A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

Quer entender mais sobre como criar negócios mais conscientes, pautadas nas boas práticas do mercado e em uma boa mentoria? Junto a isso, a Mentoria é hoje uma das técnicas mais utilizadas por grandes empresários, stakeholders e demais profissionais que buscam uma orientação mais completa e efetiva nos negócios. O processo de mudança para uma empresa consciente demanda tempo e persistência, pois além de uma boa Mentoria é necessário que a equipe e os líderes estejam em sinergia com os propósitos conscientes.

A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes
A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

O mundo corporativo e dos negócios passam por uma transformação cada vez mais evidente, rumo a negócios mais conscientes, ligados à sustentabilidade, inclusão social e governança.

A nova geração de empreendedores e consumidores traz uma perspectiva desafiadora para os velhos negócios, os quais devem se adaptar o quanto antes às práticas que envolvem o capitalismo consciente para se manter no mercado.

A Mentoria, no entanto, não se trata apenas de aplicação de técnicas e conhecimento teórico, pois é um processo onde o âmbito pessoal do mentor, que envolve as suas experiências e a prática desenvolvida ao decorrer de sua vida, são ferramentas ainda mais profundas de aprendizagem pois envolve uma identificação entre o mentor e o mentorado.

Achou interessante o assunto? Neste post você irá conhecer quais são as vantagens deste novo modelo de negócios, aprofundar-se no capitalismo consciente e entender como a mentoria pode ser uma importante facilitadora desse processo.

O que é Mentoria?

Você já se perguntou como colocar toda a teoria e o conhecimento adquirido em prática? Ou já imaginou qual caminho determinado indivíduo percorreu para alcançar os seus resultados?

Saiba que para a maioria dos empreendedores, essas questões são habituais e até mesmo fundamentais durante o processo. A Mentoria é um recurso de aprendizado onde há uma troca de experiências e uma orientação com objetivo de desenvolvimento profissional.

Quando há uma troca de experiências e de informações reais, pautadas na prática, há uma identificação entre as pessoas que permite com que o mentorado visualize maiores possibilidades, novas ideias e alternativas.

Desde a infância, estamos acostumados a buscar conhecimento com pessoas mais experientes, aprender com quem já percorreu o mesmo caminho que nós percorremos e aprendemos a valorizar esse aprendizado.

Com isso, podemos ver que a mentoria está presente hoje dentro das grandes e pequenas empresas, nos espaços corporativos e não corporativos, auxiliando não só empreendedores como também pessoas que buscam um plano de carreira para seu aprimoramento no trabalho ou para traçar novos caminhos.

Capitalismo consciente e uma nova perspectiva de negócios

O modelo  capitalista  tradicional, hierárquico, desigual e guerrilheiro, não faz mais parte dos planos futuros e das tendências de mercado do mundo de hoje. 

Valorizar o capital humano, dialogar com as questões socioambientais e investir em gestões que vão de encontro ao bem estar social e as demandas da atualidade é quase um pré-requisito para negócios atuais.

Ou seja, questões como a qualidade de vida dos colaboradores, impactos ambientais e pautas sociais passam a fazer parte do novo modelo de negócios ligado ao capitalismo consciente.

Para compreender de que forma tudo isso funciona e como acontece na prática, é preciso entender quais são os quatro pilares do capitalismo consciente. Vamos conferir então?

Propósito maior

Enxergar para além do lucronas empresas é o primeiro passo para um propósito maior.

No primeiro pilar do capitalismo consciente, o propósito maior busca elaborar e entender de que forma a empresa poderá somar para a sociedade, por meio de ações que impactam de forma positiva o contexto social.

Esse tópico irá nortear a empresa em sua totalidade e será a engrenagem principal para que o capitalismo consciente aconteça e esteja integrado entre a equipe.

Orientação para stakeholder

Os stakeholders são basicamente a parte interessada na empresa, pessoas que, de forma direta ou indireta, são impactadas pelas ações da empresa.

Neste pilar do capitalismo consciente, é importante pensar na parte interessada da empresa como um todo, desde os acionistas até os colaboradores e desenvolver valores e benefícios para cada parte relacionada à empresa.

Ou seja, é importante desenvolver práticas de ESG e buscar difundir essas ideias na empresa, a fim de alinhar os propósitos dos stakeholders com o propósito maior da organização.

Liderança consciente

A liderança da empresa deve refletir o propósito maior da empresa, propagando a cultura organizacional e vivenciando de fato os valores propostos.

Muito além da teoria do capitalismo consciente, é necessário que os líderes e gestores atuem em sintonia com esses valores no dia a dia.

Cultura e gestão consciente

Por fim, é muito importante que tudo isso esteja inserido na realidade interna da organização e faça parte da realidade da empresa.

Todas as práticas, ações e atitudes habituais da organização serão os agentes principais de mudança e o que irá determinar a credibilidade da empresa com os stakeholders e demais públicos.

Afinal, a relação de confiança e o engajamento das empresas são elaboradas em situações reais e autênticas.

Embora tudo isso pareça um grande desafio, o processo de mudança para negócios mais conscientes é completamente possível e acessível por meio de uma boa mentoria, que aborda temas ligados ao ESG e todos os pilares do capitalismo consciente.

Quais são as vantagens dos negócios conscientes?

Além de estar em sintonia com o mercado do futuro e um passo à frente em relação às demais empresas, os negócios conscientes trazem benefícios para a equipe colaborativa e também na relação com o ecossistema que faz parte.

Maior alcance de consumidores

Os consumidores atuais não buscam somente adquirir um produto ou um serviço específico, e sim fazer parte de um propósito maior, vinculado a mensagens que vão de encontro às demandas sociais e sustentáveis.

Ou seja, o conceito da marca e o seu impacto na sociedade refletem diretamente no engajamento e alcance com o público.

Funcionários mais satisfeitos e produtivos

Estudos já comprovam a relação entre a satisfação e a produtividade dos colaboradores.

De acordo com pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA) e publicada no portal Estadão, os colaboradores felizes são 12% mais produtivos, enquanto a insatisfação por parte dos empregados pode prejudicar diretamente a produtividade e até mesmo a criatividade.

Negócios mais conscientes possuem um propósito maior dentro da empresa, ligados a práticas sustentáveis e que valorizam a qualidade de vida dos funcionários.

Invista na Mentoria para negócios mais conscientes

A Mentoria pode ser uma ferramenta muito importante na geração de negócios conscientes, pois irá auxiliar o indivíduo e a empresa nas dificuldades e desafios durante esse processo.

Transformar modelos tradicionais de negócios e conseguir trazer novas perspectivas de gestão envolve muitas tomadas de decisões e requer um suporte sólido, pautado em conhecimento e experiência.

Dessa forma, a Mentoria serve como uma aliada na elaboração de novas ideias para a empresa, criação de soluções e principalmente para agregar com uma nova visão do mercado, ligada à temática do consumo consciente, humanização e saudáveis com todos os stakeholders.

Caso queira se candidatar a uma mentoria comigo, acesse seu contato aqui.

