Liderar é uma arte

Liderar é uma arte e exige muito mais do que conhecimentos técnicos. É preciso cada vez mais humanizar as empresas e estar em sinergia com um propósito em comum.

Em tempos de capitalismo consciente, saber liderar é uma arte e vai muito além do que seguir conceitos clássicos de gestão de empresas. A liderança atual exerce um papel mais centrado na humanização, deixando um pouco de lado os processos de negócios e direcionando os esforços para o ser humano. Sendo assim, neste artigo eu trago algumas reflexões e apontamentos sobre o assunto e a importância dos líderes no desenvolvimentos de equipes mais sinérgicas e com propósitos maiores do que meramente o lucro.



Liderar é uma arte
Liderar é uma arte

Muito mais do que um papel de destaque e um lugar de prestígio dentro das empresas, o líder exerce um papel de mediador, influenciador e principalmente um papel humano, que demanda alteridade e características que vão além da boa gestão.

Um dos grandes erros das gerações passadas é a idealização dos líderes como pessoas rígidas, que são isentas ao erro e inflexíveis. 

A liderança humanizada e consciente vem para ultrapassar todos esses antigos moldes e estabelecer uma nova perspectiva dentro das empresas de sucesso: o impacto de uma liderança integrada à equipe, com propósito e inspiração para os colaboradores.

O sucesso econômico é importante, porém deve ser pensado como um fator complementar e não como o grande objetivo da empresa, pois só assim é possível estabelecer uma liderança consciente e desenvolver o humano cada vez mais.

Com a pandemia da Covid-19, muitos anseios e muitos ideais mudaram na sociedade contemporânea, pois as pessoas reformularam suas prioridades e a demanda corporativa também se transformou. 

Pensar em uma liderança que aborda uma esperança de futuro, que contemple as necessidades da equipe e que as valorize é quase um pré-requisito para empresas que buscam seu lugar no mercado promissor atual.

Pensando nisso, neste post iremos falar sobre o conceito de liderança, quais suas implicações no capitalismo consciente e quais são os seus impactos positivos para o desenvolvimento e sucesso humano.

O que é Liderança?

A liderança pode ser definida como um conjunto de habilidades que incluem motivar, inspirar, conduzir e influenciar pessoas, com intuito de alcançar os objetivos da empresa e também da equipe. 

Porém, o que vemos na maioria das vezes são gestões autocráticas, onde as decisões são tomadas à luz de propósitos individuais e que não valorizam as expectativas da equipe como um todo.

Pensar no conceito de liderança como algo integrativo, que valoriza as habilidades de cada colaborador na equipe e que respeita a subjetividade de cada um é imprescindível para um mundo com lideranças mais humanizadas. 

Liderar deve ser visto como algo que ultrapassa a gestão, mas envolve uma conjuntura de fatores comportamentais e um propósito maior.

Uma liderança humanizada envolve motivação e inspiração para os funcionários, além de ocupar um papel de facilitadora no processo corporativo. 

Conhecer verdadeiramente a equipe, estimular as habilidades de cada um e integrar os propósitos da equipe e da organização como metas são algumas das características que se espera de uma liderança humanizada e consciente.

Liderar é algo que atravessa várias gerações e carrega junto a sua história vários modelos diferentes, como algo que vai se transformando ao longo dos tempos.  Você já deve ter se deparado com histórias de chefes rígidos, que governavam por meio da imposição do medo e que na maioria das vezes representava uma figura aversiva para os funcionários. Pois saiba que essa representação de liderança é algo que ficou no passado e apesar de ainda ser muito recorrente, não tem mais espaço para o mercado do futuro. 

A liderança humanizada é uma nova perspectiva que acompanha as novas gerações, que já estão inseridas no mercado de trabalho e buscam por um mundo mais consciente em todos os sentidos.

Liderança e o Capitalismo Consciente

O capitalismo consciente é um tema que ganha cada vez mais espaço na sociedade e está presente nos debates corporativos com frequência. O capitalismo consciente vai questionar e reformular a grande máxima do capitalismo: o lucro.

A ideia central do capitalismo consciente não é se contrapor ao capitalismo, mas sim reformular e transformar a forma como ele opera na sociedade, integrando o bem-estar das pessoas, do mundo e a sociedade como um todo, pensando nos impactos positivos que uma organização pode causar.

A liderança consciente faz parte dos 4 pilares centrais do capitalismo consciente, que além da liderança, inclui uma cultura consciente, um propósito maior e a integração de stakeholders.

Ou seja, para que o capitalismo consciente seja possível é necessário que exista lideranças conscientes, principalmente em um momento onde há uma quebra nos padrões da economia e uma crescente tendência ESG no mercado. Todas essas temáticas estão interligadas e compõem o mercado do futuro. 

As empresas são compostas por pessoas, logo, a engrenagem principal das organizações são humanos. Empresas conscientes são reflexos de pessoas e lideranças conscientes, pois um elemento sustenta o outro e se complemeta.

A importância da liderança consciente

John Mackey e Raj Sisodia, uns dos grandes autores sobre o capitalismo consciente, apontam que para ser um bom líder é preciso primeiramente se tornar um bom servidor, trazendo a ideia de integração dos líderes a todo o restante da equipe, em uma posição de igualdade.

Além disso, a liderança consciente reflete uma equipe muito mais inspirada, engajada com os propósitos da organização e até mesmo uma cultura organizacional muito mais forte, que a diferenciam de todas as outras empresas.

Desenvolver uma liderança consciente é investir no sucesso humano, pois o êxito das empresas não está somente no poder de mercado e na lucratividade, ao contrário do que muitos imaginam.

Sendo assim, é importante ressaltar o novo líder não como alguém disponível somente à demanda da empresa, mas sim disponível às demandas pessoais e profissionais de todos os colaboradores, pois o líder deve estar em sinergia com um propósito comum e não individual.

Todas essas ideias de unicidade, coletivo e bem comum fazem parte da filosofia do capitalismo consciente e que se estendem para a liderança consciente. 

Em épocas como essas, de estresse incessante e uma sobrecarga na sociedade, a liderança consciente ocupa um papel ainda mais vital no mundo contemporâneo.

Conclusão

Liderar é acima de tudo inspirar e estimular o melhor de cada um dentro das organizações.

Contudo, é preciso romper com antigos ideais de hierarquia e com a visão limitante de liderança, que por muito tempo permeia o mercado corporativo. 

Dessa forma, se faz necessário buscar por lideranças mais humanizadas, que valorizem todos os colaboradores e suas potencialidades e ofereça oportunidades para seu desenvolvimento pessoal.

A liderança baseada na confiança e no cuidado faz parte das novas demandas para uma sociedade livre em todos os seus aspectos. Transformar o “eu” por “nós” dentro das organizações é o pilar principal para toda e qualquer transformação no mundo.


O que é liderar?

A liderança de hoje tem o conceito de servir, de inspirar e estimular os colaboradores a serem suas melhores versões.

O que é Capitalismo Consciente?

É um novo jeito de fazer investimentos e negócios no mundo

O que é gestão humanizada?

Liderar inspirando os colaboradores a serem melhores e e garantir o seu bem estar e performance.

Que competências os novos líderes devem buscar?

Além dos conhecimentos técnicos, os líderes devem buscar a empatia, a gestão flexível e o amor nas relações corporativas.

Ecossistema de inovação

Os ecossistemas de inovação são essenciais para a transformação do mundo. E isso se deve por conta da sua importância em mudar processos e criar soluções que podem mudar a estrutura de várias sociedades.

Ecossistema de inovação
Ecossistema de inovação

Um ecossistema é composto por uma conjuntura de comunidades e seres vivos incluídos em um mesmo ambiente e que interagem entre si. Quando falamos de inovação, estamos nos referindo a novas ideias, novas soluções e novas possibilidades de realizar processos e melhorar resultados.

O ecossistema de inovação une esses dois conceitos e estabelece uma nova forma de visualizar o empreendedorismo, com muito mais conhecimento, oportunidades e como um elemento transformador.

Esse conceito, difundido por diversos autores ao longo dos anos, pode ser caracterizado como ambientes repletos de relações e trocas, onde há criação, cooperação e principalmente desenvolvimento.

Muitas empresas buscam por um propósito de inovação em comum, porém nem todas possuem a oportunidade de um ecossistema de inovação.

O ecossistema de inovação é um grande diferencial na trajetória de pequenas, médias e grandes empresas, pois são ambientes que possibilitam conhecimento e aprendizados expressivos, influenciando em organizações transformadoras e autênticas no mercado.

