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Eliane Davila - Conteúdo | Inovação | Empreendedorismo

Mentoria e Educação: uma abordagem de ensino

Hoje eu quero conversar com vocês sobre um assunto um pouco diferente do que tenho trazido aqui no Blog , mas que ainda está interligado.

Eu te convido para parar por um momento agora e pensar como a está a educação no contexto de hoje. Cada um vai ter um contato diferente com a educação, mas existem alguns aspectos que são gerais relacionados ao essa área.

Por exemplo, no contexto de pandemia e até hoje, um dos grandes desafios é o ensino a distância. Não que ele seja bom ou ruim, mas é um formato de educar que a gente ainda tinha explorado pouco até então. O contato com o aluno é diferente e até a nossa forma tradicional de medir o ensino, como as famosas provas e avaliações diversas, acabam não se adequando a esse formato online. 

Falando em online, toda nossa forma de consumir conteúdo mudou. Hoje podemos aprender coisas acompanhando pessoas nas redes sociais. No ensino acadêmico, muitas coisas evoluíram com a facilidade de acessar materiais e fazer pesquisas, e muitas outras coisas foram repensadas também.

Diante de tudo isso, nosso mundo como um todo se tornou muito complexo, incluindo nossa forma de ensinar e aprender. Vivemos hoje uma realidade completamente diferente de 20, 30, 40 anos atrás.

Antes, as práticas pedagógicas tinham uma visão muito fatiada do ensino. Isso no contexto atual perde o sentido e acaba afastando as pessoas da educação. Quando falo afastar não digo presencialmente, digo de interesse mesmo. Em uma sala de aula, presencial ou online, quantos alunos estão de fato presentes e conscientes do conteúdo estudado?

É a partir dessas reflexões que um estudo de Morris et. al, feito em 1981, com diretores de 16 escolas em Chicago, cunhou o termo Insubordinação Criativa. O estudo definiou objetivo do termpo como:

Porque, “é a ação de atrever-se a criar, a ousar, a questionar e buscar novas respostas, a partir de caminhos inusitados.” Chiquetti, Davila, Silva (2021)

A Insubordinação Criativa é isso, repensar nossos modelos de ensino a partir da criatividade e da inovação, respeitando a ética e o contexto em que a educação está sendo exercida. É sair do “lugar comum“.

Mas como os educadores podem fazer isso? Que caminho seguir? 

Eu e meus colegas…. estreamos a Insubordinare, um grupo de pessoas que aliam experiência, tradição e modernidade na hora de ensinar. Agora nós queremos dividir isso com outros educadores e difundir a Insubordinação Criativa.

Nós queremos abastecer a pratica de ensino dos educadores com abordagens pluridisciplinares e inovadoras. Assim, eles podem ensinar com responsabilidade e criatividade, trazendo soluções para os problemas atuais. 

A Insubordinare trabalha com formações, workshops e treinamentos e eu tenho um convite especial para você.

Acesse o LInk do Curso Mentoria e Educação: uma abordagem de ensino e desccubra como colocar a mentoria dentro das suas práticas pedagógicas insubordinando criativamente.

Mentoria e Educação: uma abordagem de ensino
Mentoria e Educação: uma abordagem de ensino

O Curso está com um custo promocional até 10.08.22 e queremos muito que vocês participe com a gente. Curso online assícrono.


O dia que troquei um cargo de liderança para fazer atendimento ao cliente

Em um certo momento da minha trajetória no mundo corporativo, eu ocupava um cargo de liderança geral de uma instituição financeira. Depois de um tempo nessa posição, senti necessidade de aprender algo diferente, ter novas experiências, buscar novos horizontes.

O dia que troquei um cargo de liderança para fazer atendimento ao cliente.
O dia que troquei um cargo de liderança para fazer atendimento ao cliente.

Conversando com a minha gestora sobre isso ela me disse que a oportunidade em aberto era para ser gerente pessoa jurídica de grandes empresas. A ideia me chamou muito a atenção, porque não havia trabalhado somente com empresas de grande porte até então, pois com o cargo de liderança geral eu lidava com situações de diversos clientes.

Impulsionada por essa energia de querer mudar, aceitei a oportunidade em aberto e sai da posição de gestão de pessoas para voltar a exercer um cargo de gerente de relacionamento. O que eu mais recebi dos meus colegas foram perguntas como “Eliane, tu está louca?””Tu vai largar teu cargo de liderança para voltar a ser gerente de relacionamento?”. E eu dizia “Sim”, muito certa da minha decisão e me desprendendo do título de um cargo. Lidar com novos desafios, enxergar as coisas por outro ângulo era o que importava pra mim.

Essa troca de rota foi muito legal para a minha caminhada, pude ver a instituição por outro prisma.
E sabe o que aconteceu depois que comecei nessa nova posição? Recebi muitos convites de colegas querendo conversar comigo para saber como tinha sido minha troca de cargo. Não só isso, alguns deles acabaram fazendo o mesmo movimento que eu, mudando de posição para aprender coisas novas.

Somos seres em movimento. Evoluímos e encontramos novos propósitos. Se nos prendermos a cargos e títulos, só vamos interromper esse fluxo tão bonito que é a vida. Somos tão acostumados com o modelo vertical de pensar que esquecemos que a vida é horizontal, é vai e vem, cai e levanta.

Espero que esse texto inspire você também, assim como inspirou meus queridos colegas na época!

#inspiração#mudancas#novoshorizontes#novosdesafios

Felicidade nas organizações: isso é possível?

Compartilhei aqui recentemente um texto contando sobre quando eu deixei um cargo de liderança para atuar em atendimento ao cliente, dentro da mesma instituição. Acontece que a minha decisão não foi baseada em plano de carreira ou na busca por um salário superior, eu procurava mais felicidade no trabalho. Precisava de desafios, e fui em busca deles.

Felicidade nas empresas
Felicidade nas empresas

Talvez por isso a minha decisão tenha espantado meus colegas, porquê achamos normal abdicarmos nossa felicidade e bem-estar em nome de um cargo maior. Mas, assim como eu, muitas pessoas estão se movimentando em busca dessa felicidade corporativa.

A pandemia trouxe essa sentimento, de urgência em ser feliz, fez as pessoas perceberem o quanto seu trabalho estava ligado a sua felicidade. É também por isso que esse tema começou a ser levantado nas empresas, existe até um cargo voltado para isso agora, o Chief Happiness Officer (CHO).

Isso mostra que estamos no caminho mas, por outro lado, os altos indicadores em doenças mentais como burnout, ansiedade e depressão revelam que temos uma jornada longa pela frente. Ainda banalizamos a ansiedade, o estresse e a falta de segurança psicológica, normalizando ambientes tóxicos e infelizes.

