquer indivíduo possa se manifestar na sociedade por meio das artes.

Esse movimento vem ganhando cada vez mais espaço pelo mundo, criando novas formas de vivenciar a arte e possibilitando com que mais pessoas tenham acesso à cultura e às obras de arte.

No Brasil, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE é um dos principais eventos e exposições de artes digitais, reunindo expressões estéticas, contemporâneas, instalações e diversas outras obras do mundo artístico digital.

Por fim, vale lembrar que o mundo contemporâneo se constrói a partir de inovações, do avanço das mídias e das manifestações dos seres humanos no mundo. Não importa se essa manifestação seja por meio das artes digitais ou qualquer outra expressão artística criativa.


Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Saiba que, a cada novo aprendizado e conhecimento adquirido, você está realizando algo pela primeira vez. Mergulhar em novas ideias e conceitos é uma forma de estimular o raciocínio, o pensamento crítico e ainda aumentar as habilidades e sua visão de mundo. O Lifelong Learning é sobre ser um aprendiz ativo ao longo da jornada, seja em qualquer lugar ou âmbito da vida.

Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida
Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida

O aprendizado está disponível nos desafios do dia a dia, nas palestras, nos cursos, em vídeos e podcasts ou até mesmo em uma conversa na mesa do bar.

Sendo assim, o Lifelong Learning está ligado a uma atitude, a qual o sujeito está sempre aberto e flexível a novos aprendizados.

Hoje em dia, a duração das carreiras são cada vez maiores, além de se falar muito sobre a longevidade. Em contrapartida, as mudanças e a constante transformação são aspectos fundamentais dessa nova realidade, pois as carreiras aumentaram na medida em que as possibilidades de atuação também aumentaram.

Com isso, o Lifelong Learning traz uma nova perspectiva dos modelos tradicionais de aprendizado e de atuação no mercado. Para os adeptos a essa “filosofia de vida”, as oportunidades são inúmeras e só tendem a aumentar ao decorrer dos anos.

Quer se aprofundar no assunto e saber como tudo isso funciona? Neste post iremos te mostrar como o Lifelong Learning funciona na prática e qual o seu impacto para o mercado de trabalho e o desenvolvimento pessoal.

O que é Lifelong Learning?

O termo lifelong learning – aprendizado ao longo da vida – teve origem nos anos 70 por meio da união de três grandes órgãos mundiais: Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Conselho Europeu.

O conceito busca principalmente romper com o modelo de educação tradicional, mecanicista e com tempo de duração, o qual limita o ser humano em suas infinitas possibilidades de aprendizado ao longo da vida. 

A ideia de adquirir conhecimento ao longo da vida, como um processo contínuo, é uma forma ainda mais democrática de aprendizado e de desenvolvimento.

O Lifelong Learning é representado pela instituição A Lifelong Learning Council Queensland(LLCQ) que abarca 4 pilares fundamentais, os quais veremos abaixo.

Aprender a conhecer

O primeiro pilar está ligado a uma perspectiva interior, uma abertura ao aprendizado contínuo e a forma como o sujeito está disponível ao conhecimento, de forma ativa e questionadora.

Ou seja, aprender a conhecer é a forma como as pessoas obtêm prazer no conhecimento, de forma sempre curiosa e aberta a novas perspectivas.

Neste pilar, é onde há o estímulo ao senso crítico, a posicionamentos divergentes, reflexão e confronto de ideias.

Aprender a fazer

O segundo pilar está relacionado às práticas do dia a dia, a forma como o indivíduo responde à capacidade de adaptação de forma flexível e como lidar da melhor forma em situações diversas e imprevisíveis.

Tudo isso está ligado a uma boa comunicação com as pessoas, proatividade, bom relacionamento interpessoal e várias outras habilidades que advém do lifelong learning.

Aprender a conviver

O terceiro pilar é justamente sobre a capacidade de conviver em grupos plurais, diversos e dinâmicos. 

Saber solucionar conflitos da melhor forma possível e poder se adaptar a diferentes formas de convívio é também uma importante ferramenta de aprendizado.

Aprender a ser

Aprender a ser é o último pilar do lifelong learning, o qual reúne todos os outros pilares a fim de unificar o perfil do indivíduo.

Saber ser é introjetar todos os pilares anteriores e adquirir autonomia para desenvolver um pensamento crítico ativo, responsabilidade social, e absorver o interesse genuíno pelo conhecimento contínuo.

Diversidade para o conhecimento

O mundo contemporâneo é movido por mudanças, no qual devemos estar sempre dispostos a aprender, reaprender e se adaptar a novos modelos de conhecimento, de mercado e até mesmo de estilo de vida.