Startup: que tipo de negócio é esse?

Muito se fala no termo Startup e olhando de fora parece ser uma empresa nova que veio para dar uma boa solução ao mercado. Atualmente, os profissionais dão muito valor ao modelo de Startup e preferem trabalhar nesse tipo de empresa do que qualquer outra.

Startup: que tipo de negócio é esse?
Startup: que tipo de negócio é esse?

Isso acontece porque a Startup tem um modelo de negócios diferente, desafiador e que provoca crescimento. Mas como será que tudo isso funciona? Porque algumas Startups fazem tanto sucesso?

Se você deseja saber um pouco mais sobre o que é uma Startup e como ela funciona, continue lendo para aprender um pouco mais sobre este universo.

O que é uma Startup?

Basicamente, o termo Startup designa uma empresa jovem que entra no mercado com uma solução capaz de se desenvolver em um modelo de negócio escalável e repetível.

Portanto, a ideia da Startup é baseada em inovação e também utilização de tecnologias para melhorar o desempenho para a possibilidade de um rápido crescimento.

Muitas pessoas confundem uma Startup com qualquer empresa nova criada e isso pode estar errado. Se uma nova loja de roupas ou uma lanchonete abrir, elas não serão necessariamente startups a não ser que venham trazer um novo jeito de consumir e características de um negócio escalável no médio prazo.

Por isso, a Startup geralmente está ligada a tecnologia, uma vez que esses são elementos fundamentais para a escalabilidade de um negócio, mas não é uma regra e nem precisa ser!

Acredito que a mentoria, com um profissional certificado, possa fazer sentido para os empreendedores que quiserem se aventurar por esses caminhos. Deixo aqui a sugestão de um texto sobre a importância da mentoria no meu blog.

Vamos entender melhor as características que fazem de uma empresa uma Startup.

Características de uma Startup

Existem algumas características que ajudam a identificar um modelo de Startup. E abaixo nós listamos algumas das mais importantes desse mercado, todos baseados em inovação.

Perfil empreendedor de colaboradores

Com relação ao seu time, uma Startup está sempre em busca de colaboradores que se comportam como donos, que se preocupam com os próximos passos da empresa, oferecem soluções criativas e correm riscos a fim de se desenvolver como profissional e trazer bons resultados para a empresa.

Aliado a isso, as empresas tendem a oferecer incentivos que constroem esse tipo de profissional, como opções de ações da empresa como parte da remuneração.

Modelo de negócios 

A Startup tem o objetivo de ter um modelo de negócios simples e de muito valor. A ideia é que seja um negócio repetível. Essa simplicidade pode ajudar a diminuir os custos de um negócio e torná-lo altamente lucrativo, principalmente com a possibilidade de escala.

Flexibilidade e resiliência 

Uma Startup vem para ser algo que não existe no mercado, pelo menos do seu jeito único que faz toda diferença para o consumidor. Por isso, ela é construída em uma base pouco sólida e de muito aprendizado, onde os erros viram aprendizados e a empresa é capaz de se reestruturar e se adaptar de forma muito mais rápida.

Este cenário presente dentro das startups também é um dos motivos pelos quais elas necessitam de colaboradores com espírito empreendedor. Quem busca estabilidade e enriquecimento fácil não deve participar desse tipo de projeto.

Cultura organizacional muito forte

O modelo de Startup já vem com o entendimento de que as pessoas são o que há de mais valioso na empresa. Por isso, esse tipo de negócio funciona com uma cultura organizacional forte, com diversidade e um clima organizacional jovem, focado na qualidade de vida no trabalho e no desenvolvimento de habilidades. Aqui sugiro a leitura do texto sobre Capitalismo Consciente

Repetição e escalabilidade

É preciso que o modelo de negócio seja facilmente repetível, ou seja, capaz de entregar o mesmo valor para mais pessoas com facilidade. Com relação a escalabilidade, é preciso que a Startup consiga atingir um público maior, ter um crescimento exponencial, sem necessitar de um aumento de custo proporcional.

Um bom exemplo para explicar isso tudo é a Netflix. Mesmo que uma franquia de aluguel de filmes seja repetível, como o blockbuster, isso não significa que ela é escalável, já que para entregar o mesmo valor precisaria de muitas cópias de um filme. 

Com a plataforma da Netflix, muitas pessoas têm acesso ao mesmo título sem que o custo por isso aumente para a empresa, que por sua vez recebe seus lucros por meio de assinaturas. Se alguém assiste ou deixa de assistir, isso não impacta no custo da empresa, pois o que realmente importa é a assinatura.

Branding

Uma startup sempre desenvolve muito bem o seu branding para associar o seu valor à sua marca. Tudo é muito bem pensado e o posicionamento da empresa é muito claro, também alinhado a sua cultura organizacional, missão, visão e valores.

Alguns exemplos de Startup que são sucesso

Netflix – Uma das plataformas de streaming mais famosas do mundo, que vende assinaturas para que seus usuários tenham acesso ilimitado a todos os filmes e séries do catálogo.

Uber – Plataforma de transporte e entrega de comida que utiliza economia compartilhada para oferecer um serviço de qualidade e permitir renda extra àqueles que atuam como colaboradores.

IFood – App de entrega de comida que utiliza economia compartilhada para oferecer o serviço de delivery para todas as empresas que se cadastrarem, oportunidade de renda extra para entregadores, um catálogo de estabelecimentos para seus usuários com muita conveniência.

NuBank – App de banco que oferece cartão e conta gratuitos, sem tarifas ou anuidade. Produtos de alto valor, alinhados com as necessidades de seus clientes e um dos pioneiros das startups fintechs no Brasil. Já se tornou uma Startup unicórnio, com valor de mercado acima de 1 bilhão de dólares.

Airbnb – Startup do ramo imobiliário que oferece um catálogo de acomodações e experiências para que usuários e proprietários se conectem, oferecendo preço justo a um e lucro ao outro. Também baseado no sistema de economia compartilhada.

Acima você viu alguns exemplos de startups que fazem sucesso no mercado. É interessante perceber como algumas delas (Uber, Airbnb e IFood) utilizam fundamentos da economia compartilhada para se replicar e se tornar escalável.

Não sabe o que é economia compartilhada? Este pode ser um ótimo assunto para você começar a entender um pouco sobre como surgem as ideias de uma Startup. 

Se você gostou deste conteúdo, não se esqueça de compartilhar para que mais pessoas conheçam esse modelo de negócio e ampliem seu conhecimento para conseguir melhores oportunidades.

A importância do ESG dentro das organizações

O ESG veio para impactar o mercado de forma positiva em um momento que, tanto a sociedade quanto as empresas, já começam a perceber que se um negócio não for saudável para o mercado e para a sociedade, ele dificilmente vai conseguir se manter de pé. 

A importância do ESG dentro das organizações
A importância do ESG dentro das organizações

A sustentabilidade desempenha um papel importante nas empresas. Se um negócio não consegue se manter sustentável ao longo do tempo, as chances são maiores dele não conseguir se manter dentro do mercado.