Uma pesquisa do McKinsey Insights de setembro de 2020, mostrou que 70% das pessoas encontram seu propósito por meio do trabalho. E é isso que as empresas e os líderes precisam entender, enxergar o trabalho como algo muito maior do que só o ganha pão, ou com o único objetivo de maximizar o lucro e retorno aos acionistas.

O que é a felicidade no trabalho, afinal? Ela vai muito além dos ambientes coloridos, das festas, dos benefícios e das mesas de sinuca. É sair do que é tangível para fazer os colaboradores sentirem, podendo serem quem são.

Com certeza, é uma desafio, pois cada indivíduo é único e se sentirá feliz de maneiras diferentes. Por isso, é preciso começar focando no trabalho de cada um e também em suas relações. Descubra quais são os valores do seu colaborador.

De uma maneira geral, existem fundamentos que trazem mais felicidade para o trabalho, como: salários justos; oportunidade de desenvolvimento; segurança psicológica; senso de pertencimento; afeto e gratidão por parte dos líderes.

Uma pesquisa da Harvard Business Review mostrou que funcionários infelizes têm 18% menos produtividade, geram 16% menos lucro, provocam um aumento de 49% nos acidentes no trabalho e aumentam em 37% os índices de absenteísmo. Investir em felicidade corporativa não é só o certo a se fazer, mas o que vai gerar a sustentabilidade do negócio a longo prazo.

E lembra da história que contei no início do texto? Depois de mim, muitas pessoas da instituição que eu trabalhei também trocaram seus cargos em busca de novos desafios, é porquê a felicidade é contagiante.

#felicidadenotrabalho#empresahumanizada

Cadê o S do ESG?

Eu já quero começar esse artigo com uma pergunta: você se sente bem e feliz no seu trabalho hoje? 
Acho importante a gente começar pensando sobre isso, no bem-estar das pessoas, que muitas vezes acaba ficando de lado nas organizações.  O ESG, neste caso vem como uma estratégia para trazer o social para dentro das organização e trazendo felicidade para o mundo coorporativo.

Cadê o S do ESG?
Cadê o S do ESG?

Eu trago aqui mais um vídeo sobre ESG, que é um aspecto muito importante para as empresas se tornam mais sustentáveis e assumirem seu papel de responsabilidade social. 

Como expliquei nos vídeos anteriores, ESG é a sigla para 1. Envoirnmental, ou Meio Ambiente, Social e Governance, ou Governança.  Ou seja, empresas ESG englobam esses três pilares em sua política para serem mais sustentáveis em todos os sentidos. 

Mas se fizermos uma pesquisa rápida no Google, vemos que ESG tem evidenciado muito mais as questões ambientais. Muitas iniciativas privadas e públicas estão voltadas para a sustentabilidade ambiental, como o controle de emissão de carbono e emissão de CO2 e o desmatamento, por exemplo.

Isso é ótimo e extremamente importante, mas tem aí um desequilíbrio quando não vemos tal esforço voltado para iniciativas sociais.

E por que será que isso acontece?

Eu exergo dois motivos. 

>> O é a nossa falta de conhecimento sobre o aspecto humano. Ainda falamos pouco sobre saúde mental e bem-estar no trabalho. Nos últimos anos a pandemia fomentou essas discussões, o que tem aos poucos mudado essa realidade. 

Por exemplo, agora a OMS já reconhece oficialmente a existência da “Síndrome de Burnout” como um extresse crônico de trabalho, sendo enquadrado como doença ocupacional mesmo. 

São essas mudanças e o avanço dessas discussões no senso comum que impulsionam as transformações dentro das orgnizações também. Mas isso ainda precisa evoluir.

>> O motivo que vejo para ainda ter esse descuido com o aspecto social do ESG é a dificuldade de colocar em métricas o componente social.

  • Como medir num relatório a saúde mental dos colaboradores?
  • Como metrificar a diversidade e inclusão dentro da empresa? 

Se você assistiu meus vídeos anteriores já sabe que ESG tem ganhado cada vez mais peso na balança dos investidores e dos consumidores. A  própria Bolsa de Valores Brasileira, a B3, tem um índie específico para classificar as empresas no ESG, é o ISE-Índice de Sustentabilidade

A maneira de mostrar o desenvolvimento da empresa no ESG é por meio dos relatórios, só que é difícil resumir o aspecto humano em números, mas não é impossível. 

Falta dentro do ambiente corporativo essa evolução em termos de métricas voltadas para esse fim. 

Projetos como o L I P H (Long-term Investors in People’s Health) estão trabalhando nessa direção. São especialistas que produzem métricas e otimizam dados com novos objetivos-chave, ou KPI’s

Algumas empresas já aplicam em sua rotina pesquisas internas para acompanhar o bem-estar e a satisfação de seus colaboradores. Mas eles precisam se sentir confortáveis para responder com sinceridade, sem medo de ter sua posição dentro da empresa seja prejudicada quando se sentem sobrecarregados ou insatisfeitos com o trabalho. 

É por isso, gente, que o ESG precisa fazer parte da cultura mesmo. Não são ações isoladas, mas sim todo um sistema de que integra valores – iniciativas – postura ética- humanização – acompanhamento – direitos humanos – valorização do trabalhador com salários justos. 

Mas não podemos esquecer que Social não é só saúde, é inclusão, diversidade, contribuições para a comunidade, investimento em educação, enfim, é tudo que torna a vida das pessoas mais feliz e sustentável, dentro e fora da organização. 

Isso pode trazer mais eficiência e lucro para a empresa, com certeza, quando bem aplicado. Mas além disso gente, isso é importante porque é o certo a fazer.

Precisamos deixar um pouco de lado esse pensamento tão centralizado no eu e voltarmos para o nós. Somos seres sociáveis, não é da nossa natureza o individualismo, então vamos trazer isso para nosso trabalho e nossas empresas também, está bem?

Assim encerro essa reflexão e eu espero que ela tenha te ajudado de alguma forma. Vou deixar na descrição algumas referências sobre isso pra você se aprofundar se quiser. 

ODS- Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

World Earth Day Concept. Green Energy, Renewable and Sustainable Resources. Environmental and Ecology Care. Hand Embracing Green Leaf and Handmade Globe
World Earth Day Concept. Green Energy, Renewable and Sustainable Resources. Environmental and Ecology Care. Hand Embracing Green Leaf and Handmade Globe

Hoje eu quero trazer pra vocês um assunto muito importante que são os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da agenda 20-30

Um resumo muito breve do que é ESG. É a sigla para Envoirnment, Social e Governance. São pautas que direcionam um negócio para que ele se torne sustentável, em todos os sentidos.