A ideia de que existe um tempo pré-determinado para o aprendizado, ou de que o conhecimento deve ser adquirido apenas na juventude é uma ideia limitante, segregadora e que impossibilita com que grandes gênios perpetuem seu conhecimento para o mundo.

José Saramago, grande escritor português, começou a se dedicar à literatura e escrever seus primeiros livros aos 60 anos de idade. 

Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, começou a estudar as partículas físicas aos 68 anos de idade, assim como Charles Darwin, que dedicou toda sua vida ao conhecimento, registrando sua primeira grande obra e descoberta aos 50 anos.

Dessa forma, é possível encarar o lifelong learning como uma grande ferramenta que amplia as capacidades do ser humano em todos os seus níveis.

Lifelong Learning aplicado às empresas

O Lifelong Learning é talvez um dos requisitos mais abordados pelo meio corporativo atual. Cada vez mais, o que nos difere no mercado de trabalho vai muito além do conhecimento técnico, pois as habilidades humanas e comportamentais, conhecidas também como soft skills, são cada vez mais requisitadas.

O modelo tradicional de aprendizado limita o sujeito no mercado atual, que requer uma equipe em constante movimentação, com novos treinamentos, novos cursos e novas demandas de performance no ambiente de trabalho.

O lifelong learning, além de contribuir de forma significativa para produtividade das equipes, também desenvolve novas habilidades nos indivíduos e potencializa as habilidades já existentes, pois estimula a busca pelo desenvolvimento e qualificação.

Com isso, abre-se espaço para criatividade, para a melhora na comunicação e interação pessoal dentro da organização, na gestão de conflitos e problemas internos, além de possibilitar a diversidade de todas as formas.

Conclusão

Agora que você já sabe como funciona o Lifelong Learning, é preciso abraçar este conceito e começar a desenvolvê-lo na prática. 

Contudo, é importante estar sempre atento e disponível às novas oportunidades de aprendizado, seja no mercado de trabalho ou nos outros âmbitos da vida. E para isso é necessária uma postura lifelong learner.

A educação tradicional já não sustenta as demandas da atualidade, pois é preciso ir além e manter uma constância de aprendizado ao longo da vida, que possibilite uma vivência mais diversa, adaptável e principalmente ativa, em todos os seus sentidos.

Caso queira saber mais sobre outros assuntos do meu blog, recomendo buscar o texto do Capitalismo Consciente neste link e se você quiser saber mais sobre arte digital,acesse este link.

A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

Quer entender mais sobre como criar negócios mais conscientes, pautadas nas boas práticas do mercado e em uma boa mentoria? Junto a isso, a Mentoria é hoje uma das técnicas mais utilizadas por grandes empresários, stakeholders e demais profissionais que buscam uma orientação mais completa e efetiva nos negócios. O processo de mudança para uma empresa consciente demanda tempo e persistência, pois além de uma boa Mentoria é necessário que a equipe e os líderes estejam em sinergia com os propósitos conscientes.

A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes
A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

O mundo corporativo e dos negócios passam por uma transformação cada vez mais evidente, rumo a negócios mais conscientes, ligados à sustentabilidade, inclusão social e governança.

A nova geração de empreendedores e consumidores traz uma perspectiva desafiadora para os velhos negócios, os quais devem se adaptar o quanto antes às práticas que envolvem o capitalismo consciente para se manter no mercado.

A Mentoria, no entanto, não se trata apenas de aplicação de técnicas e conhecimento teórico, pois é um processo onde o âmbito pessoal do mentor, que envolve as suas experiências e a prática desenvolvida ao decorrer de sua vida, são ferramentas ainda mais profundas de aprendizagem pois envolve uma identificação entre o mentor e o mentorado.

Achou interessante o assunto? Neste post você irá conhecer quais são as vantagens deste novo modelo de negócios, aprofundar-se no capitalismo consciente e entender como a mentoria pode ser uma importante facilitadora desse processo.

O que é Mentoria?

Você já se perguntou como colocar toda a teoria e o conhecimento adquirido em prática? Ou já imaginou qual caminho determinado indivíduo percorreu para alcançar os seus resultados?

Saiba que para a maioria dos empreendedores, essas questões são habituais e até mesmo fundamentais durante o processo. A Mentoria é um recurso de aprendizado onde há uma troca de experiências e uma orientação com objetivo de desenvolvimento profissional.

Quando há uma troca de experiências e de informações reais, pautadas na prática, há uma identificação entre as pessoas que permite com que o mentorado visualize maiores possibilidades, novas ideias e alternativas.

Desde a infância, estamos acostumados a buscar conhecimento com pessoas mais experientes, aprender com quem já percorreu o mesmo caminho que nós percorremos e aprendemos a valorizar esse aprendizado.