Quer entender melhor como tudo isso funciona? Neste post irei abordar de forma aprofundada o conceito de inovação, como esse ecossistema impacta o mundo como um todo e quais suas principais características.

O que é um Ecossistema?

Um ecossistema, de acordo com a definição da biologia, é um conjunto de seres vivos que vivem em comunidades, interagindo entre si e com o ambiente em que estão inseridos.  

Dentro de um ecossistema, cada ser vivo desempenha um papel diferente, porém todos trabalham em cooperação. Ou seja, cada ser vivo depende um do outro, pois todo o funcionamento de um ecossistema depende da participação de cada elemento.

Por meio desse conceito, é possível traçar analogias que atravessam a nossa sociedade, os diversos espaços públicos e privados, as cidades, dentre vários outros ambientes que serão analisados no conceito do ecossistema de inovação.

O que é Inovação?

De forma geral, o conceito de inovação é baseado na criação de algo novo, inédito, que foge dos padrões anteriores. No contexto do mercado atual, a inovação ocupa um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento das empresas, pois se tornou a ferramenta primordial para as organizações e profissionais que buscam uma continuidade no mercado vem que atuam.

Hoje em dia podemos visualizar inúmeras startups se consolidando como grandes empresas e ultrapassando grandes organizações no mercado, pois possuem como grande diferencial a inovação, nos produtos, serviços e seus processos.

Contudo, comento que para que exista inovação propriamente dita, a ideia, produto ou serviço deve ser validada pelo cliente.

Mas afinal, quais são os fatores que influenciam para essa inovação? E qual o papel do ecossistema de inovação nesse processo? É sobre tudo isso que iremos falar agora.

O que é ecossistema de inovação?

Um ecossistema de inovação é justamente a junção entre os dois conceitos citados anteriormente, ecossistema e inovação.

Imagine uma cidade onde universidades, empresas, centros de pesquisa, o governo, startups, investidores, empreendedores e hubs de inovação interajam entre si, por meio de uma rede de relações e cooperações. Qual seria o nível de potencial desta rede?

Pois saiba que os ecossistemas de inovações são justamente sobre esse potencial e sobre essas relações, um ecossistema repleto de elementos potencializadores do conhecimento, inovação e desenvolvimento e que se interligam de forma ativa.

Os ecossistemas de inovação são sistemas de extrema importância no desenvolvimento de inovações e transformações no mundo. Tudo isso irá refletir, de forma positiva, no crescimento do ambiente como um todo, seja a cidade, Estado ou país no qual eles estão inseridos.

Contudo, é preciso que os diversos atores sociais, como as empresas, universidades, governo, a sociedade civil e o meio ambiente estejam conectados para que um ecossistema de inovação se estabeleça.

Além disso, é preciso também a integração de diversos setores, como o sistema local, regional e nacional de inovação. O que a cidade oferece para essa inovação? Quais apoios para inovação existem nesse estado? Quais políticas que fomentam a inovação no país? Tudo isso é fundamental para que ecossistemas de inovação aconteçam. 

Muitas inovações ocorrem em função de ideias e soluções dentro da própria cidade, o ambiente onde o indivíduo vive e está inserido e as organizações que operam naquele lugar, pois é preciso enxergar as cidades como laboratório.

A hélice quíntupla de inovação

A hélice quíntupla é a associação de diversos elementos e atores que compõem os ecossistemas de inovação e exercem papel fundamental na transformação. Dentre os atores que a compõem, estão:

  • academia
  • governo
  • empresa
  • sociedade
  • e o ambiente.

A academia está relacionada ao conhecimento, à formação de pessoas por meio do aprendizado, realização de pesquisas e é o elemento que detém o saber.

O governo, por outro lado, atua promovendo o desenvolvimento por meio de políticas e fomentando os atores que geram conhecimento científico, criando oportunidades para que a formação aconteça.

A empresa ou a indústria atua na comercialização da inovação, ou seja, é onde podemos visualizar os processos de inovação e transformação na prática, transformando o conhecimento em riqueza.

Posteriormente, a sociedade civil se estabelece como outro ator importante neste eixo de inovação, por meio da mídia, a arte, cultura, os estilos de vida da sociedade, dentre vários outros elementos que atuam demandando problemas e soluções.

Por fim, o ambiente se integra e complementa a quíntupla hélice de inovação com uma perspectiva sustentável, pois irá demandar soluções para os problemas ecológicos e os impactos ambientais. 

Qual a importância do ecossistema de inovação?

Os ecossistemas de inovação são grandes elementos ativos na evolução e na transformação do mundo. É preciso compreender os atores que o compõem, alicerçar todos esses contratos, essas parcerias e efetivar essa conexão entre seus diversos elementos.

O potencial de um ecossistema de inovação é muito amplo e significativo, pois vai desde o impulsionamento de empresas, o desenvolvimento de habilidades até questões sociais e ambientais como a demanda sustentável.

Com novos sistemas econômicos, novas perspectivas de mercado e um mundo completamente imerso em uma transformação que engloba as demandas sustentáveis, os ecossistemas de inovação se tornam o grande motor essencial para mercados mais produtivos, sustentáveis e inclusivos.

Conclusão

Todos esses processos complexos, caracterizados como ecossistemas de inovação, são democráticos, abrangem a geração de ideias e os processos criativos inseridos em um eixo de inovação que deve estar conectado. Dessa forma, os ecossistemas de inovação são uma das principais ferramentas de transformação do mundo em sua totalidade. Bem vindo a uma nova economia!

O que é Nova Economia?

Neste novo post eu falou sobre o que é e quais são os atributos da Nova Economia que tem como um dos principais pilares a criação de negócios com propósito. Saiba mais no meu blog

O que é Nova Economia?
O que é Nova Economia?

No mundo contemporâneo ocorreram diversas transformações no meio digital, tecnológico, comportamental e principalmente econômico. A forma como as pessoas vivenciam a economia atual traz novos modelos, novas características e tipos de negócios cada vez mais inovadores.

Seria este movimento um reflexo das novas gerações, que prezam pela experiência do usuário, pela sustentabilidade, causas sociais e diversos outros fatores que fazem parte da demanda da atualidade?

A nova economia é baseada em modelos de negócios mais flexíveis, aliados à tecnologia e centrado em solucionar problemas dos indivíduos, muito mais do que vender produtos. Com isso, o consumidor passa, cada vez mais, a fazer parte da atenção central das empresas.

Diferente da “velha economia” onde os modelos de negócios eram rígidos, com foco centralizado no produto e perspectivas de venda tradicionais, a nova economia acompanha as mudanças da sociedade, as transformações digitais e tudo o que essas relações implicam.

Para entender melhor de que forma todos esses elementos funcionam é preciso se aprofundar na história da nova economia e como ela foi elaborada ao longo do tempo.

Neste post você irá compreender como tudo isso se deu e de que forma a nova economia influencia nas empresas, promovendo tipos de negócios inovadores e observando o novo perfil de consumidor.

História da Nova Economia

O termo “The New Economy” traduzido para o português como “Nova Economia” foi citado pela primeira vez em 1983, pelo jornalista Charles P. Alexander. Em 1996, Michael J. Mandel, importante economista americano, passou a debater sobre o conceito inserido no contexto do mercado.

Dessa forma, pode-se dizer que esse novo modelo está presente desde o final dos anos 90, em contextos e proporções diferentes. Na época, o termo era citado em referência a organizações que estavam inovando na forma de realizar negócios e ultrapassando as empresas tradicionais.

Desde então, a tecnologia e a globalização passaram a protagonizar o mercado de forma expressiva, fortalecendo o conceito da nova economia e contribuindo para a elaboração de uma nova era no mundo do empreendedorismo.

Os princípios da Nova Economia

A nova economia veio para romper com modelos antigos e valores ultrapassados da velha economia, onde era o consumidor que se moldava e adaptada ao mundo e ao mercado.

Com o crescimento da internet, empresas menores adentrando o mercado e concorrendo diretamente com grandes empresas por meio das inovações tecnológicas, mídias e uma nova perspectiva do cliente, empresas tradicionais tiveram que se adaptar à nova realidade.

Dessa forma, os princípios da nova economia passaram a ser elaborados à luz do próprio consumidor, que se torna o elemento principal nesse novo modelo econômico. 

Há pelo menos 7 princípios que norteiam a nova economia. Conheça quais são eles a seguir.