As empresas comprometidas com o ESG estão mais alinhadas com o futuro e essa postura tem sido decisiva até na valorização de ações

Enquanto o ESG existe mais com uma premissa, um guia, os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável trazem uma linguagem mais empresarial, que são as metas. Isso mesmo, os ODS vêm para apontar aonde queremos chegar.  

Mas da onde veio isso, né? 

Os ODS foram definidos pela ONU. Eles são 17 objetivos a serem atingidos na “Década da Restauração de Ecossistemas”, que vai de 2021-2030, por isso agenda 20-30.

Podemos pensar na agenda de tarefas do nosso trabalho, que também aponta as metas que precisam ser atingidas em um determindo período. 

A “Década da Restauração de Ecossistemas” é uma convocação para proteger e revitalizar os ecossistemas em todo o mundo. Não adianta só falarmos em quanto a sustentabilidade é importante se não sabermos o que é preciso ser feito realmente, não é mesmo?

Eu não vou ler aqui todos os objetivos, mas eles abrangem as dimensões economica, social e ambiental.

Tanto empresas, quanto governos, instituições e pessoas podem atuar em benefício dos 17 ODS.

No entanto, eles estão divididos em 3 esferas, o que nos ajuda a direcionar nossas ações com mais foco em determinados objetivos.

Como vocês podem ver, existem metas ligadas a Biosfera, a Sociedade e a Economia. Lá no topo está o ODS 17, que são Parcerias e meios de implementação. Ele fala sobre essa necessidade de interligar todos os ODS, pois eles funcionam justamente de forma integrada. 

Não basta só as empresas atuarem nos objetivos, também não basta só os governos engajarem, da mesma forma que só a sociedade civil também não consegue atingir as metas. É preciso trabalhar de forma integrada, unificada e global. 

É por isso que os ODS são tão importantes, porque eles levam todos para o mesmo lugar a nivel global.

Tá Eliane mas como eu faço para contribuir?

Como eu sei qual objetivo está ao meu alcance ou da minha empresa? 

O Capitalismo Consciente aponta para o ODS Zero o ponto de partida de cada um para contribuir com a agenda 20-30. Então antes mesmo de começar a agir, é interessante buscar definir o seu ODS Zero, ou de sua empresa.

Eu mesma já fiz esse estudo pessoal, ligado aos meus propósitos, meus valores e minha atuação profissional para entender qual era meu ODS Zero. No meu caso, estou mais posicionada ali nos objetivos 4, Educação de qualidade, e 5, Igualdade de gênero.

Faça você também um estudo sobre os seus valores pessoais e tente buscar pelo menos uma ODS para ajudar a melhorar o nosso mundo.

Assista aos vídeos sobre sustentabilidade

ELIANE DAVILA DOS SANTOS
Doutora  em Processos e Manifestações Culturais
Administradora de Empresas – CRA RS- 016707 Mentora de Negócios e CarreirasEmbaixadora Certificada do Capitalismo ConscienteColíder da Filial-RS do Capitalismo Consciente

5 sites para comprar arte NFT

Você deseja começar a investir no mundo das artes digitais, mas não sabe onde e como comprar artes NFT? Os famosos tokens não-fungíveis estão ganhando cada vez mais espaço no mercado digital e transformando muitos investidores em milionários. Por conta disso, separei 5 sites para que você fique por dentro de como funciona esse mercado e assim começar a comprar as suas artes NFT.

Deseja comprar arte NFT? Conheça 5 sites para começar
Deseja comprar arte NFT? Conheça 5 sites para começar

As artes digitais em NFT alcançam cada vez mais novos adeptos pelo mundo e atraem o interesse de diversos entusiastas da tecnologia e da arte. 

Além disso, com o grande avanço das inovações tecnológicas e a popularização das criptomoedas, os NFTs atingiram novos números no mercado no ano de 2021, ultrapassando recordes de faturamento.

Os NFTs, também conhecidos como tokens não-fungíveis, fazem parte do universo do blockchain, com suas características únicas e distintas dos demais tokens e criptomoedas. 

Com o grande leque de possibilidades que os NFTs oferecem, o faturamento neste mercado se tornou um atrativo para diversos públicos, principalmente investidores que buscam por novidades e colecionadores de artes digitais.  

Estar aberto para o mundo das artes digitais é estar disponível para novas experiências artísticas e às novas oportunidades do mercado, que está cada vez mais atrelado ao digital e suas inovações. 

Dessa forma, existem diversas plataformas na web para quem busca vender, investir e comprar NFTs, cada uma com suas indicações específicas.

Para quem está iniciando no mercado de NFTs, é importante saber diferenciar as plataformas confiáveis e distinguir quais sites são mais indicados e acessíveis para negociar tokens não-fungíveis. 

Pensando nisso, separamos 5 sites mais indicados para quem deseja comprar artes digitais em NFTs.

Opensea

Opensea
Opensea

A plataforma Opensea está no topo das negociações de NFT no mundo todo e é considerada uma das startups de blockchain mais relevantes do mercado atual. Criada em 2017 pelos norte-americanos Devin Finzer e Alex Atallah, a Opensea já é avaliada em 13,3 bilhões de dólares, segundo estimativas da Forbes

O site funciona como um marketplace de NFTs, onde os mesmos são vendidos por meio da criptomoeda Ethereum, com a carteira MetaMask, que deve ser cadastrada pelo usuário já nos primeiros passos para criação da conta na Opensea.

A plataforma possui uma interface amigável e é acessível para todos os públicos. E uma das principais vantagens do site é justamente a facilidade e a ampla oferta de artes digitais disponíveis. 

Além disso, a Opensea é uma das plataformas mais seguras e uma das principais formas de comprar e também vender artes digitais em NFTs

Rarible

Rarible
Rarible

Fundada pelos russos Alexander Salnikov e Alexei Falin, a plataforma Rarible ganhou destaque nos últimos meses no universo dos NFTs, principalmente pela nova funcionalidade que visa reduzir as taxas de gás Ethereum.

Dessa forma, garante com que os usuários criem tokens não- fungíveis com custo zero. Ao contrário do que muitos imaginam, a Rarible já esteve no topo do mercado de NFTs, liderando até mesmo a OpenSea por um breve período.

O Rarible funciona por meio da criptomoeda RARI, que é seu token nativo. Além disso, a plataforma está entre as ferramentas que melhor administram os NFTS, ocupando lugar relevante no ranking de favoritos no mercado de NFTs.