Mas a sustentabilidade vai muito além do plano de negócios, pois entra em uma esfera maior com um contexto ambiental, social e de governança. E é aí que entra o ESG.

Mas qual realmente é a importância da ESG? Qual o impacto que isso gera nas empresas? Abaixo nós vamos discutir todos os detalhes para que você conheça mais sobre este assunto.

O que é ESG?

O ESG é um tripé de sustentabilidade adotado pelas empresas em que cada letra da sigla representa uma categoria. Este conceito representa uma forma das empresas encararem a sustentabilidade

com maior eficiência, fazendo mudanças e promovendo ações no mundo dos negócios capazes de ter um impacto na sociedade.

A sigla ESG representa três pilares que compõem a sustentabilidade empresarial, capaz de promover transformações e levando a perspectiva de análise do negócio além dos resultados financeiros:

E de Environmental (ambiental) – este pilar avalia o impacto ambiental da empresa e as práticas que a mesma utiliza para conservar o meio ambiente. Aqui são analisadas as emissões de carbono, poluição do ar e água, desmatamento e até mesmo as ações que a empresa faz em busca de conscientização da conservação.

S de Social – O social diz muito sobre como a empresa trata seus colaboradores, como ela se preocupa com os problemas sociais e que ações ela pratica para diminuir este impacto. Aqui são analisadas questões de diversidade no quadro de funcionários, promoção de conhecimento social, criação de projetos que visam melhorar o entorno, entre outros aspectos.

G de governança – A governança diz respeito à forma como a empresa é administrada, as condutas corporativas, o bom relacionamento no mercado, compliance e a transparência do negócio.

A junção desses três pilares é o que faz uma empresa sustentável além dos seus bons resultados. Por isso, é importante que eles estejam na estratégia da organização para que ela cumpra com a missão de ser uma empresa melhor para o mundo e não a empresa melhor do mundo.

Qual a importância do ESG nas empresas?

Em primeiro lugar, deve-se reconhecer que o ESG é importante porque é uma questão urgente e necessária para a manutenção do nosso planeta, para a melhoria das sociedades, de forma social e econônica. Estamos lidando com uma geração que tem cada vez mais consciência social e ambiental. Por isso, é importante questionar e desenvolver formas de governança mais transparentes e eficientes do que as praticadas anos atrás. 

Partindo deste princípio, toda organização deve entender que a geração de consumidores está mudando, trazendo um pensamento mais crítico no que se refere ao ato político de consumir. Por isso, é muito importante que a empresa tenha consciência das prioridades do seu público para que continue tendo relevância no mercado. 

A geração que em chegando ao mercado é muito mais preocupada com as questões ambientais e sociais e algumas das suas prioridades para eles são:

  • Conservação do meio ambiente
  • Diminuição do aquecimento global
  • Diminuição das desigualdades sociais
  • Desenvolvimento de talentos
  • Aumento da qualidade de vida no trabalho
  • Otimização da performance e resultados 

Portanto, é importante entender que o ESG não é mais um “luxo” das grandes empresas para “saírem bonitas na foto”, mas sim que é questão de sobrevivência no mercado. Sugiro aqui também um texto onde falo sobre mentoria, e talvez, possa ser interessante conversar com esses profissionais para ampliar sua visão sobre os grandes impactos do ESG nas organizações.

Os benefícios do ESG para as empresas

O ESG também gera bons lucros. Pode ser que a implementação seja um pouco mais complicada, por conta da fase de adaptação, mas no longo prazo estes pilares de sustentabilidade tendem a gerar bons retornos, seja nos números de faturamento ou no crescimento das oportunidades de negócio.

Sendo assim, veja alguns benefícios:

  • Aumento da eficiência da gestão de risco das organizações;
  • Maior engajamento de consumidores, colaboradores, investidores e a sociedade em geral;
  • Aumento do padrão de qualidade e sustentabilidade do mercado, trazendo benefícios para clientes e colaboradores;
  • Maior desempenho financeiro no longo prazo com a redução de gastos e criação de um entorno mais promissor;
  • Maior espaço, permanência e relevância no mercado;
  • Aumento da oferta de mão de obra qualificada.

Imagine uma empresa de software que cria um projeto social com a finalidade de ensinar crianças a programar desde cedo. Este pode ser um projeto que eleva o pilar social e que pode dar retorno no futuro, quando talentos são descobertos na sociedade.

Essa criança vai ganhar a oportunidade de qualificação, um futuro mais promissor e devolver à empresa, além do impacto social positivo, mão de obra qualificada.

Percebe como todas as ações podem ser elaboradas para que a empresa tenha mais benefícios além do lucro? Veja a seguir algumas outras ações exemplos que podem ser desenvolvidas no ESG.

Ambiental

  • Diminuição da emissão de carbono;
  • Utilização de embalagens recicláveis;
  • Utilização de energias limpas e renováveis (solar, eólica);
  • Economia de água;
  • Destinação correta aos resíduos.

Social

  • Realização de projetos sociais para a comunidade local;
  • Patrocínio e promoção de eventos culturais, sociais e esportivos;
  • Promoção de conhecimento social a colaboradores;
  • Quadro de talentos mais diverso e com oportunidades para minorias;
  • Posição social bem definida.

Governança 

  • Transparência nos processos;
  • Contratação de parceiros íntegros (fornecedores e colaboradores terceirizados);
  • Cultura da empresa bem definida;
  • Hierarquia bem definida;
  • Equipe de compliance e auditorias rotineiras.

Muito se pode fazer em uma organização para que ela tenha seu ESG bem definido e seja considerada uma empresa sustentável. Para isso, pode ser interessante que cada empresas busca encontrar qual é o seu propósito como negócio e identificar em que área pode contribuir mais, gerando impactos internos e externos, ou seja, melhorando a vida de quem trabalha na empresa e a todos os stakeholders que se relacionam com seu negócio. Sugiro a leitura do meu texto no meu blog onde falo sobre Capitalismo Consciente e de como podemos pensar em estruturar uma governança corporativa mais consciente.

Conclusão 

O ESG é a estratégia da sustentabilidade em ação no mundo corporativo. Além disso, é sempre importante ressaltar que, no cenário atual, todo este conceito passa a ser obrigação para as empresas que desejam se manter vivas no mercado. Você já tinha visto este conceito em algum lugar? O que achou dessa nova ideia de sustentabilidade nas organizações? Deixe seu comentário e compartilhe este post nas suas redes sociais para que mais pessoas tenham acesso a este conhecimento.

Convido conhecerem também meu projeto DROPS da Eli, no meu canal do Youtube, onde falo sobre o ESG na prática.

Palavras chave: ESG. Sustentabilidade.Ambiental. Econômico.Governança

O que é Moda Digital? Conheça essa opção Sustentável

As roupas digitais viraram uma grande tendência contemporânea ao unir a moda e tecnologia. A possibilidade de você ter uma peça de roupa digital vem ao encontro da sustentabilidade que é um grande desafio para a indústria têxtil. A moda digital se encaixa bem no termo “fast fashion” que popularizou a ideia de que estilo está diretamente ligado a uma grande coleção de roupas. Nas redes sociais, um terço das pessoas considera uma peça de roupa velha, após utilizar por duas vezes. Ainda, a grande maioria diz que não irá postar fotos nas redes sociais com a roupa que já está publicada.