Propósito

Na velha economia, o capital era super valorizado, ou seja, o lucro era o grande propósito das grandes empresas. Quando adentramos à nova economia, esses ideais passam a ser limitantes e ultrapassados, pois o conceito de sucesso passa por uma transformação e é atrelado ao propósito da organização.

Sendo assim, é necessário um propósito maior do que a lucratividade, algo que motive a criação de negócios que causem impactos positivos na sociedade atual e esteja alinhado aos propósitos do novo consumidor, que é cada vez mais consciente.

Foco no consumidor

Conhecer o cliente e investir em sua experiência é também um dos fatores essenciais na nova economia, pois muito além de vender bons produtos e oferecer serviços satisfatórios, é preciso que tudo isso solucione os reais problemas dos clientes.

Ou seja, investir na experiência do cliente é essencial para fortalecer o relacionamento da empresa com seu público e se aprimorar no mercado, visto que a nova economia possui o cliente como foco central de todo o negócio.

Criação de novas demandas

A nova economia está aberta a novas possibilidades, sem se limitar a solucionar apenas um problema.

Ou seja, por meio do desenvolvimento de um produto ou serviço, podem surgir novos desejos e demandas dos consumidores, as quais podem ser analisadas e solucionadas na nova economia.

Erros e flexibilidade

Os erros são elementos que podem ocorrer com frequência na nova economia, a qual está imersa em ferramentas digitais, em processos de criação e inovação que podem falhar em algum momento.

A flexibilidade é um dos princípios mais presentes nesse novo cenário, pois é preciso estar em constante adaptação e aberto a novas possibilidades, elaborando até mesmo novas oportunidades diante dos imprevistos.

Incertezas

A nova economia é flexível também para as transformações constantes às quais a sociedade está sujeita, principalmente no mundo contemporâneo onde as mudanças acontecem com frequência e há sempre novas formas de se aprimorar.

As empresas atuais procuram lidar com essas incertezas buscando sempre um acompanhamento do seu consumidor e analisando seus valores e preferências, alinhando sempre esses fatores a melhorias na empresa.

Criação de novas oportunidades

É em meio a conflitos e crises que surgem as maiores oportunidades no mercado, pois induz as empresas a transformar possibilidades e criar novas alternativas que podem surpreender positivamente.

Inovação para continuar

No mundo atual, as transformações ocorrem em uma velocidade máxima, o que cobra das empresas uma constante inovação para permanecer no mercado.

Ou seja, é preciso estar sempre atento às tendências e inovações no mercado e movimentar os negócios em busca de adaptação.

Novo perfil de consumidor

A nova economia fortalece ambientes corporativos horizontais, que são dinâmicos e flexíveis. Tudo isso está alinhado ao novo perfil de consumidor, que busca por experiências e não coisas, possui propósitos mais amplos e preza pelo consumo consciente.

Negócios criativos e pautados nas demandas sociais se destacam nesse novo cenário, alcançando públicos cada vez mais atuais e ativos no mercado.

A tecnologia alinhada ao conhecimento fortaleceu não só o consumidor no seu processo de decisão, mas a nova economia como um todo.

Conclusão

Investir no bem-estar, na experiência do cliente e nas inovações tecnológicas são os primeiros passos de empresas de sucesso na nova economia.

Empresas como AirBnB e Nubank são exemplos práticos das transformações na nova economia, pois são empresas escaláveis e eficientes com potencial de crescimento expressivo.

Nesta nova realidade os negócios disruptivos, sejam eles escaláveis, sociais, inovadores ou criativos ocupam o lugar central no mercado atual.

Contudo, é preciso se aprofundar nas transformações da sociedade, nas novas demandas dos indivíduos e as questões que permeiam as tomadas de decisões e a jornada do cliente. A nova economia está alinhada a todos esses elementos e busca contemplar essa nova realidade de forma flexível e inovadora.


Qual o futuro das Artes?

Tudo está mudando e se transformando digitalmente. E a arte também acompanha essa mudança. Um exemplo disso os NFT’s que estão revolucionando o conceito de propriedade e de direito autoral pelo mundo todo.

Qual o futuro das Artes?
Qual o futuro das Artes?

Ao longo da história, as artes passaram por transformações significativas quanto às possibilidades e ferramentas de expressão. Ou seja, na medida com que novas ferramentas vão surgindo, novas formas de produzir e consumir a arte também são elaboradas.

Hoje em dia, a tecnologia ocupa um papel crucial na evolução e no futuro das artes, pois se tornou uma fonte importante facilitadora para seu desenvolvimento e sua projeção no futuro. 

Dentre as inúmeras formas de manifestação da arte, o digital e as tecnologias se destacam como grande tendência para o futuro. Além disso, as mudanças da sociedade e do mundo contemporâneo também levam a uma nova perspectiva das artes, com novas demandas e pautas que influenciam diretamente no futuro.

A contemporaneidade traz novos moldes e novos mundos artísticos, o que faz com que os artistas, a mídia, as indústrias e todo um mercado específico olhe para o futuro como um novo cenário para as artes digitais e os NFTs.

Quer se aprofundar no futuro das artes e compreender de que forma tudo isso está conectado? Neste post iremos abordar os diversos tipos de artes, as suas relações com a contemporaneidade e como a tecnologia é uma importante protagonista no cenário artístico do futuro.

Os diversos tipos de artes

A arte se manifesta de inúmeras formas, por meio de ferramentas distintas e processos singulares. Delimitá-la e defini-la de forma segregada é limitar as possibilidades de criatividade e manifestação artística no mundo.

A música, dança, teatro, pintura, fotografia, cinema e literatura são as manifestações artísticas clássicas e tradicionais que predominam no meio artístico por todo o mundo. Em contrapartida, novas vertentes são criadas sob a perspectiva de novos tempos, como é o caso das artes digitais e os NFTs.

Muitos intelectuais da área possuem teorias a respeito do que é arte e quais são os tipos de artes, porém, as ideias variam de acordo com cada teórico, o que não se pode ser analisado de forma rígida e implacável, visto que a arte é justamente expressões flexíveis, subjetivas e versáteis.

A linguagem com que é feita a comunicação na arte pode variar em diferentes níveis, formas e modelos, o que não interfere na mensagem e no sentimento que carrega cada manifestação artística. 

A arte e a contemporaneidade

O mundo contemporâneo trouxe para a arte um desejo de explorar novas possibilidades, de inovações, novas invenções e experimentações. De modo geral, a contemporaneidade oferece novas formas de interação com a arte e o artista, abrindo espaço para diferentes estímulos artísticos.

A pós-modernidade carrega novas narrativas, tanto na sociedade como nas expressões culturais e artísticas. A arte digital é um grande exemplo sobre a arte na contemporaneidade, pois desmistifica a ideia da arte como algo inflexível e mistura diversas ferramentas.

As diferentes linguagens são comumente utilizadas em conjunto no processo da arte contemporânea, causando no espectador uma conjuntura de sensações e interpretações subjetivas. 

A influência da tecnologia nas artes

Ao longo da história, a máquina ocupa um papel transformador nas sociedades e nas dinâmicas do ser humano, incluindo os processos artísticos. A tecnologia passa então, a ocupar o papel de ferramenta artística, possibilitando novas alternativas para a arte.

A interação entre a arte e a tecnologia é algo visível no mundo contemporâneo, com maior intensidade nos últimos anos. A cada nova invenção tecnológica e solução digital, a arte se potencializa e se adapta de acordo com novos mundos e novas realidades.

A tecnologia hoje faz parte do futuro das artes e desempenha um papel crucial no mundo contemporâneo. As artes digitais e NFTs são exemplos de artes do futuro que já adentraram as principais galerias pelo mundo, como a Art Basel na Suíça e a Hamptons Fine Art Fair em Nova Iorque.

Além das galerias, o museu Hermitage, conhecido como um dos maiores museus do mundo, também adentrou no mundo dos NFTs, mostrando como a tecnologia pode ser transformadora até mesmo em espaços conservadores.

O que são NFTS?

O NFT significa “non-fungible tokens” que traduzido para o português significa token-não-fungível, ou seja, são itens únicos e que não podem ser substituídos. Os NFTs funcionam basicamente como um selo de autenticidade de algum item, uma escritura de algo único e exclusivo.

Hoje ele é utilizado para músicas, jogos e principalmente artes digitais. Os NFTs permitem concretizar trabalhos artísticos no mundo virtual, por meio do universo blockchain. O blockchain é semelhante a uma cadeia de blocos, um banco de dados com fragmentos de informações e uma tecnologia que não pode ser violada.