Um dos grandes diferenciais da plataforma é justamente o seu token de governança RARI e o incentivo à movimentação do mercado de NFTs, pois cada vez que um usuário compra ou vende NFTs eles ganham moedas RARI.

Para quem possui moedas RARI, a plataforma Rarible é a principal do mercado para negociação de tokens não-fungíveis. Assim como na Opensea, é necessário conectar sua carteira MetaMask e começar a criar, vender e comprar NFTs.

Apesar de ainda não ter tantas funcionalidades como a Opensea e ser indicado para usuários que já possuem conhecimento prévio no mercado de NFTs, o Rarible é uma plataforma emergente no mercado da arte digital em NFTs no mundo que promete se destacar ainda mais nos próximos anos.

Mintable

Mintable
Mintable

A plataforma Mintable foi fundada por Zach Burks, um grande entusiasta das criptomoedas. O grande diferencial da plataforma para as demais é a possibilidade de comprar e vender NFTs não só em Ethereum (ETH) como também em Zilliqa (ZIL), o que amplia as possibilidades na carteira.

Além disso, assim como a Rarible que gratifica seus usuários com a moeda RARI a cada venda ou compra realizada na plataforma, a Mintable também recompensa os usuários nas compras de NFT com um token MINT.

Outra vantagem desse marketplace é o rendimento de uma taxa de 2,5% até 10% para os usuários que vendem NFTs na Mintable.

SuperRare

O SuperRare representa um mercado de artes digitais mais exclusivo, pois os artistas passam por uma longa análise prévia para adentrar a plataforma. 

Apesar de possuir menos opções de obras e artistas que as demais, o site atrai os colecionadores que buscam pela máxima autenticidade das obras digitais em NFT. Para ingressar na rede como artista é necessário preencher um formulário inicial e aguardar validação.

A plataforma permite o pagamento apenas em Ethereum e os NFTs podem ser vendidos a preços fixos ou por meio de lances, como um leilão.

Além disso, é possível que os NFTs sejam um investimento a longo prazo para alguns artistas e investidores, pois permite o lucro de taxa sobre os preços de revenda da arte digital em NFT.

Foundation

Foundation
Foundation

Assim como o SuperRare, o Foundation é mais um dos marketplaces no mercado de NFTs que possuem um conjunto de artistas exclusivos, escolhidos por meio de uma série de critérios da plataforma.

Além disso, o site possui uma ideia democrática de acesso às artes digitais, possibilitando com que novos artistas adentrem o mercado dos NFTs e conecta colecionadores e entusiastas da arte do mundo inteiro com artistas desconhecidos.

Para os usuários que desejam comprar NFTs na plataforma basta cadastrar uma carteira MetaMask ou Wallet Connect.

Conclusão

O futuro das artes está cada vez mais imerso e atrelado ao digital, como pode ser visto não só com o crescimento dos NFTs, mas também com o desenvolvimento do metaverso e as demais inovações digitais.

Existem dezenas de marketplaces de NFTs onde é possível consumir, vender e até mesmo criar artes digitais, portanto, conhecer as principais delas e saber escolher a mais adequada é fundamental para quem está iniciando no mercado de NFTs. O ano de 2022 promete um cenário ainda mais promissor para as artes digitais em NFTs, pois os tokens não-fungíveis estão revolucionando o mercado e colocando em evidência novos artistas da arte contemporânea.

FAQ

Quais as melhores plantaformas para comprar artes em NFTs?

Opensea, Rarible , Mintable, SuperRare, Foundation.

Você sabe o que é NFT?

Tokens não-fungíveis .

O que o NFT proporciona às artes?

Uma nova forma de expressão e manifestação das artes no mundo.

O mercado da arte digital em NFT no mundo

Você está por dentro sobre o mercado de arte digital NFTs pelo mundo? Sabia que é um mercado em expansão? O mercado de arte digital em NFT se mostra extremamente promissor e vem mudando a forma como as pessoas produzem e consomem arte pelo mundo.

Sabia que até bandas de rocks já lucram com as artes digitais? Isso é o que afirmam as bandas King os Leon e Megadeth. Além das bandas, outras formas de artes em NFT também já foram destaques pelo mundo como peças digitais, jogos de basquetes e até mesmo primeiro tweet da história.

O mercado da arte digital em NFT no mundo
O mercado da arte digital em NFT no mundo

Quer saber mais sobre o assunto? Então acompanhe o meu novo artigo e fique por dentro dos mundo da arte digital em NFT. Assim, eu inicio dizedo que a tecnologia e o digital avançam de forma inimaginável a cada ano que passa, algo que surpreende até mesmo os entusiastas da tecnologia e pessoas que trabalham com o digital. 

Os NFTs representam mais uma dessas grandes inovações tecnológicas do mundo contemporâneo, assim como as criptomoedas, o metaverso e todo esse universo e ecossistema digital.

Hoje em dia, as pessoas já nascem imersas no digital, conectadas às redes sociais até mesmo antes de nascer com páginas já criadas pelos pais nas redes sociais. A interação digital e o consumo das redes tomaram proporções muito maiores e uma dimensão social expressiva.

O digital e a tecnologia influenciam hoje não só no dia a dia das pessoas e na praticidade de suas tarefas, mas também na forma como se comunicam com o outro, nas suas relações interpessoais, nos meios de trabalho, na economia, na sociedade e também na sua relação com a arte.

Sabendo disso, é possível observar que é justamente a junção dessas temáticas, em especial a tecnologia e a arte que deu origem às NFTs e às artes digitais. 

Afinal, assim como todos os aspectos da sociedade e do consumo, a arte está intimamente atrelada ao digital no mundo contemporâneo, pois ela reflete o comportamento, as ideias e os anseios da sociedade atual.

Quer entender mais sobre como funcionam os NFTs e como as artes digitais estão impactando o mundo? Separamos algumas ideias centrais sobre o tema, como ele funciona e quais seus impactos na economia.

O que é NFT?

NFT representa a sigla para “non fungible token”, ou seja, token não fungível. Ao contrário das outras criptomoedas como a bitcoin, os NFTs são intercambiáveis, itens que não podem ser substituídos, pois são completamente únicos.

Para entender melhor como funcionam os NFTs basta imaginar um selo de autenticidade digital que comprova e atesta itens como músicas, jogos, artes digitais, dentre uma infinidade de coisas. 

A relação dos NFTs com as artes é direta e íntima, pois são dois temas que carregam o valor e o significado máximo da exclusividade, que é subjetivo.

Os NFTs além de serem uma tendência mundial, são algo que atrai muitos artistas e entusiastas digitais que prezam pela autenticidade, assim como os colecionadores. 