O processo de criação e produção elimina os disperdícios de materiais e a emissão de gases em um processo sustentável.

A moda digital pode ser um bom avanço em termos de sustentabilidade suprindo a demanda de um guarda roupa enorme, além de prejudicar o meio-ambiente. O guarda roupa virtual é composto por roupas digitais e vem ganhando popularidade nas diversas áreas do conhecimento. Dessa forma, sua coleção de roupas pode ser minimalista enquanto seu guarda-roupas virtual pode conter centenas de peças de roupas digitais.

Em 2018, a marca Carlings foi a primeira a lançar uma coleção 100% digital. As peças custaram entre U$15 e U$400. Nessa ocasião, os clientes enviavam suas fotos e a equipe de designers da marca faziam a edição da imagem, vestindo a roupa digital no cliente. A marca iniciou o projeto com o objetivo de democratizar a indústria da moda.

Devido ao sucesso, o grupo repetiu o projeto em 2019 mas dessa vez utilizando a tecnologia de realidade aumentada. Os clientes usam seus celulares e postam suas fotos diretamente no Instagram ou Facebook como se fossem filtros.

A moda digital iniciou na indústria dos video games onde os jogadores compravam skins para seus personagens. A Louis Vitton, por exemplo, desenvolveu roupas para um video game e também lançou a versão para o mundo real.

Usando a mesma tecnologia, o mundo da moda embarca com força total para oferecer uma solução mais sustentável para a fast fashion e permitir que você tenha um guarda-roupas com centenas de peças que não agridem o meio-ambiente.

Vestir Roupa Digital é Muito Simples!

A loja DressX, é uma das melhores lojas no momento. Eles oferecem roupas digitais feitas por vários estilistas. Os profissionais da moda enviam suas criações e os melhores são selecionados para vender no site.

Eles utilizam um processo simples, onde você escolhe a roupa que deseja comprar online e envia sua foto que deseja vestir a roupa.

Moda Digital - exemplo de roupa digital do site DressX
Moda Digital – exemplo de roupa digital do site DressX

A dinâmica para comprar uma roupa digital segue o mesmo principio de quando você visita uma loja física. Você navega pelo site até encontrar algo que lhe agrada. Caso desejar comprar uma peça, você deverá subir uma foto sua seguindo os critérios do site. Deve ser uma foto de corpo inteiro, bem centralizada e com boa iluminação.

Depois de subir sua foto, você pode colocar a peça desejada no carrinho de compras.

A foto que você enviou será vestida com sua roupa escolhida.

Você pode utilizar uma foto sua diferente para cada peça de roupa digital que comprar.

Site DressX - envie sua foto para vestir sua nova roupa digital - Moda Digital
Site DressX – envie sua foto para vestir sua nova roupa digital

Um dos grandes desafios da área da moda digital, é fazer com que as roupas sejam vestidas automaticamente de forma perfeita. A tecnologia ainda não está acompanhando a demanda desse setor, mas está progredindo.

No momento, esse processo está automatizado mas precisa de ajustes manual. O processo de vestir a roupa digital é feito por softwares de edição de imagem com capacidade de trabalhar em 3D. O uso desse software permite pequenos ajustes para que a roupa vista perfeitamente bem no cliente.

Outro detalhe importante é fazer o software identificar o formato do corpo de forma automática. Muitas soluções, utilizando inteligência artificial, muito em breve, contribuirão paa o processo de vestir totalmente automatizado.

No momento, as empresas estão levando até 5 horas para vestir e fazer os ajustes necessários. Isso garante a perfeição do trabalho e é muito rápido se comparado com as primeiras roupas digitais vendidas, que tinham que ser editadas em todo o processo.

Moda Digital como NFT

A empresa The Fabricant (www.thefabricant.com) é especialista em desenvolver roupas digitais. A empresa foi a primeira a explorar o conceito de moda digital na Blockchain, vendendo uma peça de roupa digital em NFT. A empresa criou um design único que foi vendido por U$ 9,5000.

Da mesma forma que a arte em NFT, a moda digital se encaixa perfeitamente para ser vendida em Blockchain e pode deixar toda a experiência ainda mais interessante. Quando se fala em NFT, o conceito de um produto único e raro vêm a nossa mente. Com a moda digital em NFT, você pode ter roupas únicas que nenhuma outra pessoa no mundo possui.

Se você ainda não conhece esse conceito, visite meu post explicando o que é arte em NFT.

Tenho certeza que o mercado da moda digital vai explorar muito mais essa possibilidade de vendas em NFT (Blockchain), da mesma forma que está sendo feita com video games.

Roupa Digital da "The Fabricant" vendida por U$ 9,500 em NFT.
Roupa Digital da “The Fabricant” vendida por U$ 9,500 em NFT.

Um Incentivo para Testar

A empresa HOT:SECOND (a-hot-second.com) fez uma campanha bem interessante com o intuíto dos para clientes testarem roupas digitais pela primeira vez. As pessoas que fossem até a loja para doar roupas que não querem mais, iriam receber uma roupa digital em troca. As roupas doadas foram para caridade e os clientes literalmente as trocaram por roupas digitais.

Site da HOT:SECOND - moda digital
Site da HOT:SECOND – moda digital

Por que Moda Digital?

Existem vários fatores que ajudam a moda digital se projetar em todo o mundo. Quando falamos de sustentabilidade e o conceito de “fast fashion”, entendemos o motivo que as roupas digitais estão ganhando popularidade em grandes proporções.

Sustentabilidade

A moda digital é a melhor solução para a sustentabilidade para o conceito de fast fashion. A indústria da moda é um grande responsável por emissões de gás de efeito estufa. As roupas descartadas sempre acabam queimadas ou chegadas em um aterro.

A moda digital permite a seus clientes se beneficiarem do conceito fast fashion sem causar danos ao meio-ambiente.

Ao comprar uma roupa digital, você reduz o impacto causado por essa única peça e também elimina o desperdício de materiais gerado durante o processo de criação e produção.

Até mesmo os grandes fabricantes podem utilizar a moda digital, sem precisar mudar suas ofertas.

A empresa PUMA criou um produto com baixo impacto ambiental e utilizou o conceito de moda digital para eliminar desperdícios causados com amostras e todo o resto que envolve o processo de criação. Eles iniciaram a produção somente depois que o projeto estava totalmente testado e aprovado utilizando a tecnologia.

Redução de Custo

Com esse processo, a empresa PUMA mostrou uma boa redução no consumo de água, tempo de produção e custo.

Inclusivo

Um tamanho veste todos – tamanho único. As peças de roupas digitais são criadas de forma única e vestem todas as pessoas, independente da forma do seu corpo.

Site da DressX - Roupas digitais para vender.
Site da DressX – Roupas digitais para vender.