Com isso, podemos ver que a mentoria está presente hoje dentro das grandes e pequenas empresas, nos espaços corporativos e não corporativos, auxiliando não só empreendedores como também pessoas que buscam um plano de carreira para seu aprimoramento no trabalho ou para traçar novos caminhos.

Capitalismo consciente e uma nova perspectiva de negócios

O modelo  capitalista  tradicional, hierárquico, desigual e guerrilheiro, não faz mais parte dos planos futuros e das tendências de mercado do mundo de hoje. 

Valorizar o capital humano, dialogar com as questões socioambientais e investir em gestões que vão de encontro ao bem estar social e as demandas da atualidade é quase um pré-requisito para negócios atuais.

Ou seja, questões como a qualidade de vida dos colaboradores, impactos ambientais e pautas sociais passam a fazer parte do novo modelo de negócios ligado ao capitalismo consciente.

Para compreender de que forma tudo isso funciona e como acontece na prática, é preciso entender quais são os quatro pilares do capitalismo consciente. Vamos conferir então?

Propósito maior

Enxergar para além do lucronas empresas é o primeiro passo para um propósito maior.

No primeiro pilar do capitalismo consciente, o propósito maior busca elaborar e entender de que forma a empresa poderá somar para a sociedade, por meio de ações que impactam de forma positiva o contexto social.

Esse tópico irá nortear a empresa em sua totalidade e será a engrenagem principal para que o capitalismo consciente aconteça e esteja integrado entre a equipe.

Orientação para stakeholder

Os stakeholders são basicamente a parte interessada na empresa, pessoas que, de forma direta ou indireta, são impactadas pelas ações da empresa.

Neste pilar do capitalismo consciente, é importante pensar na parte interessada da empresa como um todo, desde os acionistas até os colaboradores e desenvolver valores e benefícios para cada parte relacionada à empresa.

Ou seja, é importante desenvolver práticas de ESG e buscar difundir essas ideias na empresa, a fim de alinhar os propósitos dos stakeholders com o propósito maior da organização.

Liderança consciente

A liderança da empresa deve refletir o propósito maior da empresa, propagando a cultura organizacional e vivenciando de fato os valores propostos.

Muito além da teoria do capitalismo consciente, é necessário que os líderes e gestores atuem em sintonia com esses valores no dia a dia.

Cultura e gestão consciente

Por fim, é muito importante que tudo isso esteja inserido na realidade interna da organização e faça parte da realidade da empresa.

Todas as práticas, ações e atitudes habituais da organização serão os agentes principais de mudança e o que irá determinar a credibilidade da empresa com os stakeholders e demais públicos.

Afinal, a relação de confiança e o engajamento das empresas são elaboradas em situações reais e autênticas.

Embora tudo isso pareça um grande desafio, o processo de mudança para negócios mais conscientes é completamente possível e acessível por meio de uma boa mentoria, que aborda temas ligados ao ESG e todos os pilares do capitalismo consciente.

Quais são as vantagens dos negócios conscientes?

Além de estar em sintonia com o mercado do futuro e um passo à frente em relação às demais empresas, os negócios conscientes trazem benefícios para a equipe colaborativa e também na relação com o ecossistema que faz parte.

Maior alcance de consumidores

Os consumidores atuais não buscam somente adquirir um produto ou um serviço específico, e sim fazer parte de um propósito maior, vinculado a mensagens que vão de encontro às demandas sociais e sustentáveis.

Ou seja, o conceito da marca e o seu impacto na sociedade refletem diretamente no engajamento e alcance com o público.

Funcionários mais satisfeitos e produtivos

Estudos já comprovam a relação entre a satisfação e a produtividade dos colaboradores.

De acordo com pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA) e publicada no portal Estadão, os colaboradores felizes são 12% mais produtivos, enquanto a insatisfação por parte dos empregados pode prejudicar diretamente a produtividade e até mesmo a criatividade.

Negócios mais conscientes possuem um propósito maior dentro da empresa, ligados a práticas sustentáveis e que valorizam a qualidade de vida dos funcionários.

Invista na Mentoria para negócios mais conscientes

A Mentoria pode ser uma ferramenta muito importante na geração de negócios conscientes, pois irá auxiliar o indivíduo e a empresa nas dificuldades e desafios durante esse processo.

Transformar modelos tradicionais de negócios e conseguir trazer novas perspectivas de gestão envolve muitas tomadas de decisões e requer um suporte sólido, pautado em conhecimento e experiência.

Dessa forma, a Mentoria serve como uma aliada na elaboração de novas ideias para a empresa, criação de soluções e principalmente para agregar com uma nova visão do mercado, ligada à temática do consumo consciente, humanização e saudáveis com todos os stakeholders.

Caso queira se candidatar a uma mentoria comigo, acesse seu contato aqui.