As pessoas que colecionam itens específicos são exemplos de perfis que se interessam pelos NFTs, justamente por essa ideia de possuir algo que são mais do que raros no mundo, mas sim totalmente únicos.

Ter um NFT equivale a ter a escritura e a propriedade de um imóvel, sendo a pessoa a dona de um ativo intercambiável, singular e indivisível no mundo todo.

O sucesso dos NFTs no mundo

As obras digitais e os NFTS causam impacto para inúmeras áreas, desde a comunicação e o marketing até a cultura, o mercado de entretenimento e da arte.

A cada nova semana, há inúmeras novas artes digitais e NFTs valendo fortunas, artistas que estão se reinventando e se aventurando em novas formas de produzir arte e se relacionar com ela de uma forma diferente, mais digital e interativa.

Músicos e bandas como o Kings of Leon e Megadeth também experienciaram o mercado de NFTs com versões exclusivas de álbuns e peças digitais, arrecadando mais de 2 milhões, como foi o caso da banda Kings of Leon.

Além da música, jogos de basquete com lances do Lebron James também foram vendidos como NFT, assim como o primeiro tweet da história, feito pelo Jack Dorsey, CEO do Twitter.

O conceito por trás do sucesso dessas NFTs e o alcance das obras digitais no mundo é um reflexo das demandas sociais e de comportamento presentes no mundo contemporâneo. 

O digital revolucionou a forma como as pessoas vivem, consomem e apreciam a arte. E os NFTs trouxeram uma nova perspectiva de exclusividade que está em outro patamar.

Blockchain e os NFTs

O blockchain é traduzido para o português como “cadeia em blocos” e é por meio do blockchain que opera a tecnologia dos NFTs, assim como as outras criptomoedas. Esse sistema funciona basicamente como um livro-razão ou um livro contábil digital.

Por ser extremamente seguro e inviolável, o blockchain foi desenvolvido justamente para evitar violações e roubos, algo que acontece com frequência nos ativos fora do ambiente digital.

Por meio da tecnologia do blockchain, é possível fazer transações de valores digitalmente, além de ser o facilitador no registro de posse dos NFTs.

Dentre as principais vantagens do blockchain estão a segurança, a confiabilidade e a sua eficiência, algo que não é encontrado em nenhum outro sistema. Dessa forma, todas as transações são registradas permanentemente, ou seja, não podem ser alteradas ou excluídas.

NFT na mira dos investidores

No início, quando surgiram os NFTs, eles eram vistos pelos investidores como algo inválido e excêntrico. Hoje em dia, a ideia do excêntrico ainda permanece para alguns, porém, a sua validade e autenticidade foram itens mais do que comprovados ao longo dos anos.

Apesar de ter chegado “tímido” no mercado financeiro, o NFT já configura uma tendência e está na mira dos investidores mais atuais e antenados. 

Que o ecossistema das criptomoedas são grandes potenciais lucrativos todo mundo sabe, porém é preciso destacar os NFTs como uma das grandes oportunidades lucrativas do momento, mais do que qualquer outra criptomoeda.

O fato é que as moedas digitais estão causando uma revolução também no mercado financeiro, pois viabilizam coisas inimagináveis no mundo físico como, por exemplo, a durabilidade eterna de um ativo.

Dentre os principais tokens que estão na mira dos grandes investidores, o setor de games se destaca como um dos grandes responsáveis pelas negociações de NFTs nos últimos meses.

Alguns jogos em NFT como o “Axie Infinity” movimentaram a economia, pois os jogadores treinavam e vendiam seus personagens dentro do jogo. 

Conclusão

Apesar das grandes vantagens dos NFTs, o tema ainda segue em especulação por artistas, empresários, investidores e entusiastas digitais. Alguns artistas apontam para a restrição das artes digitais, colocando os idealizadores das obras como promotores de tokens mais do que artistas.

Em contrapartida, muitas pessoas visualizam grandes oportunidades com a tendência dos NFTs, principalmente os músicos que poderão lucrar muito mais ao evitar as gravadoras e oferecer materiais exclusivos fora dos streamings tradicionais.

Assim como toda nova invenção, os NFTs estão protagonizando uma nova onda no mundo das criptomoedas e são pauta de vários debates atuais, seja no mercado das artes, do marketing e até mesmo na sociedade como um todo. Por fim, é importante visualizar os NFTs para além da sua inovação e sua funcionalidade, mas sim como uma nova revolução digital que promete transformar o mercado em sua totalidade e gerar inúmeras oportunidades de lucro.

Metaverso – Tudo que você precisa saber sobre o tema

Ultimamente, muito se fala em metaverso e as mudanças que isso irá trazer. Mas afinal, você sabe o que é metaverso? Neste post eu explico com detalhes!

Metaverso - Tudo que você precisa saber sobre o tema
Metaverso – Tudo que você precisa saber sobre o tema

O mundo contemporâneo caminha para transformações revolucionárias que envolvem a digitalização e a tecnologia. Com uma geração cada vez mais imersa no meio digital, todas essas mudanças se tornam acontecimentos inevitáveis e naturais. Um novo mundo nos espera com o Metaverso.

Nosso comportamento online ajuda a moldar a sociedade, assim como a sociedade molda o comportamento online, pois são dois elementos que se complementam e que fazem parte de uma estrutura sociodigital.

A inteligência artificial é uma potente agente transformadora no mundo atual, pois além de ser uma inovação revolucionária, ela vem se desdobrando em inúmeros outros elementos e criando coisas muito diferentes do que tinhamos visto até então.

Dentre esse mundo de novas possibilidades, a inteligência artificial pode contribuir desde a interpretação da linguagem das baleias até a criação de um novo ecossistema e um novo universo digital.

O metaverso é um desses novos ecossistemas digitais que irá impactar todos os fatores da vida humana, principalmente as relações sociais e a comunicação.

Conhecido como a próxima etapa da rede mundial, o metaverso se tornou um dos temas mais populares e debatidos nos últimos dias, após um pronunciamento de Mark Zuckerberg sobre a mudança do nome do Facebook para Meta, dando a largada comercial para o metaverso.  

Mas afinal, o que é metaverso e o que ele impacta na sociedade? Pensando nisso, separamos algumas informações importantes sobre essa nova onda digital e o que ela promete para o futuro.

O que é Metaverso?

O metaverso é uma aposta capaz de proporcionar uma imersão completa das pessoas no espaço digital. 

Mais do que ter acesso ao digital e compartilhar das suas ferramentas, o metaverso busca estreitar ainda mais o mundo físico-digital e fazer com que as pessoas vivenciem de fato um mundo digital.