Para entender melhor, imagine que exista uma grande biblioteca, a qual possui uma infinidade de livros e documentos exclusivos, o blockchain se assemelha à biblioteca e os livros e documentos são análogos aos NFTs.

Ao contrário do que muitos imaginam, os NFTs têm ganhado proporções expressivas no mundo todo, conquistando espaços em diversas feiras e eventos artísticos pelo mundo. No Brasil, o ArtRio, famosa feira de arte da América Latina, irá garantir espaços destinados exclusivamente às artes digitais em NFTs.

Na prática, os NFTs são importantes soluções tecnológicas para artistas do mundo inteiro, principalmente pela preservação da exclusividade de suas obras.

À medida que a arte se torna mais acessível, os números de plágios e cópias aumentam gradativamente, pois a tecnologia também possibilita com que artistas publicam suas obras com maior facilidade e logo, gerando maiores possibilidades de réplicas.

Além disso, os NFTs podem gerar retornos ainda mais significativos para as artes digitais, principalmente pela sensação de exclusividade que eles causam, fatores que influenciam os sujeitos a se sentirem especiais e importantes.

Conclusão

A tecnologia vem mudando as expressões artísticas em uma perspectiva global, com isso, as artes digitais e os NFTs representarão uma nova realidade artística, reflexo de novos tempos e de novas sociedades.

As artes do futuro irão movimentar uma nova realidade, a qual condiz com as novas demandas da sociedade, seus problemas e soluções. É preciso estar atento a essas transformações e compreender as artes digitais e artes criptografadas como protagonismo de uma nova

O que as artes querem dizer?

As artes são manifestações das pessoas na sociedade.

O que são NFTs?

São selos de autenticidade de um item. São “non-fungible tokens” .

Como a tecnologia influencia nas artes ?

A tecnologia é uma aliada das artes e ai temos um dos melhores exemplos que são as artes em NFTs.

A arte é o reflexo da nossa sociedade?

Sim! A arte é ifluenciada pela sociedade, mas também influencia a sociedade.


A arte digital: manifestação do ser humano no mundo

A arte sempre acompanhou a humanidade em toda a sua evolução. E na era digital não poderia ser diferente, por isso saiba mais sobre como as artes digitais estão sendo manifestandas pelo mundo.

A arte digital: manifestação do ser humano no mundo
A arte digital: manifestação do ser humano no mundo

As manifestações artísticas fazem parte da constituição do ser humano como indivíduo social e criativo, pois é uma importante forma de expressão dos seres humanos no mundo, seja por meio da música, pintura, cinema e as artes digitais.

A arte sempre ocupou um papel importante na evolução da sociedade como um todo, percorrendo as transformações sociais, políticas, ambientais e históricas dos povos.

Cada época carrega um mundo artístico específico, com suas características singulares que o sustentam e são construídas em conjunto, na relação entre o artista e o espectador.

Em alguns casos, as obras de arte são perpetuadas no inconsciente coletivo, atemporais, carregadas de história e significados. A arte é capaz de elaborar uma relação subjetiva com cada indivíduo e estimula interpretações únicas e especiais de cada pessoa.

Dessa forma, a arte digital representa uma continuidade desses elementos no mundo, traz novas perspectivas de manifestações criativas da sociedade e elabora novos mundos artísticos.

Além disso, a arte digital é muito significativa para a criatividade no mundo contemporâneo, além de acompanhar as transformações de sua época e democratizar as diversas formas de produzir e consumir arte nos dias atuais.

Neste post iremos transitar entre a história da arte digital, a sua relação com o mundo contemporâneo e como ela é importante para as expressões e manifestações do sujeito no mundo.

O que é arte digital?

Ao contrário do que muitos imaginam, a arte digital não se limita apenas a obras integralmente digitais, mas também a obras que possuem em algum elemento do seu processo criativo, um tipo de tecnologia digital.

A arte digital é talvez uma das formas mais democráticas e abrangentes de criação, principalmente por ter um caráter híbrido que permite essa interdisciplinaridade de ferramentas, abordagens e performances artísticas.

Apesar de representar o mundo contemporâneo e as transformações, a arte digital teve o seu início no ano de 1967, por meio de um grupo chamado Experimentos em Arte e Tecnologia (EAT).

O grupo EAT era composto por engenheiros e artistas que buscavam justamente estabelecer interações entre a arte e a tecnologia, resultando em instalações inovadoras.

A primeira grande obra de arte digital foi elaborada ainda nos anos 60 e representava uma fotografia integrada por pixels de computador. Hoje, as artes digitais possuem desdobramentos no mundo todo e são vistas com facilidade em países como Japão, França e até mesmo no Brasil.

A ideia de que a arte pode ser feita por meio de softwares, edições, vetores e diversas ferramentas digitais abre espaço para inúmeras outras possibilidades, as quais para a criatividade não há barreiras ou limites.

A arte digital e a contemporaneidade

A arte representa uma ponte entre símbolos e a compreensão dos mundos sociais, culturais e históricos. 

Ou seja, muito mais do que uma obra carregada de mensagens subjetivas, a arte sempre ocupou importante para o desenvolvimento humano , trazendo perspectivas do mundo em todos os seus aspectos.

De acordo com Howard Becker, importante autor da sociologia da arte, os mundos artísticos são pautados na relação entre os artistas que produzem as obras, o conjunto de interesses comuns e a partilha realizada entre eles para que as artes sejam manifestadas.

O espectador, em contato com as artes digitais, estabelece uma relação direta com o artista e o seu mundo, o que permite uma apreensão de conteúdos que são reflexos da percepção do mundo pelo artista.

Já imaginou o quanto os objetos presentes nas artes digitais carregam um conjunto de recortes sociais, história e elementos plurais? 

Compreender essas conexões é compreender a arte digital como manifestação do seu tempo, da sociedade contemporânea e as transformações que compõem nosso modo de viver na contemporaneidade.

A arte não é estática. Com isso, a arte digital é reflexo das mutações que acontecem no mundo de acordo com a temporalidade, as pessoas, os corpos, os problemas, as temáticas e as soluções contemporâneas que nos influenciam. 

Contudo, é preciso refletir a arte por uma perspectiva antropológica, com base nas interações do indivíduo no mundo, o qual é investido, cada vez mais, em estímulos diversos e efêmeros que interferem até mesmo na forma como as pessoas vivenciam a arte nos dias de hoje.

A arte digital como expressão criativa na sociedade

A arte digital possui um caráter transformador individual e coletivo, pois ao mesmo tempo em que elabora questões sociais e do ambiente, ela é capaz de causar revoluções íntimas e pessoais no artista e no sujeito que vivencia aquela obra como espectador. Uma verdadeira catarse.

Ela proporciona também criações interativas que permitem com que o público se envolva, de forma mais profunda e prática, com algumas obras, aguçando a criatividade interior e a busca da nossa essência como ser humano.

Instalações urbanas também são exemplos de artes digitais que causam um impacto nos indivíduos, proporcionando experiências que estimulam a expressão criativa da sociedade como um todo e não apenas do artista.

A arte digital é, para além da arte, uma solução criativa para as demandas da sociedade. A expressão criativa dos indivíduos é um elo importante também do ponto de vista psicológico, pois o lúdico permite às pessoas acessarem informações, pensamentos e sentimentos muito profundos, experimentos esses que apenas a arte pode causar em cada pessoa.

Dessa forma, é possível refletir as artes digitais por meio de uma análise da criatividade coletiva, tão importante para a evolução de uma sociedade que engloba diferentes culturas e instituições.

Conclusão

As artes digitais possuem a tecnologia como principal elo de expressão criativa, a qual é possível que qualquer indivíduo possa se manifestar na sociedade por meio das artes.

Esse movimento vem ganhando cada vez mais espaço pelo mundo, criando novas formas de vivenciar a arte e possibilitando com que mais pessoas tenham acesso à cultura e às obras de arte.

No Brasil, o Festival Internacional de Linguagem Eletrônica – FILE é um dos principais eventos e exposições de artes digitais, reunindo expressões estéticas, contemporâneas, instalações e diversas outras obras do mundo artístico digital.

Por fim, vale lembrar que o mundo contemporâneo se constrói a partir de inovações, do avanço das mídias e das manifestações dos seres humanos no mundo. Não importa se essa manifestação seja por meio das artes digitais ou qualquer outra expressão artística criativa.


Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida

Quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez? Saiba que, a cada novo aprendizado e conhecimento adquirido, você está realizando algo pela primeira vez. Mergulhar em novas ideias e conceitos é uma forma de estimular o raciocínio, o pensamento crítico e ainda aumentar as habilidades e sua visão de mundo. O Lifelong Learning é sobre ser um aprendiz ativo ao longo da jornada, seja em qualquer lugar ou âmbito da vida.

Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida
Lifelong Learning: ser um aprendiz ao longo da vida

O aprendizado está disponível nos desafios do dia a dia, nas palestras, nos cursos, em vídeos e podcasts ou até mesmo em uma conversa na mesa do bar.

Sendo assim, o Lifelong Learning está ligado a uma atitude, a qual o sujeito está sempre aberto e flexível a novos aprendizados.

Hoje em dia, a duração das carreiras são cada vez maiores, além de se falar muito sobre a longevidade. Em contrapartida, as mudanças e a constante transformação são aspectos fundamentais dessa nova realidade, pois as carreiras aumentaram na medida em que as possibilidades de atuação também aumentaram.

Com isso, o Lifelong Learning traz uma nova perspectiva dos modelos tradicionais de aprendizado e de atuação no mercado. Para os adeptos a essa “filosofia de vida”, as oportunidades são inúmeras e só tendem a aumentar ao decorrer dos anos.

Quer se aprofundar no assunto e saber como tudo isso funciona? Neste post iremos te mostrar como o Lifelong Learning funciona na prática e qual o seu impacto para o mercado de trabalho e o desenvolvimento pessoal.

O que é Lifelong Learning?

O termo lifelong learning – aprendizado ao longo da vida – teve origem nos anos 70 por meio da união de três grandes órgãos mundiais: Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), Organização das Nações Unidas para Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) e o Conselho Europeu.

O conceito busca principalmente romper com o modelo de educação tradicional, mecanicista e com tempo de duração, o qual limita o ser humano em suas infinitas possibilidades de aprendizado ao longo da vida. 

A ideia de adquirir conhecimento ao longo da vida, como um processo contínuo, é uma forma ainda mais democrática de aprendizado e de desenvolvimento.

O Lifelong Learning é representado pela instituição A Lifelong Learning Council Queensland(LLCQ) que abarca 4 pilares fundamentais, os quais veremos abaixo.

Aprender a conhecer

O primeiro pilar está ligado a uma perspectiva interior, uma abertura ao aprendizado contínuo e a forma como o sujeito está disponível ao conhecimento, de forma ativa e questionadora.

Ou seja, aprender a conhecer é a forma como as pessoas obtêm prazer no conhecimento, de forma sempre curiosa e aberta a novas perspectivas.

Neste pilar, é onde há o estímulo ao senso crítico, a posicionamentos divergentes, reflexão e confronto de ideias.

Aprender a fazer

O segundo pilar está relacionado às práticas do dia a dia, a forma como o indivíduo responde à capacidade de adaptação de forma flexível e como lidar da melhor forma em situações diversas e imprevisíveis.

Tudo isso está ligado a uma boa comunicação com as pessoas, proatividade, bom relacionamento interpessoal e várias outras habilidades que advém do lifelong learning.

Aprender a conviver

O terceiro pilar é justamente sobre a capacidade de conviver em grupos plurais, diversos e dinâmicos. 

Saber solucionar conflitos da melhor forma possível e poder se adaptar a diferentes formas de convívio é também uma importante ferramenta de aprendizado.

Aprender a ser

Aprender a ser é o último pilar do lifelong learning, o qual reúne todos os outros pilares a fim de unificar o perfil do indivíduo.

Saber ser é introjetar todos os pilares anteriores e adquirir autonomia para desenvolver um pensamento crítico ativo, responsabilidade social, e absorver o interesse genuíno pelo conhecimento contínuo.

Diversidade para o conhecimento

O mundo contemporâneo é movido por mudanças, no qual devemos estar sempre dispostos a aprender, reaprender e se adaptar a novos modelos de conhecimento, de mercado e até mesmo de estilo de vida.

A ideia de que existe um tempo pré-determinado para o aprendizado, ou de que o conhecimento deve ser adquirido apenas na juventude é uma ideia limitante, segregadora e que impossibilita com que grandes gênios perpetuem seu conhecimento para o mundo.

José Saramago, grande escritor português, começou a se dedicar à literatura e escrever seus primeiros livros aos 60 anos de idade. 

Bill Clinton, ex-presidente dos Estados Unidos, começou a estudar as partículas físicas aos 68 anos de idade, assim como Charles Darwin, que dedicou toda sua vida ao conhecimento, registrando sua primeira grande obra e descoberta aos 50 anos.

Dessa forma, é possível encarar o lifelong learning como uma grande ferramenta que amplia as capacidades do ser humano em todos os seus níveis.

Lifelong Learning aplicado às empresas

O Lifelong Learning é talvez um dos requisitos mais abordados pelo meio corporativo atual. Cada vez mais, o que nos difere no mercado de trabalho vai muito além do conhecimento técnico, pois as habilidades humanas e comportamentais, conhecidas também como soft skills, são cada vez mais requisitadas.

O modelo tradicional de aprendizado limita o sujeito no mercado atual, que requer uma equipe em constante movimentação, com novos treinamentos, novos cursos e novas demandas de performance no ambiente de trabalho.

O lifelong learning, além de contribuir de forma significativa para produtividade das equipes, também desenvolve novas habilidades nos indivíduos e potencializa as habilidades já existentes, pois estimula a busca pelo desenvolvimento e qualificação.

Com isso, abre-se espaço para criatividade, para a melhora na comunicação e interação pessoal dentro da organização, na gestão de conflitos e problemas internos, além de possibilitar a diversidade de todas as formas.

Conclusão

Agora que você já sabe como funciona o Lifelong Learning, é preciso abraçar este conceito e começar a desenvolvê-lo na prática. 

Contudo, é importante estar sempre atento e disponível às novas oportunidades de aprendizado, seja no mercado de trabalho ou nos outros âmbitos da vida. E para isso é necessária uma postura lifelong learner.

A educação tradicional já não sustenta as demandas da atualidade, pois é preciso ir além e manter uma constância de aprendizado ao longo da vida, que possibilite uma vivência mais diversa, adaptável e principalmente ativa, em todos os seus sentidos.

Caso queira saber mais sobre outros assuntos do meu blog, recomendo buscar o texto do Capitalismo Consciente neste link e se você quiser saber mais sobre arte digital,acesse este link.

A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

Quer entender mais sobre como criar negócios mais conscientes, pautadas nas boas práticas do mercado e em uma boa mentoria? Junto a isso, a Mentoria é hoje uma das técnicas mais utilizadas por grandes empresários, stakeholders e demais profissionais que buscam uma orientação mais completa e efetiva nos negócios. O processo de mudança para uma empresa consciente demanda tempo e persistência, pois além de uma boa Mentoria é necessário que a equipe e os líderes estejam em sinergia com os propósitos conscientes.

A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes
A Mentoria para a Geração de Negócios Conscientes

O mundo corporativo e dos negócios passam por uma transformação cada vez mais evidente, rumo a negócios mais conscientes, ligados à sustentabilidade, inclusão social e governança.

A nova geração de empreendedores e consumidores traz uma perspectiva desafiadora para os velhos negócios, os quais devem se adaptar o quanto antes às práticas que envolvem o capitalismo consciente para se manter no mercado.

A Mentoria, no entanto, não se trata apenas de aplicação de técnicas e conhecimento teórico, pois é um processo onde o âmbito pessoal do mentor, que envolve as suas experiências e a prática desenvolvida ao decorrer de sua vida, são ferramentas ainda mais profundas de aprendizagem pois envolve uma identificação entre o mentor e o mentorado.

Achou interessante o assunto? Neste post você irá conhecer quais são as vantagens deste novo modelo de negócios, aprofundar-se no capitalismo consciente e entender como a mentoria pode ser uma importante facilitadora desse processo.

O que é Mentoria?

Você já se perguntou como colocar toda a teoria e o conhecimento adquirido em prática? Ou já imaginou qual caminho determinado indivíduo percorreu para alcançar os seus resultados?

Saiba que para a maioria dos empreendedores, essas questões são habituais e até mesmo fundamentais durante o processo. A Mentoria é um recurso de aprendizado onde há uma troca de experiências e uma orientação com objetivo de desenvolvimento profissional.