Criatividade

As roupas digitais apresentam criatividade ilimitada permitindo que os designers façam experimentos que na vida real são impossíveis.

A empresa The Fabricant falou que por meio da moda digital, os designers podem literalmente viajar e colocar tudo em prática. Um vestido feito de água, luzes na peça, alterar o tipo de textura, presonalizar de acordo com seu gosto, por exemplo, gerando mais possibilidades para a sua expressão nas redes sociais.

Enquanto a criatividade não tem limite, a tecnologia impõe algumas barreiras como cometei interiormente.

Alguns serviços são feitos de forma manual, enquanto outros utilizam realidade aumentada para vestir seus clientes.

Em muitos casos, o cliente precisa enviar sua foto e aguardar a empresa retornar com a edição.

O processo automático utiliza software 3D para vestir a roupa digital no cliente. A grande barreira, no entanto, é o software reconhecer o formato do corpo para deixar todas as etapas de forma automática. As aplicações em realidade aumentada e inteligência artificial ajudam, mas alguns casos ainda precisam de ajustes manuais.

A medida que a tecnologia avança e novas versões dos softwares são lançadas, novas possibilidades estarão disponíveis até chegar o dia em que você poderá fazer uma transmissão de video usando uma roupa digital.

Quanto Custa uma Roupa Digital?

O preço de uma roupa digital não é barato. Normalmente pensamos várias vezes antes de comprar uma roupa cara para usar no mundo real, imagine ao se tratar de algo digital? As pessoas tendem a não valorizar os ítens digitais. Os valores que as pessoas se disponibilizam a pagar por ítens digitais é muito abaixo da realidade.

Por exemplo, muitos preferem pagar U$ 15 por um livro físico do que U$ 5 em sua versão digital.

O preço de uma roupa digital podem variar muito de acordo com o tipo. Pesquisando o site DressX, as camisetas custam U$ 30, moletons e calças U$ 40, tênis U$ 40.

A Moda Digital iniciou nos Video Games

Exatamente!Mas não pense que esse conceito é novo. Roupas digitais já vem sendo utilizadas (e muito) no mercado dos video games de uma forma muito séria e profissional. Por exemplo, a Louis Vitton desenvolveu uma coleção de roupas para o jogo League of Legends. Seguindo o sucesso do lançamento digital, a marca decidiu também lançar as roupas no mundo real.

Os video games utilizam a muitos anos o conceito de vender “skins” para seus jogadores. Essa prática simplesmente muda o visual do jogador, e nada afeta em suas habilidades. Assim, vimos que a moda digital iniciou com os video games, e para quem acha isso uma bobagem, analistas preveem que o mercado de moda digital (skins) nos video games irá valer U$ 50 bilhões de dólares em 2026.

A presença da mentalidade desse estilo também é presente nas redes sociais, quando as pessoas fazem sua própria curadoria de como desejam aparecer no Instagram, Facebook ou no Linkedin para algo mais profissional. Vamos acompanhando esta pauta das rpupas digitais, pois acredito que, em breve teremos novidades neste sentido.

Como Vender Arte Digital em NFT?

Nesse guia fácil e simples, você vai aprender como vender arte digital em NFT usando algumas plataformas específicas. Se você não sabe como publicar sua arte digital em sites de vendas ou leilões, continue lendo esse post. Desde o cadastro até a publicação de sua arte NFT, aqui você irá aprender tudo para iniciar.

Com o grande crescimento das plataformas especializadas, cada vez mais, artistas estão mostrando interesse em vender suas obras na Blockchain. Porém, algumas etapas podem ser difíceis para quem não está atuando na área. Esse guia irá mostrar o passo-a-passo para vender sua arte digital no Opensea.

-> Veja aqui alguns livros interessantes sobre Arte Digital!

Vender Arte Digital em NFT em Sites Confiáveis

Existem muitos marketplaces para artistas venderem suas obras digitais. Ao longo desse post, eu irei listar alguns dos melhores sites. Antes de iniciar, eu presumo que você já sabe o que é NFT, pois seu interesse agora é vender arte digital online. Caso não saiba, confira um post que explica de forma bem fácil esse conceito – https://www.elianedavila.com/arte-digital-nft/ .

Basicamente, as obras serão vendidas em Blockchain e são oferecidas de forma limitada ou de acordo com sua preferência. Isso define a teoria dos tokens não fungíveis (NFT). Um artista pode publicar uma obra digital que tenha somente 5 exemplares. Ainda, o artista pode definir royalties para que receba um percentual de cada venda futura. Por exemplo, um comprador recebe o direito sobre a obra e pode revender no futuro. O artista continua ganhando um percentual sobre essas vendas.

A possibilidade é enorme quando se fala em arte em NFT. Essa oportunidade acolhe todos os tipos de artistas incluindo desenhistas, artista plásticos, fotógraf@s, quem trabalha com animação digital, produz poemas, música, etc.

Caso não conheça ainda todas as possibilidade, leia o post “Quais as aplicações de arte em NFT

Existem uma grande variedade de sites para vender arte digital e você poderá encontrar mais detalhes em uma listagem abaixo. Nosso foco inicial será o site Opensea que é conhecido por ser o maior marketplace de arte em NFT.

Como Vender Arte Digital em NFT no Opensea

Nessa seção, você vai aprender o passo-a-passo para deixar sua conta pronta para vender sua arte online. Tudo inicia com seu cadastro no site Opensea e segue com o upload de sua coleção, e cadastro do contrato digital (smart-contract) na Blockchain para vender sua primeira arte. Vamos aos passos:

1 – Cadastro no site Opensea

Para essa estapa, você deve ler nosso post “Como se Cadastrar no Opensea” que já está bem detalhado. Clique no link para seguir os passos. A página irá abrir em uma nova janela para facilitar o retorno para esse post.

Entre aqui: https://www.elianedavila.com/comprar-arte-em-nft-no-opensea/

2 – Criar sua Coleção de Arte

Após concluir seu cadastro, você irá ver sua página inicial com duas opções: Explore e Create. O primeiro passo para divulgar seu trabalho é criar sua coleção. Clique em “CREATE” nas etapas abaixo para iniciar

Tela inicial do Opensea - Clique em CREATE para fazer sua coleção de arte
Tela inicial do Opensea – Clique em CREATE para fazer sua coleção de arte
Vender arte digital online no Opensea
Vender arte digital online no Opensea - cadastro da coleção
Vender arte digital online no Opensea – cadastro da coleção

Nesse ponto, você pode fazer seu cadastro da sua primeira coleção.

Name: Digite o nome da coleção de forma fácil e usando termos que a identificam.

Description: Descreva em detalhes o tipo de trabalho e o que as obras nesse coleção incluem.

Logo: Suba uma imagem bonita, que chame a atenção de sua área de coleção.

3 – Incluindo seus Trabalhos no site

Agora que você têm sua coleção pronta, você pode começar a incluir seus trabalhos. Nesse ponto, a sua coleção de arte será somente para mostrar seu trabalho. Suas obras ainda não estarão a venda em NFT. Nessa etapa, você irá fazer uma galeria, onde as pessoas poderão conhecer seu trabalho.