Ou seja, pessoas que trabalham de forma remota, poderão até mesmo caminhar pelo ambiente do escritório de forma totalmente digital, algo que poderá suprir a carência de relações interpessoais que é uma das principais queixas do trabalho remoto.

Nos filmes e obras de ficção científica o metaverso já era algo figurado, mesmo que de forma utópica, algo que pode se tornar possível agora com o avanço da tecnologia e da inteligência artificial.

O termo “metaverso” foi concebido pela primeira vez por Neal Stephenson, em sua obra denominada “Nevasca”, no ano de 1992. 

Na história, o metaverso era definido como um mundo 3D que habitava avatares semelhantes aos seres humanos, algo bem parecido com o conceito de hoje sobre o metaverso.

O metaverso nada mais é do que uma conjuntura de espaços virtuais, onde as pessoas podem vivenciar experiências digitais, consumir objetos, trabalhar, se relacionar, dentre várias outras vivências.

Entretanto, é preciso compreender o metaverso como um sintoma das big techs, que moldam nosso comportamento atual e determinam tendências não só de mercado, mas de vivências e formas de se comunicar no mundo como a moda digital e as criptoartes.

De forma mais ampla, é possível compreender o metaverso por meio de tendências que norteiam o futuro da sociedade. 

Essas tendências são vistas nos nativos digitais que já possuem parte de suas vidas completamente virtuais, as inúmeras atividades que podem ser monetizadas no ambiente digital sem necessariamente ter que estar presente, além da constante criação e inovação por todas as partes da web.

O metaverso é uma conjuntura de todos esses sintomas e tendências da sociedade, uma possibilidade completamente inovadora capaz de proporcionar a imersão de todos nossos sentidos no ambiente digital.

Como funciona o Metaverso?

O metaverso é capaz de recriar ambientes presenciais em ambientes completamente digitais, ou seja, por meio da tecnologia e da inteligência artificial será possível construir um ou mais avatares e presenciar espaços digitais com pessoas que não estão no mesmo espaço físico que você.

Com a realidade virtual e a realidade aumentada, os estímulos causados pelos espaços virtuais prometem uma vivência única e mais próxima do mundo físico possível. 

De acordo com Zuckerman, a previsão é entre 5 a 10 anos para que tudo isso se torne uma realidade viável em todo o mundo, porém as expectativas são altas na sociedade e na mídia.

Já imaginou poder trafegar por inúmeros lugares, conhecer pessoas de diversos cantos do mundo e se relacionar por meio de um universo completamente digital?

Ao contrário do que estamos acostumados no ambiente digital, onde já é possível se comunicar e se relacionar com outras pessoas de forma remota, o metaverso vem para interligar o mundo online e offline, proporcionando experiências únicas que não se limitam somente ao online ou offline.

A tecnologia e a construção de novos mundos

A ideia de novos mundos habitáveis para além do mundo físico pode causar receio e medo em algumas pessoas, além da insegurança. 

Porém, por mais desafiador que seja imaginar um mundo completamente digital, é preciso estar aberto a novas experiências e às inovações do mundo contemporâneo.

Até alguns anos atrás, a televisão era um dos elementos que sugavam pelo menos 25% do nosso tempo acordado, mas hoje em dia o grande responsável por sugar a atenção das pessoas são os smartphones, tomando pelo menos 50% do tempo acordado de cada um.

Mais do que entretenimento nas redes sociais, eles se tornaram ferramentas de trabalho de grande parcela da sociedade, visto que o ambiente digital também é um forte facilitador e agente econômico.

Tudo caminha para que a digitalização e a criação de novos mundos digitais aumentem e criem novas proporções, pois a tendência para o futuro dessa geração é que o ambiente digital valha mais do que a vida física em alguns anos.

Economia do metaverso

O metaverso pode trazer inúmeras oportunidades para profissionais do design, programação, sound design, ilustração e animação. Além disso, essa nova realidade promete ser um ambiente inclusivo, com espaço para aprimorar habilidades e trabalhar as potencialidades de cada um.

Além disso, essa tendência mundial ganhou um espaço expressivo na mira dos investidores após o pronunciamento de Mark Zuckerberg e a mudança do Facebook para o novo nome “Meta”.

As criptomoedas e os NFTs já fazem parte da agenda de inúmeros entusiastas tecnológicos e caracterizam um novo ecossistema digital, algo que será ampliado ainda mais com a economia do metaverso e que atrai cada vez investidores.

Sobretudo, é importante compreender o metaverso não só como um agente transformador da sociedade e uma nova programação social, mas também como um importante influenciador nas relações de consumo, que estabelecem a nova economia.

Conclusão

Ao contrário do que muitos imaginam, o metaverso não representa uma revolução necessária, assim como nenhuma revolução digital era considerada necessária alguns anos atrás.  Em contrapartida, quando as revoluções digitais acontecem, dificilmente é possível voltar e viver da mesma forma como antes. Falar sobre o metaverso é falar sobre uma nova realidade, inadiável e irreversível

O que é Metaverso?

O metaverso é uma aposta capaz de proporcionar uma imersão completa das pessoas no espaço digital. 

Quem concebeu o termo metaverso?

O termo “metaverso” foi concebido pela primeira vez por Neal Stephenson, em sua obra denominada “Nevasca”, no ano de 1992. 

Quais profissões podem ser beneficiadas?

O metaverso pode trazer inúmeras oportunidades para profissionais do design, programação, sound design, ilustração e animação.

Como o metaverso influencia a sociedade?

É importante compreender o metaverso não só como um agente transformador da sociedade e uma nova programação social, mas também como um importante influenciador nas relações de consumo, que estabelecem a nova economia.

Liderar é uma arte

Liderar é uma arte e exige muito mais do que conhecimentos técnicos. É preciso cada vez mais humanizar as empresas e estar em sinergia com um propósito em comum.

Em tempos de capitalismo consciente, saber liderar é uma arte e vai muito além do que seguir conceitos clássicos de gestão de empresas. A liderança atual exerce um papel mais centrado na humanização, deixando um pouco de lado os processos de negócios e direcionando os esforços para o ser humano. Sendo assim, neste artigo eu trago algumas reflexões e apontamentos sobre o assunto e a importância dos líderes no desenvolvimentos de equipes mais sinérgicas e com propósitos maiores do que meramente o lucro.



Liderar é uma arte
Liderar é uma arte

Muito mais do que um papel de destaque e um lugar de prestígio dentro das empresas, o líder exerce um papel de mediador, influenciador e principalmente um papel humano, que demanda alteridade e características que vão além da boa gestão.