Quando há uma troca de experiências e de informações reais, pautadas na prática, há uma identificação entre as pessoas que permite com que o mentorado visualize maiores possibilidades, novas ideias e alternativas.

Desde a infância, estamos acostumados a buscar conhecimento com pessoas mais experientes, aprender com quem já percorreu o mesmo caminho que nós percorremos e aprendemos a valorizar esse aprendizado.

Com isso, podemos ver que a mentoria está presente hoje dentro das grandes e pequenas empresas, nos espaços corporativos e não corporativos, auxiliando não só empreendedores como também pessoas que buscam um plano de carreira para seu aprimoramento no trabalho ou para traçar novos caminhos.

Capitalismo consciente e uma nova perspectiva de negócios

O modelo  capitalista  tradicional, hierárquico, desigual e guerrilheiro, não faz mais parte dos planos futuros e das tendências de mercado do mundo de hoje. 

Valorizar o capital humano, dialogar com as questões socioambientais e investir em gestões que vão de encontro ao bem estar social e as demandas da atualidade é quase um pré-requisito para negócios atuais.

Ou seja, questões como a qualidade de vida dos colaboradores, impactos ambientais e pautas sociais passam a fazer parte do novo modelo de negócios ligado ao capitalismo consciente.

Para compreender de que forma tudo isso funciona e como acontece na prática, é preciso entender quais são os quatro pilares do capitalismo consciente. Vamos conferir então?

Propósito maior

Enxergar para além do lucronas empresas é o primeiro passo para um propósito maior.

No primeiro pilar do capitalismo consciente, o propósito maior busca elaborar e entender de que forma a empresa poderá somar para a sociedade, por meio de ações que impactam de forma positiva o contexto social.

Esse tópico irá nortear a empresa em sua totalidade e será a engrenagem principal para que o capitalismo consciente aconteça e esteja integrado entre a equipe.

Orientação para stakeholder

Os stakeholders são basicamente a parte interessada na empresa, pessoas que, de forma direta ou indireta, são impactadas pelas ações da empresa.

Neste pilar do capitalismo consciente, é importante pensar na parte interessada da empresa como um todo, desde os acionistas até os colaboradores e desenvolver valores e benefícios para cada parte relacionada à empresa.

Ou seja, é importante desenvolver práticas de ESG e buscar difundir essas ideias na empresa, a fim de alinhar os propósitos dos stakeholders com o propósito maior da organização.

Liderança consciente

A liderança da empresa deve refletir o propósito maior da empresa, propagando a cultura organizacional e vivenciando de fato os valores propostos.

Muito além da teoria do capitalismo consciente, é necessário que os líderes e gestores atuem em sintonia com esses valores no dia a dia.

Cultura e gestão consciente

Por fim, é muito importante que tudo isso esteja inserido na realidade interna da organização e faça parte da realidade da empresa.

Todas as práticas, ações e atitudes habituais da organização serão os agentes principais de mudança e o que irá determinar a credibilidade da empresa com os stakeholders e demais públicos.

Afinal, a relação de confiança e o engajamento das empresas são elaboradas em situações reais e autênticas.

Embora tudo isso pareça um grande desafio, o processo de mudança para negócios mais conscientes é completamente possível e acessível por meio de uma boa mentoria, que aborda temas ligados ao ESG e todos os pilares do capitalismo consciente.

Quais são as vantagens dos negócios conscientes?

Além de estar em sintonia com o mercado do futuro e um passo à frente em relação às demais empresas, os negócios conscientes trazem benefícios para a equipe colaborativa e também na relação com o ecossistema que faz parte.

Maior alcance de consumidores

Os consumidores atuais não buscam somente adquirir um produto ou um serviço específico, e sim fazer parte de um propósito maior, vinculado a mensagens que vão de encontro às demandas sociais e sustentáveis.

Ou seja, o conceito da marca e o seu impacto na sociedade refletem diretamente no engajamento e alcance com o público.

Funcionários mais satisfeitos e produtivos

Estudos já comprovam a relação entre a satisfação e a produtividade dos colaboradores.

De acordo com pesquisa realizada na Universidade da Califórnia (EUA) e publicada no portal Estadão, os colaboradores felizes são 12% mais produtivos, enquanto a insatisfação por parte dos empregados pode prejudicar diretamente a produtividade e até mesmo a criatividade.

Negócios mais conscientes possuem um propósito maior dentro da empresa, ligados a práticas sustentáveis e que valorizam a qualidade de vida dos funcionários.

Invista na Mentoria para negócios mais conscientes

A Mentoria pode ser uma ferramenta muito importante na geração de negócios conscientes, pois irá auxiliar o indivíduo e a empresa nas dificuldades e desafios durante esse processo.

Transformar modelos tradicionais de negócios e conseguir trazer novas perspectivas de gestão envolve muitas tomadas de decisões e requer um suporte sólido, pautado em conhecimento e experiência.

Dessa forma, a Mentoria serve como uma aliada na elaboração de novas ideias para a empresa, criação de soluções e principalmente para agregar com uma nova visão do mercado, ligada à temática do consumo consciente, humanização e saudáveis com todos os stakeholders.

Caso queira se candidatar a uma mentoria comigo, acesse seu contato aqui.

5 benefícios da Mentoria para Artistas

Muito se fala em Mentoria para o mundo dos negócios ou para quem deseja administrar melhor uma empresa. Mas e os artistas? Como ficam nessa história toda? A boa notícia é que artistas também precisam de mentoria, pois é preciso enxergar a carreira como uma profissão e um negócio. Por conta disso, eu trouxe 5 benefícios da mentoria para artistas que você deve saber hoje mesmo.

5 benefícios da Mentoria para artistas
5 benefícios da Mentoria para artistas

A Mentoria é um processo de ensino e aprendizado entre um mentor com experiência na área e um mentorado que procura refletir sobre sua carreira, iniciar um negócio novo ou buscar informações mais assertivas para a condução de sua vida ou seu empreendimento.

Esse processo traz incontáveis benefícios, tanto para quem compartilha o conteúdo quanto para quem aprende. Atualmente, o aprendizado por mentoria tem sido cada vez mais valorizado e os profissionais estão muito interessados em aprender com quem já trilhou um caminho muito parecido com o que eles desejam.

No meio corporativo e de negócios, muito se fala sobre mentoria e, cada vez mais, as pessoas estão interessadas em oferecer esse serviço ou pagar por ele.

Mas e no meio artístico? Será que a mentoria para artistas tem o mesmo impacto em suas carreiras? Quais são os benefícios desse aprendizado? Artista precisa de mentoria? Nós vamos descobrir tudo isso logo em seguida.

Artista precisa de mentoria?

Primeiramente, é necessário lembrar que qualquer pessoa interessada em crescer em sua atividade profissional deve pensar em realizar uma mentoria.

Quem leva a arte somente como um hobby também se beneficia da mentoria para poder aprimorar suas técnicas, mas quem vai ganhar muito com esse tipo de conhecimento são aqueles profissionais que desejam refletir sobre suas carreiras e negócios.

Foi pensando nisso que resolvemos discutir um pouco sobre o quanto a mentoria para artistas é importante e pode fazer toda a diferença para quem deseja ser reconhecido pelo seu trabalho com a arte. Veja abaixo quais são os benefícios da mentoria para artistas para quem deseja considerar buscar esse meio de aprendizado.

1 – Ampliação do conhecimento sobre a sua área

O artista também precisa estudar. E o estudo é o que vai permitir que ele aprimore suas técnicas e comece a produzir sua arte com maior qualidade, baseado em abordagens já desenvolvidas pelos que vieram antes dele.

Quem trabalha com arte sabe da importância de se atualizar o tempo todo e a mentoria para artistas pode ajudar.

Quando um artista escolhe um mentor ele tem o privilégio de desenvolver o seu dom com quem já trilhou um caminho que passou por esse obstáculo. 

O dom em si não é muita coisa se não for desenvolvido e a melhor maneira de fazer isso é aprendendo com quem pode te ensinar técnicas mais avançadas e te colocar em um lugar melhor para que você alcance outras fontes de conhecimento. A ideia é trazer autonomia para artista poder fazer escolhas mais conscientes em sua vida.

2 – Conexão com outros artistas

Quando um artista busca por uma mentoria ele tem o privilégio de entrar para um grupo com outros artistas que podem ajudar muito na evolução da sua carreira. Esse compartilhamento de ideias, experiências e perspectivas não vem somente do mentor, mas de todo o grupo de pessoas que ele pode te apresentar.