Tela de cadastro da Arte: Cadastrar arte para vender no Opensea
Tela de cadastro da Arte para vender no Opensea

Antes de listar seu primeiro NFT, vale a pena deixar seu espaço mais personalizado. Para isso, você pode adicionar um banner que irá ficar em destaque em suas páginas que mostram suas coleções.

Na aba “Payouts” você poderá ver a listagem de pagamentos das vendas secundárias, caso você definiu receber royalties quando algum comprador re-venda seus trabalhos.

Ao clicar em “VISIT”, você irá ver sua listagem publica, como ela irá ser mostrada no site de fato.

O cadastro de seu trabalho irá ficar dessa forma:

A listagem de seu trabalho no site Opensea irá ficar nesse estilo:

Note o botão “SELL” (em azul) no topo dessa tela. Para finalmente listar seu NFT para venda, clique em Sell. Selecione o preço ou se deseja vender por leilão. Clique em “Post Your Listing” e siga as instruções em sua carteira Ethereum.

Se essa for sua primeira vez vendendo NFT no site Opensea, você irá ter que pagar uma taxa de gas (gas fee) antes de listar seu trabalho na blockchain.

Essa transação irá criar um contrato inteligente (smart contract) para sua carteira. Esse custo é alto mas você precisa pagar somente uma vez.

Caso você queira listar seus itens em outra criptomoeda, como Bitcoin, você também irá precisar desse token mas a taxa será com certeza muito menor.

Essa taxa é paga somente na primeira vez que você colocar algum NFT para vender.

Ao colocar seus próximos trabalhos para venda, você não terá mais custos pois seu smart contract na blockchain ethereum já está pago.

Vender NFT no Opensea

O processo de cadastro do seu primeiro trabalho para vender no Opensea é bem simples. Creio que a etapa mais difícil seria fazer seu cadastro pessoal para usar essa plataforma.

O único desafio agora, seria pagar a taxa em Ethereum para sua primeira listagem. Mas, seguindo os passos do site, você irá conseguir finalizar o cadastro de sua arte nesse marketplace poderoso de NFT.

Tela para vender NFT no site Opensea
Tela para vender NFT no site Opensea

Essa é a tela para concluir o cadastro do seu NFT para vender online na plataforma. Vamos analisar alguns dos ítens que você irá preencher nessa tela:

  • Set Price

Nesse caso, você irá vender seu trabalho a um preço fixo. Inclua o preço no ítem “Price“. A opção “Include Ending Price” permite que o site baixe o valor da sua arte até o limite especificado aqui, para vender mais rápido.

  • Highest Bid

Nessa tela, você irá configurar sua arte para ser vendida em leilão. No ítem Minimum Bid, você informa o lance mínimo. No Reserve Price, você estipula o valor mínimo para fechar a venda.

De Olho nas Taxas para Vender Arte Digital em NFT

Na parte final dessa tela, você irá notar algumas taxas que serão deduzidas quando seus trabalhos serem vendidos. Vamos analisar essas taxas e para finalizar vou lhe dar uma dica para vender seu NFT mais rápido.

O campo “Fees” mostra o percentual que será deduzido da sua venda. Essa taxa somente será cobrada quando você vender algo. Se sua venda for $100, o site irá deduzir $2,5.

Uma dica boa para vender sua arte NFT é prestar a atenção no campo Bounties. Esse campo é configurado em 1%, mas pode ser atualizado para até 2.5%.

O campo Bounties é a comissão que você irá pagar para os afiliados da Opensea que recomendam e vendem seus trabalhos.

Quanto mais alta essa comissão de afiliados, mais chances você terá de vender sua arte, pois a comissão para esses blogs serão maiores.

Muitos artistas tendem a deixar essa comissão em 1% e outros tentam até mesmo tirar.

Minha recomendação é colocar esse percentual no máximo (2.5%) o que irá fazer que os blogs parte do programa de afiliados da Opensea coloquem sua arte em destaque para vender.

Um bom início para vender arte digital

Esse post já lhe deu uma boa idéia do processo de vender arte digital em marketplaces especializados. Aqui mostrei todo o processo que deve ser utilizado no site Opensea.

Existem muitas outras opções, mas isso é assunto para um post futuro. Agora, faça seu cadastro no site Opensea e comece a explorar o maior marketplace de arte digital do mundo.

Enxergar em 360 graus. Isso é posssível?

Hoje me levantei me perguntando como ampliar minha capacidade de enxergar, com clareza, o mundo? Como pensar de forma mais clara sobre meus projetos? Como posso construir relacionamentos mais duradouros? Enfim, como encontrar as respostas que preciso para entender melhor o mundo em que eu vivo?

Dizem que você pode enxergar em 360 graus. Seria isso realmente possível?

Sim!!!! Vou contar como cheguei a esta conclusão.

Fiquei pensando…. como poderia eu enxergar em 360 graus se eu tenho apenas dois olhos? Claro que isso não seria possível se eu utilizasse apenas os olhos para enxergar.

Neste sentido, posso dizer que também enxergamos quando nós ouvimos e sentimos a energia do outro e em tantas outras formas de perceber que estão condensados no que chamo intuição.

O ser humano é complexo e completo! Que maravilha é esse nosso corpo e essa mente que nos dão a possibilidade de enxergar em tantas dimensões o nosso mundo.

Estar mais atento a si e ao outro não é coisa muito fácil. Hoje, posso dizer, sou uma pessoa mais madura, mais vivida e dar espaço às diversas manifestações do mundo me deu mais equilíbrio e discernimento. Assim, com essa maneira mais abrangente de enxergar, vamos nos construindo como seres humanos.

Enxergar, nesse sentido mais amplo, nos faz mais empáticos, principalmente quando sentimos a importância do outro e o seu ponto de vista. Em um mundo onde vejo as pessoas muito voltadas à competição, eu me pergunto, ” onde está a colaboração?

Onde eu posso mostrar meus talentos e realmente ser útil no que faço para melhorar o mundo e inspirar outras pessoas? Preste atenção aos sinais e permita-se enxergar em 360 graus. Isso lhe dará maior assertividade nos relacionamentos e em seus empreendimentos.

Seja inclusivo e respeite a diversidade humana no mundo.

#pensar #empreendedorismo #vida

Eliane Davila

PhD em Processos e Manifestações Culturais

Mentora de Negócios e Carreira

Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

Você faz o que ama?

A reflexão que deixo a vocês é um convite para repensar sobre sua vida. Se você não está feliz! Mude, ainda temos tempo!!

Se você está feliz com o que faz, está, com certeza no caminho certo. Talvez falte a você aprimoramento na atividade, conhecimento técnico e algumas habilidades a serem desenvolvidas, mas a sua alma estará em paz.

Posso dizer, por experiência própria, a diferença que isso faz na vida da gente!

Depois de algumas transições de carreira, me sinto mais livre, mas conectada com meu verdadeiro propósito. Desfrutar desse estado de flow, isto é, um estado mental que acontece realizamos uma atividade que nos sentimos totalmente potencializados de energia, prazer é gratificante.