Um dos grandes erros das gerações passadas é a idealização dos líderes como pessoas rígidas, que são isentas ao erro e inflexíveis. 

A liderança humanizada e consciente vem para ultrapassar todos esses antigos moldes e estabelecer uma nova perspectiva dentro das empresas de sucesso: o impacto de uma liderança integrada à equipe, com propósito e inspiração para os colaboradores.

O sucesso econômico é importante, porém deve ser pensado como um fator complementar e não como o grande objetivo da empresa, pois só assim é possível estabelecer uma liderança consciente e desenvolver o humano cada vez mais.

Com a pandemia da Covid-19, muitos anseios e muitos ideais mudaram na sociedade contemporânea, pois as pessoas reformularam suas prioridades e a demanda corporativa também se transformou. 

Pensar em uma liderança que aborda uma esperança de futuro, que contemple as necessidades da equipe e que as valorize é quase um pré-requisito para empresas que buscam seu lugar no mercado promissor atual.

Pensando nisso, neste post iremos falar sobre o conceito de liderança, quais suas implicações no capitalismo consciente e quais são os seus impactos positivos para o desenvolvimento e sucesso humano.

O que é Liderança?

A liderança pode ser definida como um conjunto de habilidades que incluem motivar, inspirar, conduzir e influenciar pessoas, com intuito de alcançar os objetivos da empresa e também da equipe. 

Porém, o que vemos na maioria das vezes são gestões autocráticas, onde as decisões são tomadas à luz de propósitos individuais e que não valorizam as expectativas da equipe como um todo.

Pensar no conceito de liderança como algo integrativo, que valoriza as habilidades de cada colaborador na equipe e que respeita a subjetividade de cada um é imprescindível para um mundo com lideranças mais humanizadas. 

Liderar deve ser visto como algo que ultrapassa a gestão, mas envolve uma conjuntura de fatores comportamentais e um propósito maior.

Uma liderança humanizada envolve motivação e inspiração para os funcionários, além de ocupar um papel de facilitadora no processo corporativo. 

Conhecer verdadeiramente a equipe, estimular as habilidades de cada um e integrar os propósitos da equipe e da organização como metas são algumas das características que se espera de uma liderança humanizada e consciente.

Liderar é algo que atravessa várias gerações e carrega junto a sua história vários modelos diferentes, como algo que vai se transformando ao longo dos tempos.  Você já deve ter se deparado com histórias de chefes rígidos, que governavam por meio da imposição do medo e que na maioria das vezes representava uma figura aversiva para os funcionários. Pois saiba que essa representação de liderança é algo que ficou no passado e apesar de ainda ser muito recorrente, não tem mais espaço para o mercado do futuro. 

A liderança humanizada é uma nova perspectiva que acompanha as novas gerações, que já estão inseridas no mercado de trabalho e buscam por um mundo mais consciente em todos os sentidos.

Liderança e o Capitalismo Consciente

O capitalismo consciente é um tema que ganha cada vez mais espaço na sociedade e está presente nos debates corporativos com frequência. O capitalismo consciente vai questionar e reformular a grande máxima do capitalismo: o lucro.

A ideia central do capitalismo consciente não é se contrapor ao capitalismo, mas sim reformular e transformar a forma como ele opera na sociedade, integrando o bem-estar das pessoas, do mundo e a sociedade como um todo, pensando nos impactos positivos que uma organização pode causar.

A liderança consciente faz parte dos 4 pilares centrais do capitalismo consciente, que além da liderança, inclui uma cultura consciente, um propósito maior e a integração de stakeholders.

Ou seja, para que o capitalismo consciente seja possível é necessário que exista lideranças conscientes, principalmente em um momento onde há uma quebra nos padrões da economia e uma crescente tendência ESG no mercado. Todas essas temáticas estão interligadas e compõem o mercado do futuro. 

As empresas são compostas por pessoas, logo, a engrenagem principal das organizações são humanos. Empresas conscientes são reflexos de pessoas e lideranças conscientes, pois um elemento sustenta o outro e se complemeta.

A importância da liderança consciente

John Mackey e Raj Sisodia, uns dos grandes autores sobre o capitalismo consciente, apontam que para ser um bom líder é preciso primeiramente se tornar um bom servidor, trazendo a ideia de integração dos líderes a todo o restante da equipe, em uma posição de igualdade.

Além disso, a liderança consciente reflete uma equipe muito mais inspirada, engajada com os propósitos da organização e até mesmo uma cultura organizacional muito mais forte, que a diferenciam de todas as outras empresas.

Desenvolver uma liderança consciente é investir no sucesso humano, pois o êxito das empresas não está somente no poder de mercado e na lucratividade, ao contrário do que muitos imaginam.

Sendo assim, é importante ressaltar o novo líder não como alguém disponível somente à demanda da empresa, mas sim disponível às demandas pessoais e profissionais de todos os colaboradores, pois o líder deve estar em sinergia com um propósito comum e não individual.

Todas essas ideias de unicidade, coletivo e bem comum fazem parte da filosofia do capitalismo consciente e que se estendem para a liderança consciente. 

Em épocas como essas, de estresse incessante e uma sobrecarga na sociedade, a liderança consciente ocupa um papel ainda mais vital no mundo contemporâneo.

Conclusão

Liderar é acima de tudo inspirar e estimular o melhor de cada um dentro das organizações.

Contudo, é preciso romper com antigos ideais de hierarquia e com a visão limitante de liderança, que por muito tempo permeia o mercado corporativo. 

Dessa forma, se faz necessário buscar por lideranças mais humanizadas, que valorizem todos os colaboradores e suas potencialidades e ofereça oportunidades para seu desenvolvimento pessoal.

A liderança baseada na confiança e no cuidado faz parte das novas demandas para uma sociedade livre em todos os seus aspectos. Transformar o “eu” por “nós” dentro das organizações é o pilar principal para toda e qualquer transformação no mundo.


O que é liderar?

A liderança de hoje tem o conceito de servir, de inspirar e estimular os colaboradores a serem suas melhores versões.

O que é Capitalismo Consciente?

É um novo jeito de fazer investimentos e negócios no mundo

O que é gestão humanizada?

Liderar inspirando os colaboradores a serem melhores e e garantir o seu bem estar e performance.

Que competências os novos líderes devem buscar?

Além dos conhecimentos técnicos, os líderes devem buscar a empatia, a gestão flexível e o amor nas relações corporativas.

Ecossistema de inovação

Os ecossistemas de inovação são essenciais para a transformação do mundo. E isso se deve por conta da sua importância em mudar processos e criar soluções que podem mudar a estrutura de várias sociedades.