Portanto, fazer uma mentoria para artistas também é uma forma de entrar para o meio, ser reconhecido como um artista profissional e abrir as portas para que novas oportunidades possam aparecer e mudar a vida do mentorado.

3 – Amplia as perspectivas e melhora as referências 

O artista vive da criatividade alinhada a outros recursos. Essa criatividade nada mais é do que a combinação de suas referências, como bem diz o professor de criatividade Murilo Gun “nada se cria, tudo se combina”. Murilo frequentemente também costuma trocar o termo criatividade por “combinatividade”.

Portanto, é importante que o artista esteja sempre em busca de alimentar o seu repertório com inputs externos e isso também deve ser feito por meio da junção de novas perspectivas, como a de seu mentor ou de seus colegas de mentoria.

A função dessa alimentação de repertório é fazer com que o artista saia da sua bolha e experimente novas ideias além das que ele consegue imaginar.

4 – Aprende a lidar com o mercado 

Esse benefício é provavelmente um dos mais importantes no meio artístico. Muitos artistas desejam ser profissionais, aprimoram bastante sua técnica e produzem coisas excelentes, mas podem não ter tantas oportunidades do que aquele que soube lidar com o mercado em que atua.

Aprender sobre o mercado é saber fazer a gestão da sua carreira, conseguir criar e executar projetos de grande impacto, aprender sobre precificação, divulgação, criação de portfólio e até mesmo empreendedorismo, pois a sua arte é o seu negócio. Tudo isso pode ser pauta para uma mentoria.

O mentor também pode te indicar profissionais que vão facilitar o desenvolvimento da sua profissão, como um gestor de carreiras. Esse profissional está apto a te apresentar as tendências do mercado, como os NFTs que estão fazendo uma revolução no mundo artístico.

Não sabe o que é NFT? Nós te explicamos!

Os NFT (Non fungible token) são tokens não fungíveis que funcionam como um token digital especial criptográfico que representa algo único, como uma obra de arte pintada ou uma música. Um token criptográfico pode ser uma criptomoeda, como o famoso Bitcoin, mas um não fungível é aquele que não dá para ser trocado por algo igual porque não existe.

Os artistas estão cada vez mais interessados nesse tipo de arte, pois é uma forma de armazenar sua arte na blockchain, proteger-se contra pirataria e ao mesmo tempo comercializar o seu trabalho. Atualmente esse tipo de arte está fazendo muito sucesso e oferecendo a oportunidade de artistas divulgarem seu trabalho no mundo todo.

Se você quiser vender a sua arte dessa forma, por exemplo, vai precisar procurar profissionais especializados em arte digital que são capazes de mostrar casos práticos para transformar a sua obra em um NFT e comercializá-lo na internet.

5 – Acelera o desenvolvimento do artista

Por fim, devemos reconhecer que a mentoria para artistas é uma ótima forma do mentorado acelerar o seu desenvolvimento.

Portanto, fazer uma mentoria para artistas é cortar um pedaço do caminho, desviando-se de obstáculos que não precisam ser vencidos por não trazer benefício algum.
Gostou de saber sobre a importância da mentoria para artistas? Você como artista que quer se profissionalizar e viver da sua arte deve lembrar sempre de tratar sua carreira como um negócio e aprender a tomar boas decisões, a começar pelo aprendizado com quem tem experiência.

O que é mentoria? Por que ela pode ajudar minha carreira e meu negócio?

A mentoria tem um valor inestimável no mundo dos negócios, você sabe por quê? Eu te conto! Saiba mais sobre o que é mentoria, suas vantagens, e como escolher seu mentor de carreiras ou mentor para sua empresa.

O que é mentoria? Por que ela pode ajudar minha carreira e meu negócio?
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Uma das lições mais importantes que todo profissional deve aprender é que o melhor jeito de buscar conhecimento para chegar mais longe é por meio das experiências de quem já chegou lá.

A experiência é um dos melhores conteúdos de aprendizado, feitos por quem viveu na pele as consequências e benefícios de trilhar um certo caminho.

Tudo isso pode ser feito por processos de mentoria, que além de benefícios para uma carreira profissional, ainda pode trazer muitas vantagens para as empresas e negócios. Se você ainda não conhece o que é mentoria e qual o seu poder, vai gostar muito de aprender o que ensinaremos agora.

O que é Mentoria?

A mentoria é um encontro que tem o objetivo de compartilhar experiências e conhecimento prático de mentores para mentorados.

Ela também serve como reforço para que o mentorado reforce os conhecimentos utilizados no dia a dia, aprendendo de uma nova perspectiva, que é a visão de quem já vivenciou aquilo que ensina.

No campo das carreiras, a mentoria tem o objetivo de trazer aos mentorados uma visão mais clara sobre o seu caminho e proporcionar  uma visão mais prática e real do que lhe espera.

Já para empresas, o objetivo pode ser repassar ao mentorado aquilo que o mentor vivenciou com êxito na sua experiência profissional, para que haja, além de tudo, um alinhamento de ideias, valores e objetivos em busca de bons resultados.

Em síntese, por meio dos diversos tipos de mentoria, a ideia é sempre elevar o nível de conhecimento do mentorado para que ele possa buscar mais autonomia e protagonismo em sua vida em todas as dimensões do ser humano.

As vantagens da Mentoria

É importante que você entenda o que uma mentoria pode fazer tanto para uma empresa quanto para a carreira de um profissional. Abaixo fizemos duas listas para que você conheça as vantagens em cada caso.

Para carreiras

  • Diminui a curva de aprendizagem
  • Esclarece as dúvidas sobre o caminho a seguir
  • Permite aprender com erros dos mentores
  • Reforça o desenvolvimento pessoal
  • Aumenta o conhecimento prático
  • Aprendizagem adaptativa, respeitando os limites do mentorado
  • Ajuda o profissional a alcançar objetivos mais claros

Para empresas

  • Acelera os resultados da empresa
  • Capacita e alinha colaboradores
  • Descobre e desenvolve talentos
  • Gera oferta de bons profissionais
  • Diminui custos por erro

No geral, a mentoria pode trazer muitos benefícios de curto a longo prazo. Para isso, é preciso escolher bons mentores que sejam capazes de passar adiante seus conhecimentos que fizeram a diferença em sua carreira. Sugiro também a leitura do meu texto sobre porque os empreendedores buscam a mentoria de negócios.

Como procurar mentores no mercado

Para os profissionais que estão de olho nos benefícios da mentoria, pode ser interessante procurar por programas disponíveis no mercado ou até mesmo sugerir a criação de um programa na empresa que trabalha.

O colaborador pode buscar ajuda de seus gestores e conversar sobre a importância e benefícios da mentoria dentro das empresas. Já para outros profissionais e futuros empreendedores, pode ser interessante procurar por mentores que estão produzindo conteúdos na web.

A partir daí, é necessário selecionar os mentores e descobrir quais serão interessantes para essa jornada. Portanto:

  • Verifique a reputação dos mentores
  • Procure mentores certificados
  • Veja sobre seus resultados e sua carreira
  • Confirme se há possibilidade de mentoria

Muitos mentores costumam divulgar suas mentorias em suas páginas nas redes sociais ou em seus sites. Na maioria dos casos, as seções podem ser apenas em um encontro ou em várias seções para solucionar a demanda do mentorado ou de sua empresa. Cada caso, é um caso!

Como construir uma mentoria na empresa

Uma empresa que se preocupa com o seu crescimento e formação de seus profissionais, também busca descobrir e qualificar novos talentos pode criar um programa de mentoria que vai ajudar muito no processo. Criar uma mentoria não é muito difícil, mas é necessário fazer algumas definições para o programa. Veja mais abaixo.

Definir quem será o responsável pelo programa

O responsável pelo programa é o líder que vai estruturar as seções, supervisionar as mentorias e analisar as métricas dos resultados e planos de curso.

Sua função é ser o facilitador principal que vai auxiliar os mentorados a terem autonomia para resolverem os problemas e dar sugestões para os demais. Este profissional pode ser um gestor da empresa ou algum profissional qualificado do RH.

Definir os mentores de cada área

Os mentores são como os professores ou facilitadores da aprendizagem. Para defini-los é preciso que o gestor tenha consciência de quais são os profissionais que podem auxiliar os outros colaboradores na empresa, se eles possuem realmente possam ter disponibilidade para exercer este papel.