Sou uma eterna aprendiz. Meus títulos conquistados com muita dedicação são importantes, mas não me definem na minha totalidade. Sou um ser humano que quer buscar coisas novas, repensar, resignificar e fazer o melhor, todos os dias.

Sou uma cidadã do mundo, sem medo de mudar, de trocar de opinião e de carreira de novo.

O que quero é seguir o fluxo, estar em movimento para poder desfrutar, junto das pessoas que amo, dessa linda jornada que é a vida. E você? Busque dentro de você suas respostas. Essa é a chave!

#mudança #novasoportunidades #abertoaonovo #inovar #criar #almaleve

Eliane Davila

Ph.D em Processos e Manifestações Culturais

Pesquisadora do Empreendedorismo Feminino

Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

Mentora de Negócios da ABMEN

Presidente da Associação de Administradores do Vale do Sinos – AVS

A busca de si na jornada empreendedora

Hoje acordei com vontade de escrever! Olha que coisa mais linda! Uma experiência que me deixa muito feliz por saber que posso impactar alguém com minhas palavras.
Sou estudiosa do empreendedorismo! Sou pesquisadora do empreendedorismo feminino e tenho muito orgulho de já ter estudado, por muitos anos, essa temática fascinante.Assim, tenho privilégio de compartilhar com vocês meus pensamentos e ideias.
Eu penso que essa reflexão conecta a jornada do Eu empreendedor/a e a jornada empreendedora. É pouco incomum falar assim, de um assunto que vai além da atividade profissional. O que quero compartilhar é que a jornada empreendedora inicia com a busca da nossa identidade.
Digo isso porque falar sobre identidade é falar sobre fonte de significados, de crenças e valores que construimos ao longo do tempo.
Todos nós almejamos o encontro conosco mesmos e isso faz parte da jornada humana de alinhamento com nossa essência.Mas não é tão simples assim, esse tal encontro com nossas fraquezas e sombras, além das nossas potencialidade.
Dar luz às nossas potencialidades é muito fácil, mas reconhecer que somos imperfeitos e temos fraquezas. A vulnerabilidade, como diz, Brené Brown, não é sinônimo de fraqueza, mas de autenticidade, conexão e coragem.
O mais lindo de tudo isso é a busca de nós mesmos!
Empreender tem tudo a ver com esse pensamento, pois nos lançamos aos nossos sonhos e, neste processo, nesta jornada, nos expomos , erramos, acertamos e vamos buscando nossa essência como ser humano.
Que linda travessia estamos realizando na jornada empreendedora. Cada um de nós, a sua maneira, vai encontrando, nesta travessia, um sentido para empreender.
Isso também tem a ver com nossa busca pela felicidade, tem a ver com nossa fome por conhecimento, autoconhecimento e criatividade.
Tenho a mania de conectar muitos assuntos quando falo em empreender, mas na realidade, o empreendedorismo não é uma disciplina, mas um campo de conhecimento que se abre para diversos saberes e ligações.
Ao conectar muitos conhecimentos, muitos conceitos de empreendedorismo aparecem. É isso mesmo! Porém, empreender, na minha opinião é bem simples: colocar uma ideia em ação.!!! E com essa ideia, venho me descobrindo como ser humano.
Lindamente, a travessia pelo empreendedorismo vai dando visibilidade à pessoa que empreende! Vai revelando seus dons e suas potências. Me orgulho muito por sempre buscar mostrar este lado humano do empreendedorismo.
A inovação é importante,mas quando percebemos que as empresas são pessoas, nada melhor que se abrir abri para este caminho de autoconhecimento.
Sou entusiasta da humanização das empresas e considero o empreendedor e a empreendedora como agentes de transformação e que impactam o seu entorno.
Tenho vivido algumas experiências, escutando histórias de empreendedores,nesta pandemia, e posso dizer que se o ser humano que empreende não estiver bem, seus negócios não irão bem também.
É como aquela ideia de que em caso de despressurização, máscaras cairão na sua cabeça e você deve colocá-las primeiro em você e depois nos outros. Siga sua jornada e cresça como ser humano.

#capitalismoconsciente #pessoas #humano #humanidade #transformação #mudança

Eliane Davila

Ph.D em Processos e Manifestações Culturais

Pesquisadora do Empreendedorismo Feminino

Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

Mentora de Negócios da ABMEN

Presidente da Associação de Administradores do Vale do Sinos – AVS

Sustentabilidade e empreendedorismo: quebrando paradigmas

Hoje a reflexão parte do princípio de que estamos desconectados com a natureza. A sustentabilidade tem relação com a manutenção da vida humana no planeta. Digo que estamos desconectados porque vivemos em um mundo ainda com tantas desigualdades sociais e falta de cuidado com o planeta. Muitas pessoas que se dedicam ao empreendedorismo não levam em conta a sustentabilidade em suas condutas. Parece que a racionalidade humana deixou as pessoas distantes do que as constitui. Vivemos em um turbilhão de fragmentações: eu e os outros, eu e o planeta, eu…, eu… e mais eu.

Pensar que sustentabilidade tem a ver com a manutenção da vida no planeta requer a quebra de paradigmas. O comportamento do ser humano levou a humanidade à destruição, à morte, às guerras, às desigualdades e ao pensamento individualista. Nossa falta de conexão com a natureza e com o pensar sustentável, levou mais crianças a citarem tipos de Pokémons a nomearem as principais espécies de animais existentes no planeta terra.

Curiosamente, com este distanciamento da natureza, há um distanciamento de si, ou seja, cada vez mais estamos mais racionais e menos sintonizados com o nosso sistema biológico. Distanciar-se do que nos torna mais vivo é o que acontece na maioria das sociedades e isso contribui para que o ser humano se distancie da sua própria essência.

Dessa forma, o pensar racional que não considera as diversas dimensões humanas nos afasta do conceito da sustentabilidade . A sustentabilidade inicia com o olhar interno, identificando o tipo de mindset que temos frente ao mundo. É interessante, que observando a humanidade, ao longo do tempo, as pessoas amadureceram, cresceram, evoluíram, desconectaram-se e adoeceram.

Estamos em um momento que necessitamos fazer a jornada de cura interna para que nossas ações empreendedoras estejam conectadas com a sustentabilidade.

Perceber que o pensar sustentável no empreendedorismo inicia, dessa forma, com a jornada interna, do empreendedor e da empreendedora, na quebra de seus próprios paradigmas. Enquanto não houver conexão com nós mesmos, a sustentabilidade, em nossos projetos e empresa, estará no campo discursivo. A prática da sustentabilidade dentro de nossos negócios é uma consequência das nossas visões de mundo e de nossas atitudes. As ações sustentáveis no empreendedorismo sugerem que essa perspectiva faça parte das estratégias das empresas, assim como estejam incorporadas na cultura organizacional.