Ecossistema de inovação
Ecossistema de inovação

Um ecossistema é composto por uma conjuntura de comunidades e seres vivos incluídos em um mesmo ambiente e que interagem entre si. Quando falamos de inovação, estamos nos referindo a novas ideias, novas soluções e novas possibilidades de realizar processos e melhorar resultados.

O ecossistema de inovação une esses dois conceitos e estabelece uma nova forma de visualizar o empreendedorismo, com muito mais conhecimento, oportunidades e como um elemento transformador.

Esse conceito, difundido por diversos autores ao longo dos anos, pode ser caracterizado como ambientes repletos de relações e trocas, onde há criação, cooperação e principalmente desenvolvimento.

Muitas empresas buscam por um propósito de inovação em comum, porém nem todas possuem a oportunidade de um ecossistema de inovação.

O ecossistema de inovação é um grande diferencial na trajetória de pequenas, médias e grandes empresas, pois são ambientes que possibilitam conhecimento e aprendizados expressivos, influenciando em organizações transformadoras e autênticas no mercado.

Quer entender melhor como tudo isso funciona? Neste post irei abordar de forma aprofundada o conceito de inovação, como esse ecossistema impacta o mundo como um todo e quais suas principais características.

O que é um Ecossistema?

Um ecossistema, de acordo com a definição da biologia, é um conjunto de seres vivos que vivem em comunidades, interagindo entre si e com o ambiente em que estão inseridos.  

Dentro de um ecossistema, cada ser vivo desempenha um papel diferente, porém todos trabalham em cooperação. Ou seja, cada ser vivo depende um do outro, pois todo o funcionamento de um ecossistema depende da participação de cada elemento.

Por meio desse conceito, é possível traçar analogias que atravessam a nossa sociedade, os diversos espaços públicos e privados, as cidades, dentre vários outros ambientes que serão analisados no conceito do ecossistema de inovação.

O que é Inovação?

De forma geral, o conceito de inovação é baseado na criação de algo novo, inédito, que foge dos padrões anteriores. No contexto do mercado atual, a inovação ocupa um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento das empresas, pois se tornou a ferramenta primordial para as organizações e profissionais que buscam uma continuidade no mercado vem que atuam.

Hoje em dia podemos visualizar inúmeras startups se consolidando como grandes empresas e ultrapassando grandes organizações no mercado, pois possuem como grande diferencial a inovação, nos produtos, serviços e seus processos.

Contudo, comento que para que exista inovação propriamente dita, a ideia, produto ou serviço deve ser validada pelo cliente.

Mas afinal, quais são os fatores que influenciam para essa inovação? E qual o papel do ecossistema de inovação nesse processo? É sobre tudo isso que iremos falar agora.

O que é ecossistema de inovação?

Um ecossistema de inovação é justamente a junção entre os dois conceitos citados anteriormente, ecossistema e inovação.

Imagine uma cidade onde universidades, empresas, centros de pesquisa, o governo, startups, investidores, empreendedores e hubs de inovação interajam entre si, por meio de uma rede de relações e cooperações. Qual seria o nível de potencial desta rede?

Pois saiba que os ecossistemas de inovações são justamente sobre esse potencial e sobre essas relações, um ecossistema repleto de elementos potencializadores do conhecimento, inovação e desenvolvimento e que se interligam de forma ativa.

Os ecossistemas de inovação são sistemas de extrema importância no desenvolvimento de inovações e transformações no mundo. Tudo isso irá refletir, de forma positiva, no crescimento do ambiente como um todo, seja a cidade, Estado ou país no qual eles estão inseridos.

Contudo, é preciso que os diversos atores sociais, como as empresas, universidades, governo, a sociedade civil e o meio ambiente estejam conectados para que um ecossistema de inovação se estabeleça.

Além disso, é preciso também a integração de diversos setores, como o sistema local, regional e nacional de inovação. O que a cidade oferece para essa inovação? Quais apoios para inovação existem nesse estado? Quais políticas que fomentam a inovação no país? Tudo isso é fundamental para que ecossistemas de inovação aconteçam. 

Muitas inovações ocorrem em função de ideias e soluções dentro da própria cidade, o ambiente onde o indivíduo vive e está inserido e as organizações que operam naquele lugar, pois é preciso enxergar as cidades como laboratório.

A hélice quíntupla de inovação

A hélice quíntupla é a associação de diversos elementos e atores que compõem os ecossistemas de inovação e exercem papel fundamental na transformação. Dentre os atores que a compõem, estão:

  • academia
  • governo
  • empresa
  • sociedade
  • e o ambiente.

A academia está relacionada ao conhecimento, à formação de pessoas por meio do aprendizado, realização de pesquisas e é o elemento que detém o saber.

O governo, por outro lado, atua promovendo o desenvolvimento por meio de políticas e fomentando os atores que geram conhecimento científico, criando oportunidades para que a formação aconteça.

A empresa ou a indústria atua na comercialização da inovação, ou seja, é onde podemos visualizar os processos de inovação e transformação na prática, transformando o conhecimento em riqueza.

Posteriormente, a sociedade civil se estabelece como outro ator importante neste eixo de inovação, por meio da mídia, a arte, cultura, os estilos de vida da sociedade, dentre vários outros elementos que atuam demandando problemas e soluções.

Por fim, o ambiente se integra e complementa a quíntupla hélice de inovação com uma perspectiva sustentável, pois irá demandar soluções para os problemas ecológicos e os impactos ambientais. 

Qual a importância do ecossistema de inovação?

Os ecossistemas de inovação são grandes elementos ativos na evolução e na transformação do mundo. É preciso compreender os atores que o compõem, alicerçar todos esses contratos, essas parcerias e efetivar essa conexão entre seus diversos elementos.

O potencial de um ecossistema de inovação é muito amplo e significativo, pois vai desde o impulsionamento de empresas, o desenvolvimento de habilidades até questões sociais e ambientais como a demanda sustentável.

Com novos sistemas econômicos, novas perspectivas de mercado e um mundo completamente imerso em uma transformação que engloba as demandas sustentáveis, os ecossistemas de inovação se tornam o grande motor essencial para mercados mais produtivos, sustentáveis e inclusivos.

Conclusão

Todos esses processos complexos, caracterizados como ecossistemas de inovação, são democráticos, abrangem a geração de ideias e os processos criativos inseridos em um eixo de inovação que deve estar conectado. Dessa forma, os ecossistemas de inovação são uma das principais ferramentas de transformação do mundo em sua totalidade. Bem vindo a uma nova economia!

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Capitalismo Consciente - Eliane Davila