Neste caso, é preciso analisar com cuidado cada área, além de escutar também os superiores desses candidatos para conhecê-los melhor.

Definir os mentorados

Os mentorados serão aqueles que precisam de um guia dentro da empresa. Dentre eles, podemos destacar os novos colaboradores que precisam de uma estrutura de onboarding, profissionais que estão mudando de cargo e até mesmo aqueles que apresentam potencial, mas não estão oferecendo bons resultados.

Definir como será feito todo o processo

O processo deve ser bem claro para que os mentorados tenham um programa que realmente seja produtivo.

Por isso, é importante definir um número de horas da mentoria quando isso poderá ser feito e quais os formatos utilizados, como por exemplo, reunião via vídeo conferência, palestras, materiais didáticos, reuniões presenciais ou até mesmo acompanhamento do trabalho.

Conclusão

A mentoria é um processo de compartilhamento de conhecimento que diminui muito o tempo de aprendizado e auxilia os profissionais a serem mais autônomos, inspirados por bons exemplos. Esse processo também é bom para o mentor que está sempre reforçando aquilo que o faz chegar mais longe. Além disso, é um momento de exercício de escuta ativa do mentor para com o mentorado. A partir dessa escuta mais plena, o mentor poderá proporcionar reflexões importantes para o mentorado pensar sobre sua carreira e ou seu negócio. Sugiro também acessar meu texto sobre o processo de escuta

Portanto, se você é um profissional, é importante procurar formas de ser mentorado, sugerindo um programa para sua empresa ou procurando por profissionais certificados no mercado. Para os donos de negócio, é importante abraçar os benefícios que essa qualificação de colaboradores trará do curto ao longo prazo.

Gostou de saber um pouco mais sobre o que é mentoria e qual sua importância? Compartilhe este post com mais profissionais para que vocês possam discutir sobre o assunto e não deixe de acompanhar mais aprendizados por aqui. Caso você tenha se conectado com a minha filosofia de mentoria, podem fazer contato comigo .

Startup: que tipo de negócio é esse?

Muito se fala no termo Startup e olhando de fora parece ser uma empresa nova que veio para dar uma boa solução ao mercado. Atualmente, os profissionais dão muito valor ao modelo de Startup e preferem trabalhar nesse tipo de empresa do que qualquer outra.

Startup: que tipo de negócio é esse?
Startup: que tipo de negócio é esse?

Isso acontece porque a Startup tem um modelo de negócios diferente, desafiador e que provoca crescimento. Mas como será que tudo isso funciona? Porque algumas Startups fazem tanto sucesso?

Se você deseja saber um pouco mais sobre o que é uma Startup e como ela funciona, continue lendo para aprender um pouco mais sobre este universo.

O que é uma Startup?

Basicamente, o termo Startup designa uma empresa jovem que entra no mercado com uma solução capaz de se desenvolver em um modelo de negócio escalável e repetível.

Portanto, a ideia da Startup é baseada em inovação e também utilização de tecnologias para melhorar o desempenho para a possibilidade de um rápido crescimento.

Muitas pessoas confundem uma Startup com qualquer empresa nova criada e isso pode estar errado. Se uma nova loja de roupas ou uma lanchonete abrir, elas não serão necessariamente startups a não ser que venham trazer um novo jeito de consumir e características de um negócio escalável no médio prazo.

Por isso, a Startup geralmente está ligada a tecnologia, uma vez que esses são elementos fundamentais para a escalabilidade de um negócio, mas não é uma regra e nem precisa ser!

Acredito que a mentoria, com um profissional certificado, possa fazer sentido para os empreendedores que quiserem se aventurar por esses caminhos. Deixo aqui a sugestão de um texto sobre a importância da mentoria no meu blog.

Vamos entender melhor as características que fazem de uma empresa uma Startup.

Características de uma Startup

Existem algumas características que ajudam a identificar um modelo de Startup. E abaixo nós listamos algumas das mais importantes desse mercado, todos baseados em inovação.

Perfil empreendedor de colaboradores

Com relação ao seu time, uma Startup está sempre em busca de colaboradores que se comportam como donos, que se preocupam com os próximos passos da empresa, oferecem soluções criativas e correm riscos a fim de se desenvolver como profissional e trazer bons resultados para a empresa.

Aliado a isso, as empresas tendem a oferecer incentivos que constroem esse tipo de profissional, como opções de ações da empresa como parte da remuneração.

Modelo de negócios 

A Startup tem o objetivo de ter um modelo de negócios simples e de muito valor. A ideia é que seja um negócio repetível. Essa simplicidade pode ajudar a diminuir os custos de um negócio e torná-lo altamente lucrativo, principalmente com a possibilidade de escala.

Flexibilidade e resiliência 

Uma Startup vem para ser algo que não existe no mercado, pelo menos do seu jeito único que faz toda diferença para o consumidor. Por isso, ela é construída em uma base pouco sólida e de muito aprendizado, onde os erros viram aprendizados e a empresa é capaz de se reestruturar e se adaptar de forma muito mais rápida.

Este cenário presente dentro das startups também é um dos motivos pelos quais elas necessitam de colaboradores com espírito empreendedor. Quem busca estabilidade e enriquecimento fácil não deve participar desse tipo de projeto.

Cultura organizacional muito forte

O modelo de Startup já vem com o entendimento de que as pessoas são o que há de mais valioso na empresa. Por isso, esse tipo de negócio funciona com uma cultura organizacional forte, com diversidade e um clima organizacional jovem, focado na qualidade de vida no trabalho e no desenvolvimento de habilidades. Aqui sugiro a leitura do texto sobre Capitalismo Consciente

Repetição e escalabilidade

É preciso que o modelo de negócio seja facilmente repetível, ou seja, capaz de entregar o mesmo valor para mais pessoas com facilidade. Com relação a escalabilidade, é preciso que a Startup consiga atingir um público maior, ter um crescimento exponencial, sem necessitar de um aumento de custo proporcional.

Um bom exemplo para explicar isso tudo é a Netflix. Mesmo que uma franquia de aluguel de filmes seja repetível, como o blockbuster, isso não significa que ela é escalável, já que para entregar o mesmo valor precisaria de muitas cópias de um filme. 

Com a plataforma da Netflix, muitas pessoas têm acesso ao mesmo título sem que o custo por isso aumente para a empresa, que por sua vez recebe seus lucros por meio de assinaturas. Se alguém assiste ou deixa de assistir, isso não impacta no custo da empresa, pois o que realmente importa é a assinatura.

Branding

Uma startup sempre desenvolve muito bem o seu branding para associar o seu valor à sua marca. Tudo é muito bem pensado e o posicionamento da empresa é muito claro, também alinhado a sua cultura organizacional, missão, visão e valores.

Alguns exemplos de Startup que são sucesso

Netflix – Uma das plataformas de streaming mais famosas do mundo, que vende assinaturas para que seus usuários tenham acesso ilimitado a todos os filmes e séries do catálogo.

Uber – Plataforma de transporte e entrega de comida que utiliza economia compartilhada para oferecer um serviço de qualidade e permitir renda extra àqueles que atuam como colaboradores.

IFood – App de entrega de comida que utiliza economia compartilhada para oferecer o serviço de delivery para todas as empresas que se cadastrarem, oportunidade de renda extra para entregadores, um catálogo de estabelecimentos para seus usuários com muita conveniência.

NuBank – App de banco que oferece cartão e conta gratuitos, sem tarifas ou anuidade. Produtos de alto valor, alinhados com as necessidades de seus clientes e um dos pioneiros das startups fintechs no Brasil. Já se tornou uma Startup unicórnio, com valor de mercado acima de 1 bilhão de dólares.

Airbnb – Startup do ramo imobiliário que oferece um catálogo de acomodações e experiências para que usuários e proprietários se conectem, oferecendo preço justo a um e lucro ao outro. Também baseado no sistema de economia compartilhada.

Acima você viu alguns exemplos de startups que fazem sucesso no mercado. É interessante perceber como algumas delas (Uber, Airbnb e IFood) utilizam fundamentos da economia compartilhada para se replicar e se tornar escalável.

Não sabe o que é economia compartilhada? Este pode ser um ótimo assunto para você começar a entender um pouco sobre como surgem as ideias de uma Startup. 

Se você gostou deste conteúdo, não se esqueça de compartilhar para que mais pessoas conheçam esse modelo de negócio e ampliem seu conhecimento para conseguir melhores oportunidades.