Pensar a sustentabilidade como um sistema orgânico, que conecta as pessoas à vida e à resignifição dos nossos posicionamentos, no empreendedorismo, é acreditar que a sustentabilidade relaciona-se com o princípio do equilíbrio que gera qualidade de vida para as pessoas e para todos os que se relacionam com nossas empresas. A sustentabilidade e o empreendedorismo devem estar conectados.

Termino esta reflexão dizendo que a quebra de paradigma para o desenvolvimento sustentável, nos nossos projetos, parte do nosso protagonismo em equilibrar nosso olhar empreendedor, frente ao desenvolvimento socioeconômico, político e cultural ligado à preservação do meio ambiente, no intuito de construir um mundo melhor para todos nós. Desenvolver a sustentabilidade nos leva a satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer as gerações futuras.

O empreendedorismo, a partir dessa reflexão, pode ser aplicado para definir projetos que combinam a geração de riquezas com o desenvolvimento consciente do meio social e ambiental. Pense nisso e ótimos negócios!

#sustentabilidade #empreendedorismo #paradigma #capitalismoconsciente

Eliane Davila

Ph.D em Processos e Manifestações Culturais

Pesquisadora do Empreendedorismo Feminino

Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

Mentora de Negócios da ABMEN

Presidente da Associação de Administradores do Vale do Sinos – AVS

Dimensão humana nas organizações: reflexões sobre pessoas e empresas

Essa última semana eu fiz um post nas redes sociais que falava sobre a indissociabilidade da pessoa que empreende e do seu empreendimento.

Isso mesmo! No mundo corporativo existe humanidade. Existem sentimentos, afetos e emoções. O que ocorre é que, a maioria dos empresários, não considera todas as dimensões humanas dentro das organizações. É muito incoerente isso: fragmentar o ser humano como se pudéssemos separar a persona profissional da pessoal.

Eu lembro, lá nos anos 90, quando iniciei minha carreira profissional, em um dos primeiros trabalhos que realizei, meu líder me disse: “Eliane, aqui você deve “vestir a camiseta” e seus problemas pessoais devem ficar em casa”. Ouvi essa frase e pensei: como vou realizar essa demanda de me fragmentar em profissional e pessoal? Como eu faço isso?

Essa frase seguiu comigo desafiando minhas crenças e me instigando a repensar sobre os modelos de gestão tão cruéis com os colaboradores. Na verdade, estas reflexões são fundamentais para qualquer empresas ou empresário/a. Não é possível adiar mais esta pauta! É agora!

1.1 Começando a mudar

Lendo o livro Empresas que Curam, de Raj Sisodia & Michael Gelb, me levou a reavivar esta conversa com você, caro/a leitor/a. O livro traz uma série de histórias de empresas que inspiram e que estão tornando possíveis feitos maravilhosos no mundo corporativo. Como já falei em outras reflexões, o protagonismo das instituições é fundamental para vermos as mudanças acontecerem, na prática.

A história do capitalismo não foi a coisa mais linda de se ver. Muitas ações foram realizadas em prol do desenvolvimento econômico e social , mas entendo que, entre tantas coisas, a visão mais humanizada nas organizações ficou negligenciada, trazendo influências marcadas pela violência, imposição, poder, competição e egoísmo.

As influências tóxicas do meio corporativo deixaram marcas e sofrimento nas pessoas”.

O ethos da maioria das instituições mostram empresas que correm muito atrás do lucro e desconsideram as outras relações possíveis dentro desses ambientes. Este é o mundo que você quer deixar para a prosperidade?Qual o legado de sua empresa? Ganhar dinheiro?

1.2 Elevando a consciência

Será que não temos outra maneira de nos relacionar nas organizações? Será que pessoas e organizações não são a mesma coisa? Claro que sim! Não tenha dúvida!

Empresas são pessoas, clientes são pessoas, stakholders são pessoas e a comunidade são pessoas. Esta é a chave para a elevação da consciência. A dimensão humana, por muito tempo esquecida, está retornando, aos poucos, para a relevância necessária dentro das empresas.

Percorrendo algumas literaturas sobre os negócios e lideranças, como comentam Sisódia e Gelb, existem livros que reforçam a sociopatia nos negócios. Uma sociopatia que considera a empresa sem as pessoas. Uma ideologia que torna o ambiente corporativo repleto de competição, guerras de poder e vaidades. Neste tipo de ambiente fica difícil valorizar as pessoas. Falta confiança e respeito mútuos.

Um líder lidera pelo exemplo e não pela força . Essa é a minha perspectiva também. Líderes tomam decisões difíceis, mas as tomam de forma consciente , com benevolência e gentileza em um equilíbrio entre a tenacidade e a sagacidade diz Sisodia e Gelb.

“É preciso entender que é possível promover crescimento nos negócios e servir à sociedade e ao planeta. Isso é recuperar a sanidade no mundo corporativo”.

A elevação da consciência está em acreditar firmemente que se melhorarmos a vida das pessoas que trabalham com a gente e focarmos na busca de melhorias para a nossa comunidade, encontrando soluções sustentáveis, estaremos em sinergia com nossos consumidores, sociedade e funcionários, nosso acionista vai ter resultados consistentes nas nossas empresas.

1.3 Empoderando pessoas

A missão da empresa também deve ser empoderar as pessoas. Essa atitude também as fará gerar lucro!! As empresas devem ter responsabilidade moral com cada indivíduo. Hoje, sabe-se que este posicionamento de gerar riqueza e beneficiar a todos que são impactados pelas nossas organizações. Isso é possível!

Uma liderança realmente humana é medida pela forma como curamos e empoderamos as pessoas. Tudo que acontece no mundo é responsabilidade nossa. Todo o desrespeito com o meio ambiente, com as desigualdades sociais e de gênero originaram-se da lacuna de humanidade cada ser humano.

As organizações podem fazer algo diferente! As empresas podem ser protagonistas de uma transformação social”.

O mesmo olhar que temos para geração de lucros, é o mesmo olhar que precisamos ter com as pessoas. Sabemos que o que precisamos é o equilíbrio. Sabemos que esse olhar para as pessoas reduzirá o sofrimento humano, pois em grande parte das empresas, vemos a doença, o stress e a falta de qualidade de vida.

Empoderar pessoas é construir caminhos possíveis para que ela se desenvolva“.

É pelo trabalho que desenvolvemos nossa identidade e nos tornamos capazes de exercer nossa autonomia em uma perspectiva biosocioantropológica do ser humano.

É hora de favorecer nossa vida e a da vida das pessoas que trabalham com a gente. É hora de acreditar que nossas empresas são pessoas e que elas precisam estar bem para apoiar nosso propósito maior, em uma cultura mais consciente e com líderes mais humanizados. A sociedade, os stakeholders e o nosso planeta precisam de nós, empresas que tornar a transformação mundial possível.

#capitalismoconsciente #pessoas #humano #humanidade #transformação #mudança

Eliane Davila

Ph.D em Processos e Manifestações Culturais

Pesquisadora do Empreendedorismo Feminino

Embaixadora Certificada do Capitalismo Consciente

Mentora de Negócios da ABMEN

Presidente da Associação de Administradores do Vale do Sinos – AVS